Pessoas Nostálgicas

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Como falei nostalgia saudade dogma o vazio que só pode ser preenchido pela presença do Espírito Santo.

Aquela sensação de nostalgia de ver o lugar onde você cresceu, mas não e sua casa.


Ao sentir um vazio como se tivesse sido destruido por dentro.
Ao perceber que, talvez não tenha aproveitado.
Ao lembrar tudo o que já passou, mas que passaria de novo e de novo.


Era um sentimento de confusão com um misto de arrependimento que você não sabe o por que. Eu me sentia vazia e morta ao mesmo tempo.
~Era triste

Sabe aquele tempo que a gente lembra com uma certa nostalgia: amigos de infância, o céu estrelado, olhar apaixonado, amarelinha na calçada, estudar um dia antes da prova e ainda tirar nota alta, pois é, bons tempos... Um dia a gente cresce e acha que sabe tudo, que agora sim vou ser feliz, ter uma casa, um carro, um bom emprego... uma pena que a gente demora tanto tempo para perceber que bom mesmo era sentar na calçada e olhar para o céu, imaginando os monstros que as nuvens formavam... bom mesmo era rir de tudo sem grandes preocupações, com a inocência que só uma criança traz no olhar... bom mesmo era curtir estes momentos tão especiais, tão cheios de sonhos, de fantasias, de esperança, tão perto de Deus.

Horizonte de Linhas Indecisas

Às vezes, me bate uma nostalgia retrô, poeticamente falando.
Uma vontade de cobrir meu corpo com as ondas do mar e ver meus olhos marejarem enquanto olho o céu, flutuando nas mãos profundas do oceano.

Meu horizonte é feito de linhas indecisas, mas, ainda assim, libertador.

Dá vontade de abrir as nuvens como se fossem um livro e dizer às gotas da chuva que, ao cair no mar, não me acordem.

Às vezes, essa nostalgia retrô me envolve, poeticamente…
Entretanto, há dias em que nem o céu nem o mar conseguem me animar.

⁠A tarde se vai,
e que não tarde !
mas enquanto ela cai
a nostalgia nos invade,
vem a noite sussurrando
nos ermos de sua escuridão,
todo tipo de saudade,
que sabe, temos no coração
Saudade de todo tipo,
do tempo bom ou de anseio,
dos que se foram para o céu,
lugares, passeios, amores,
de tudo que já vivemos
e até do que não veio

Hoje vejo a chuva em nostalgia
leve, devagar, lavando a terra
e trazendo nas gotas a poesia
que sempre ela nos oferece
Hoje, mas somente hoje,
parece que algo nela não é
e que sua melodia ate carece
daquela força e de fé...
O que acontece, não sei,
algo com ela se deu
parodiando o poeta, pensei,
ela mudou ou mudei eu?

CBTU - FORTALEZA-CE

Saudade dos nossos nostálgicos TRENS CBTU.... Havia um tempo, que nunca se andava de trem sem antes sentir aquele velho frio na barriga.

O avexamento de nossos pais;
O nervosismo se apresentava em todas as vezes.

Nos trens, parte da infância se construiu, pois éramos rotina deles mesmos.

Não havia vagão sem os inesquecíveis vultos antagônicos do dia a dia.

Eram eles que, diariamente, desde o primeiro engate ganhavam a vida. O pão de cada dia.

Não havia vagões sem os Crentes, as fitas cassete ou sem "Cristo está voltando".

Não havia vagões sem os pedintes e nem sem os vendedores de qualquer coisa (Caramelo).

Todo cego e seu pandeiro, fazia de seus sons um movimento mais que o inconfundível.

"tata tata tata e o toin-toin-toin"

A Estação João Felipe era sempre uma aula de história despercebida. Nos mosaicos pisavam milhares de pessoas, as quais iam e sempre voltavam.

Em toda entrada ou saída haviam os toques repetitivos das catracas.

Não havia trens sem a regra: "Não pode ficar nas janelas, pois pedras podem vir!"
Jamais será esquecido os cartazes de rostos machucados por pedradas nas janelas...

Acima das portas um adesivo, e este ilustrava o itinerário com linhas e bolinhas em suas retas.

As portas eram disputadas pelos jovens da época, era um atrativo de aventura e perigo.

Os sons dos engates, freios e pedradas na máquina forte estão martelando até hoje em nossas memórias.

Aquelas máquinas eram bravas, fortes e imbatíveis! Eram como dragões que soltavam fumaça a todo tempo.

Pelos amantes dos trens, será sempre o melhor. Inesquecível! Insubstituível!

