Pessoas Infelizes
Casamentos felizes
O que torna alguns casamentos felizes e outros infelizes? Certamente são as pessoas que fazem parte dele. No começo tudo é lindo e maravilhoso. As mulheres se arrumam, se perfumam, seus cabelos são da moda, bem pintados, bem cortados. As unhas perfeitas. Desleixo jamais.
Daí vem o casamento, os filhos, daí é aquele horror. Salão de beleza só para festas, talvez por preguiça ou para não gastar. A roupa bem velha, camiseta surrada, pronta para a faxina. Cabelo só amarrado ou bem curtinho (não gasta tempo). A turma das amigas se separa. As novas "amigas" são as namoradas e esposas dos amigos do marido. Acaba o romance, um jantarzinho a dois. Tudo passa a ser aquela rotina. Aquele dia-a-dia previsível. Limpar a casa, lavar roupas, louça, fazer o pão, o almoço, o jantar, as conservas. E o tempinho para o romance, só para o casal não acontece mais. Parece que antes do casamento elas tem uma personalidade e depois adquirem outra. Acho que pensam que o casamento dura para sempre, que a conquista já foi feita. A conquista já foi feita, mas também é uma atitude diária de cada um.
Os homens geralmente não mudam. Se tem a turma de amigos, do futebol, da cerveja, do churrasco, mantém. Se são mulherengos, só pioram. Se são egoístas nas tarefas domésticas, só pioram. Se são violentos, só pioram. Mas a sua personalidade não muda. São o que são. As mulheres é que não querem enxergar e sonham um dia que ele vai mudar: "Depois que nos casarmos eu mudo ele". Mentira. Ninguém muda ninguém. Na convivência no dia-a-dia e com os problemas normais do cotidiano, o "verdadeiro" amor é testado. Às vezes aí está a grande diferença. Quando há amor, cumplicidade, amizade tudo se resolve. Como saber se o casamento está fortalecido? Quando enfrentamos um problema sério, grave e que não desestrutura o casamento, apenas serve para fortificá-lo cada vez mais. Feitos uns ajustezinhos aqui, outros ali e o casamento vai ficando cada vez melhor.
Tem também aqueles casamentos que sobrevivem por muitos e muitos anos, mas o que sustenta não é o amor. É o dinheiro, a conveniência, a acomodação, a cobrança da família, da sociedade e até da religião. Só aparência. Mas isto é problema de cada um. Ninguém. Ninguém pode saber o que se passa dentro de quatro paredes. O que acontece com um casal só diz respeito ao casal.
Acredito também que ninguém deve podar ninguém. Não é porque um gosta de determinada coisa que o outro detesta é que devem cortar estes prazeres para sempre. Muitas vezes é preciso ceder. Um cede uma vez e outro na outra vez. Ajudar nas tarefas de casa, cuidar dos filhos. Infelizmente na vida não podemos fazer somente aquilo que gostamos. Se quisermos viver bem com as pessoas ao nosso redor, como na nossa casa e no nosso trabalho, também precisamos fazer aquilo que não gostamos.
A pessoa que escolhemos para fazer parte da nossa vida deveria ser o nosso melhor amigo(a), que podemos amar, contar sempre nas horas boas e más, compartilhar os problemas e as alegrias, fazer conquistas juntos e, afinal, ser felizes juntos!!!
Existe um momento, que precisamos dá um sentido á vida. Ou então seremos infelizes no pouco tempo que temos para fazer e ser aquilo que queremos e gostamos. Pena que muitos preferem gastar esse pouco tempo, vivendo sem propósito !
A sua felicidade basta, para fazer infelizes os seus inimigos... Você não precisará usar nenhuma outra arma contra eles.
"O ciúme exagerado é um dos mais infelizes sentimentos inerente ao ser humano. Ele magoa, fere, destrói e mata, e se pode ter estas características, como associar à isto o amor?"
Sou Feliz!
É isso que me importa.
Infelizes daqueles
que semeiam maldade
à sua volta...
__Sophia Vargas ♥
30/03/2009
O consolo das almas infelizes é ter amigos nesta desventura, unem-se aos outros tristes e juntos reclamam da vida dura.
Quantas condições nos colocamos para sermos felizes? Por isso mesmo somos quase sempre infelizes.
serei feliz se for a tal lugar
serei feliz se alcançar tal ou qual posição
serei feliz se tiver isto ou aquilo
serei feliz se conquistar tal o qual pessoa
serei feliz se se se se se
A felicidade é feita de pequenas coisas.
E não é porque falta uma delas
que somos infelizes!
Ela é superada pelas outras.
Temos medo de ser infelizes, tememos a angústia, tememos até mesmo perceber que somos frágeis, que somos passageiros, que tudo e todos um dia terminarão de existir (neste mundo). Assim tentamos distrair essa angústia, essa aflição, correndo o tempo todo atrás de alguma coisa que desvie nossa atenção, atrás da “injeção de felicidade imediata” que nos traz acalanto e paz interior, mesmo que somente aparentes.
É que tenho "ser feliz agudo",os infelizes me detestam,tentam me reformar,tentam me afogar.Eu sofro de "ser feliz agudo",torno a me levantar
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.
A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.
O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.
Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.
É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.
Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.
Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.
Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.
No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.
Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.
A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.
O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.
Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.
É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.
Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.
Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.
Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.
Deus e os homens...
E Deus, resolveu atender o pedido dos homens que se diziam infelizes com tantas guerras, fome por todos os lados, incompreensão, intolerância, poluição, desrespeito, ingratidão, ganância, enfim, a lista de reclamações era muito extensa.
Ele então, criou um novo planeta e enviou todos os seres para aquele céu e assim, fossem felizes e não pudessem mais reclamar da vida.
Foi uma festa sem fim durante alguns anos, mas aos poucos, Deus observava que a população continuava infeliz e lá, como no planeta onde viviam anteriormente, também iniciou-se a guerra entre os povos e o inferno, tornou-se novamente presente na vida de todos eles.
Descontentes, os homens acusavam uns aos outros pelos seus atos e continuam a procurar um culpado, uma justificativa para os seus deslizes, mas ninguém admitiu ou admite que a felicidade, pode ser encontrada dentro de cada ser.
Não, Deus não ficou surpreso, era evidente que os homens não sabiam que eles próprios provocaram e continuam a provocar a sua própria infelicidade e que a ingratidão, a intolerância, a cada dia mais evidentes, alimentam a todos os seres humanos ainda em lenta, evolução.
by/erotildes vittoria
