Piano

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O piano é o meu melhor amigo porque me ajuda a desabafar. ⁠

⁠A coisas nessa vida que me acalmam profundamente como: um dedilhar de um piano (teclado) , o som de sua voz, ou principalmente as batidas de seu coraçao.
E nesse dia especial tive a oportunidade de ouvilas e velas, isso foi concerteza a melhor coisa que poderia ter acontecido.

⁠Arrancaram as portas das dobradiças? Piano pegando fogo? O aquário quebrado? Minha porcelana em pedaços? A cômoda espatifada na parede? Mais fogo? Meninos sendo meninos…

⁠"O piano é mais do que um instrumento musical, é uma extensão da alma do músico, capaz de criar melodias que tocam os corações mais profundos e despertam emoções inexprimíveis."

28/02/2023

Aquele velho piano foi capaz de comover meu espírito, não sei tocar, mas sei que dele sai às belas canções.

No momento estou ouvindo teclas de um piano mesmo sem saber quem está tocando.

Isso não é sobre pianos!

E quando naquela Noite, do meu Querido Piano Me Despedi, todas as suas teclas em Unissono, choraram Músicas Lindas e Brilhantes... Fazendo-me Dormir como uma Criança, num REINO ENCANTADO...!!! Rolemberg.

Teclados do piano da vida
Música de paz
Músicas que mexem com a razão
Um toque, uma nota mágica
Você me escuta a todo tempo
São melodias nossas
Neste simples toque
Alcançarei o céu
Corpo musical
Perfeito para o amor
Braço adequado para tocar o amor
Notas perfeitas
Dueto de puro amor
Notas afinadas com o tempo
Nossos corpos, instrumentos perfeitos
Nunca teria chegando à perfeição sem você
Quanto mais toco
Mais perfeito fica
Almas de notas musicais
Nossos sons são mágicos
Ouço gemidos de prazer
Corpos ardentes a se tocar
Musica da paixão e do verdadeiro amor."

Os poemas são as teclas do piano que toca a melodia da vida. É preciso prestar atenção à essa canção.

Um Antigo Piano Novo


Era uma vez um piano. Um erudito piano
Que adorava espalhar seus sons e alegrar o povo cantando
Suas antigas teclas. De marfim amareladas
Já conhecia os tons. Das mãos que as dedilhava


E da cartola do tempo. As melodias tirava
De belíssimas ladainhas. Que o povo todo cantava
Mas lentamente como a brisa viaja o oceano
O tempo corroía as cordas e emudecia o piano


No domo azul do mundo. Nuvens não ficam paradas
E a voz do piano velho. Logo seria trocada
Por outro piano novinho. De teclas brancas resinadas
Que tocava canções de amor. E o povo compartilhava


Porém não foi esquecido o piano antigo de teclas amareladas
Ele vinha na frente todo orgulhoso. Bem vestido e imponente
Abrindo o caminho para o novo. Que timidamente iniciava
Essa linda jornada sagrada. Que é a vida da gente

Aurora


Passar oito horas na frente do piano todo dia se exercitando é uma boa maneira de não aprender música. Ficar uma eternidade desenhando objetos é uma forma de engessar a mão e não aprender o que é desenhar. Escrever com uma meta e reduzir a escrita a contos, romances e poesias é deixar de ser escritor. Essas práticas produzem artistas robôs. Na verdade, operários da arte. Vendem o seu esforço inútil pela sua sobrevivência. A arte vem do nada, não da repetição e cópia do trabalho de outros artistas. É uma forma de nos descobrirmos, aí é que está o seu valor. A arte não é um aprendizado, é uma descoberta.

A essência do piano é ser percutido.

Há um piano em meus ossos que toca notas quebradas, cada acorde é um pedaço de mim que insiste em existir. Quando a cidade dorme, a música remexe entulhos antigos, e eu me descubro inteiro nas frestas de um acorde menor.

Um menino de costas carrega nas mãos vazias
tudo o que não pôde salvar. O piano calado chora por dentro, o violão perdeu as cordas como quem perdeu a fé. Anjos sujos ajoelham na lama, pedindo perdão por não terem chegado a tempo. As máquinas, cansadas de pensar, aprenderam o silêncio. E mesmo assim, ao longe, a água insiste em cair, porque o mundo acaba muitas vezes, mas a vida sempre encontra um jeito de continuar descendo.

Às vezes sinto que minha alma é um piano de cauda abandonado sob a chuva, onde cada gota que cai sobre as teclas evoca um acorde de saudade que ninguém mais sabe tocar. A música que resta em mim não é para os ouvidos do mundo, mas para o silêncio dos que já se perderam de si mesmos.

Chopin sabia que o piano é um confessionário sem padre, onde as teclas brancas são as promessas e as pretas são as verdades que doem no peito. Eu tento fazer o mesmo com as letras, transformando minha arritmia cardíaca em métrica poética para não morrer sufocado pelo que calo.

Assim como as lindas sonatas de Beethoven, que ao serem dedilhadas no piano choroso derramam lamentos que se tornam luz, cada acorde abre uma fresta onde cabe a saudade e é por essas frestas que deixo entrar a verdade dos meus pensamentos.

Ninguém me entende, sou rascunho com letras ilegíveis, pareço instrumento desafinado, um piano com cordas quebradas, emudecido num canto.

O piano emudeceu-se, como o riso na fotografia da parede, hoje só restam lembranças, do ontem so ficou saudade.

Inserida por PriscillaCavalcante

DEDICATÓRIA
Dedico meus dedos hoje aos finos e longos sons
As notas do meu piano dos graves e agudos tons
Tons que me marcaram a alma, que me trouxe a leve calma de tudo
Que já foi bom.
Dedico hoje aqui a voz, ao grito que tão calado
Nas dores por entre espinhos nos quais fui acorrentado
Lembrando me das lacunas e vendo me hoje coluna
No firmamento plantado.
Dedico a poesia agora, a liberdade que achei de saber que não é dúvida o
que eu sempre duvidei, em sonhos nas noites ébrias e claras que aprofundei.
Dedico também meus olhos a um futuro promissor, à um cuidado de amigo e um
Expelir de dor, à uma luz que irradia, em cada nascer de dia brilhando em
Menção do amor.
A cada passo que corro, à cada choro a sorrir, há uma dedicação
Há uma forma de agir, discutir com quem? Discordar pra que?
O destino é certo, como certo estou, que o limite do humano
É se desligar do ser.
Em cada pessoa a nova, em cada lua a impressão
Pra cada trocar as provas e da palavra a intensão
Em todo guerrear a dor, desfaço e dedido a flor,ao milagre da inspiração.
A minha dedicação é pra doce Juliana, para as flores de alfenas e todas as alfazemas
Dos quintais das franciscanas.
A minha dedicação, é apenas dedicar, a minha fala os amigos, que estiveram comigo
Os quais me viram chorar. Enfim eu dedico agora o meu sorriso ao vagar
Sem pressa e sem medo à todos aqueles que vão ficar, guardados em meus penhores, tidos como professores,que me ensinaram a amar

Inserida por Ezhequiel