⁠Sim! Te dou apenas o tempo

De fumar um cigarro, se despir de nostalgia...

E por favor ao sair feche a porta

Levando com você todas as lembranças

Que hoje são apenas suas.

O minimalismo precisa de uma construção afetiva. Não se trata de apego nostálgico, mas de ancoragem emocional.
Reno Fioraso

Regimes autoritários, ao contrário do que pensam os seus nostálgicos, não são exemplos de ordem ou segurança. Pelo contrário: são estados de caos e arbitrariedade, onde a lei não tem vez e os predadores andam soltos.

“Não somos nós que lembramos.
As vezes,
é o passado que sente saudades de nós.
Tão nostálgico
que nos envia as lembranças para nos visitar.

(…)”

Eu me apego nas memórias e na nostalgia que as vezes me sufoca,
Óh meu Deus, quanta saudades eu tenho de algumas pessoas e algum momentos
gente que eu sei que nunca mais verei na vida, não importa quanto tempo eu tenho
mas também me afogo nas memórias
das oportunidades que deixei passar
devido ao medo de arriscar,
mas principalmente, do medo de viver.

Uma criança perdida na aduana
Na fila fria da aduana vazia,
um carimbo ecoa, corta a nostalgia,
luz fluorescente, cheiro de papel,
e um mundo adulto que nunca foi céu.
Pequenos passos num piso riscado,
um nome trocado, um visto negado,
o guichê não olha, só pede razão,
mas a infância não cabe em formulário e mão.
Há bandeiras cansadas no vidro embaçado,
México distante num sonho quebrado,
Uruguai sussurra num vento lateral,
Colômbia sangra num mapa postal.
E a criança pergunta sem ter voz alta,
por que a fronteira sempre falta e assalta?
Se o mundo é um só, por que dividir?
Se o peito é caminho, por que impedir?
Um rádio distante fala em espanhol,
mistura de ordem, de medo e farol,
e o agente carimba sem nem perceber
que ali tem um universo tentando crescer.
Tem cheiro de estrada, de ônibus antigo,
de alguém que perdeu o próprio abrigo,
de um Renault velho cruzando a serra,
levando saudade que nunca se encerra.
E a criança espera — não sabe o quê,
talvez um abraço que o mundo esqueceu de ter,
talvez um sinal, uma mão no ar,
dizendo “pode ir, você pode passar”.
Mas a aduana é feita de tempo e parede,
de quem não entende a sede da rede,
e a infância ali vira só suspensão,
entre o “fica” e o “vai” sem tradução.
No fim, só restam selos no olhar,
e um mapa que aprende a não voltar,
mas mesmo perdida, insiste em sonhar:
que toda fronteira um dia vai respirar.

Cores


"Cinquenta tons de cinza"
é o que ouço todo mundo a falar...
Nostalgia, agonia...
tristezas todo o dia... todo dia.
Bem lá atrás ficou o tempo todo que sorrir
era tudo o que você sabia.
Planos traçados em linhas tortas,
sonhos ao vento lançados, sem norte, reféns da sorte.
Caminho perdido, passos em vão,
rumo incerto, coração sem verão.
Promessas feitas na sombra do medo,
Esperanças pra outro rincão fugidas, silêncio e segredo... você completo refém do medo.
Entre ruínas, busca direção,
do caos espera nascer a força, uma nova vida, a nova visão.
Cada queda é um mapa desfeito,
mas no erro floresce um jeito.
No amanhã uma interrogação.
Sem rumo certo, navega por mares bravios... busca um porto seguro, um farol... um caminho claro deixando pra trás o escuro.
Pois acredita: há vida intensa mesmo em um caminho sem placas, sem sinal... há vida atrás dos muros.
Hoje são nuvens pesadas.
caras amarradas...
planos, projetos, sonhos
que acabaram em nada.
É hora de mudar
trazer de volta toda a alegria.
E é fácil a vida transformar...
Sabe como?
É só pro mundo você... com uma bela cor pintar!

Cheirinho de café e de terra molhada
Nostalgia tem gosto de infância: fogão a lenha, risada de vó e chuva batendo no telhado.

a morte do nostálgico (despedida)

Não houve despedida.

Ninguém chorou. Ninguém fez um discurso bonito. Ninguém colocou flores.

Só existiu um quarto silencioso, uma arma apontada para alguém que já estava morto fazia tempo.

O disparo não foi contra um homem.

Foi contra um hábito.

Contra a necessidade de transformar toda dor em identidade. Contra o vício de revisitar feridas até esquecer como era viver sem elas. Contra o conforto perverso de acreditar que sofrer significava sentir mais do que os outros.

O corpo caiu.

Levava no bolso cartas que nunca chegaram, fotografias de pessoas que já não moravam em lugar nenhum, promessas feitas para fantasmas, apostas perdidas tentando preencher um vazio que não aceitava existir sozinho.

Morreu ali o eterno saudoso.

O homem que sempre olhava para trás como se a felicidade tivesse esquecido um casaco no passado.

Junto dele, desceu à cova o rapaz que precisava parecer quebrado para justificar o próprio silêncio. O que fazia da própria tristeza uma casa, da ansiedade uma bússola e da culpa uma religião.

Também enterraram o covarde.

Aquele que esperava o mundo mudar primeiro para só depois ter coragem de viver.

Cobriram tudo com terra.

As pessoas que um dia fizeram falta ficaram lá dentro também. Não porque deixaram de importar, mas porque já não pertencem ao mesmo mundo de quem saiu andando daquele cemitério.

Existem lembranças que merecem descanso.

E insistir em ressuscitá-las é uma forma de morrer aos poucos.

Quando voltaram para casa, algumas portas permaneceram fechadas.

Uma conta deixou de existir.

Um perfil ficou abandonado.

Algumas palavras nunca mais seriam escritas.

Não por raiva.

Por sobrevivência.

Há lugares que continuam de pé apenas porque insistimos em visitá-los.

Hoje, eles perderam o último visitante.

A melancolia sempre soube escrever. Sabia escolher músicas, filmes, metáforas e transformar qualquer cicatriz em poesia.

Mas nunca soube construir futuro.

E chega um momento em que a beleza da própria ruína vira apenas outra prisão bem decorada.

Então acabou.

Não existe mais protagonista para aquela história.

O homem que precisava sofrer para existir recebeu o único destino possível.

Uma bala.

Uma pá de terra.

Silêncio.

Quem saiu daquele quarto não era feliz.

Nem invencível.

Nem curado.

Só estava cansado de oferecer a própria vida para coisas que nunca ofereceram a delas em troca.

Pela primeira vez, decidiu gastar energia com aquilo que pode alcançar.

O resto…

Que permaneça onde sempre pertenceu.

No passado.

Hoje não nasce alguém novo.

Hoje apenas morreu alguém que já estava ocupando espaço demais.

E dessa vez, ninguém vai cavar para trazê-lo de volta.

"Cinquenta tons de cinza"
é o que ouço todo mundo a falar...
Nostalgia, agonia...
tristezas todo o dia...
Bem lá atrás ficou o tempo todo que sorrir
era tudo o que você sabia.

Hoje são nuvens pesadas.
caras amarradas...
planos, projetos, sonhos
que acabaram em nada.

É hora de mudar
trazer de volta toda a alegria.
E é fácil a vida transformar...
Sabe como?
É só pro mundo você...
a... cor... dar Emoji

Delta Amacuro é um estado da Venezuela que me traz nostalgia. A região abriga o majestoso Rio Orinoco e a rica cultura do povo indígena Warao. Sua capital, Tucupita, é uma cidade linda e pitoresca.

⁠Os Paradoxos da Vida
Um dos paradoxos da vida é termos ansiedade para crescer, e depois a nostalgia de voltar para infância perdida.
É arruinar a saúde para conquistar riquezas, e depois gastar todas as riquezas para tentar recuperar a saúde arruinada.
É pensar ansiosamente no futuro e esquecer o presente, é mesmo assim não viver nem o presente e nem o futuro.
É vivermos como se nunca fossemos morrer e morrer como se nunca tivéssemos vivido.
A vida tem esses paradoxos.
Alegre-se na companhia daqueles quem te amam e te desejam o melhor. Abrir os olhos em um novo dia é um milagre que devemos celebrar sempre. Pois é um presente que recebemos de Deus, uma nova oportunidade de viver e recomeçar.
Os dias bons promovem felicidade, os dias ruins geram amadurecimento, as tentativas demonstram que você continua vivo, as provas te fazem forte, as quedas te mantem humano, as derrotas te mantem humilde, mas somente a fé em Deus pode te manter de pé.
Jesus certa vez disse: “Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal”. Mateus 6.34.
O ontem já passou, o amanha só Deus conhece, o hoje é um dom, e ele se chama presente. Portanto, aproveite o dia chamado hoje, e seja grato a Deus por ainda está aqui.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Nostálgico


Nesta manhã, eu encontrei uma bergamota bem doce e sumarenta
Arauto do outono, filha de uma árvore perdida na planície
Quem me dera voltar, e depois acordar no que já era
Fazendo disso a atualização da saudade