Pés de Criança
" Não precisamos ter o mundo aos nossos pés para ser feliz, precisamos estar aos pés de Jesus Cristo para estarmos feliz com Deus ..."
#Essa é a promessa de Deus ...
Um dia de cada vez
A terra seca sob meus pés
não é menos dura que o peso do dia.
O corpo ainda aprende a habitar-se,
a não exigir mais do que pode,
a suportar o silêncio sem o entorpecimento do esquecimento,
a segurar o fruto da liberdade que insiste em escorrer pelos dedos.
Já fui campo sem cerca,
onde a ânsia galopava sem freio.
Uma chuva que não rega,
e apenas fere a raiz.
Hoje sou roça semeada
na paciência do tempo,
esperando que algo brote.
Há uma fome que não se vê,
uma sede que não é de água.
Elas gritam no calor do meio-dia,
na solidão dos olhos que evitam encontros.
Mas eu, com mãos calejadas,
mesmo após uma década,
aperto o arado do instante
e traço linhas que só o amanhã saberá decifrar.
Sei que as marcas do passado
não se dissolvem como o barro das unhas.
Elas permanecem, silenciosas.
Mas, enquanto o sol nasce,
me permito regar o presente.
Um dia de cada vez.
E isso, por agora, basta.
Tamoatá
Tamoatá não é só um peixe,
é uma palavra que aprendeu a andar.
Inventou pés onde só havia barbatanas,
carrega no casco histórias que desafiam o seco
e planta memórias no fundo das lagoas vazias.
Quando a água foge, ele permanece.
Não se assusta com a ausência,
seu sonho o umedece.
Respirar fora d’água é a poesia do Tamoatá:
ele mastiga o ar como quem se alimenta de esperanças.
É peixe do mato, de água pouca e chão úmido,
veste o barro como quem carrega sua pele.
Faz-se rio onde só há poeira,
e, no silêncio das várzeas secas,
aprendeu a ouvir a fala das poças.
Tamoatá é peixe caipira,
conhece o mato como quem conhece o caminho de casa.
Ele não tem pressa,
faz do brejo um campo de repouso.
Com seus pés de peixe, planta passos na terra molhada,
ensinando ao tempo a ser lento, a ser raiz.
Ele prova que, fora da água, a vida também tem suas correntes,
mesmo que sejam mais lentas.
Manifesto analógico
Caminho ao contrário da pressa digital.
Meus pés fazem questão de tropeçar.
Gosto de esbarrar nos nomes,
perder o rosto e achá-lo na lembrança.
Lembrar os números e discar.
Deixar a voz ferver no ouvido sem acelerar o áudio.
Não quero que um robô faça o que minhas
mãos ainda tremem para fazer.
Escrever torto, borrar o caderno, errar sem a
opção de apagar.
Minha mente é ilógica, se perde no meio da
frase porque está ocupada sentindo.
Fora do trabalho, me divorciei do virtual.
Não confio o que amo às nuvens —
nuvens não sabem ficar.
Mudam de forma, trocam de nome,
desaparecem sem se despedir.
Voltei a imprimir memórias,
fazer backup na gaveta,
guardar fotos para que o tempo não as engula.
Escrever cartas com minha letra,
imprimir no texto minha personalidade.
Não tenho pressa de chegar a lugar algum.
Dificilmente chegarei ao dobro dos anos de hoje.
O destino já não me interessa tanto quanto o caminho.
Quero o que importa perto.
Quero ter rabiscos nas margens dos livros,
esperando o reencontro com minha versão mais ingênua.
Apóstolo
E quando eu o vi,
Aos seus pés caí!...
E eis, que fiquei, como um morto!
E diante d'ele, permaneci, torto.
Mas este, que é o eterno,
Me tocou, com sua destra.
A mim, João, que fiquei também, trémulo.
E disse-me: Palavra esta...
Olá João amigo, meu!
Porque tens medo?
Sou Jesus, sim, sou eu!
Então, não temas!
Para ti , vim cedo,
E te digo: Vai! Anuncia no tempo, as cousas eternas!...
A força de uma marca está intimamente ligada a sua capacidade de se manter presente na vida das pessoas.
Detalhes pessoais
Gosto dos meus pés descalços
E meu pescoço descoberto
Gosto da delicadeza dos tecidos sobre o meu corpo
Gosto da minha pele macia
Do meu traseiro redondo em roupas coladas
Gosto da minha feminilidade
Dos meus passos e tropeços
Gosto do meu olhar selvagem as vezes
Das feições nada meigas
Os detalhes dos meus movimentos
Gosto de ser quem sou e de brilhar onde vou
De atrair, desejar e ser desejada
Sou menina mulher
Sou levada.
Socorro, socorro. Invadiram minha casa, roubaram as jóias do meu cofre, amarraram minhas mãos e pés, cobriram minha visão e amordaçaram-me, puseram-me em um saco de batatas e me sequestraram. Ao retirarem a venda dos meus olhos, mas ainda amarrado e amordaçado, vi lá embaixo, minhas jóias e amigas, a cultura e a educação, machucadas, agonizando. Alguém pelo amor de Deus me ajude a resgatá-las, liguem para a restruturação da educação, para a valorização do professor, liguem para a valorização da família, do amor, liguem para o voto limpo e consciente, para ver se conseguiremos resgatar nossos valores e costumes. Alguém me ajude, alguém ajude o Brasil.
" EM QUE PÉ ESTAMOS? "
Em que pé estamos?
Se nos pés que nos apoiamos não marcam passos
Se as asas que nos levitavam cortamos
Até parece que reduzimos a infinidade num facto escasso
Aonde está a compreensão?
Não sei qual de nós em nossos sentimentos gerou a desertificação
O teu coração quer me tornar num órfão de afeição
Eu olho para os teus olhos e hoje apenas refletem a insatisfação
Em que pé estamos?
Se de um ou outro tudo se resume a "tanto faz"
Se os sonhos e fantasias, juntos não enxergamos mais
Parece que bebemos dos relacionamentos tóxicos demais
Nem tanto em prantos nos encontramos
Mas em que pé estamos?
Quando o prazer nos abandona... Com quem ficamos?
Órfãos nos tornamos!
Nem Eu e nem você o erro aceitamos
O orgulho tem o seu defeito, olhe o quão crasso
Será que nos reduzimos ao fracasso?
Diz-me... Em que pé estamos?
Capítulo 12 de Apocalipse
A mulher vestida do sol, com a lua debaixo dos pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a cabeça! Quem é esta Mulher? Não é Maria! Não é a igreja! Esta mulher é "Israel", que Deu à Luz, um filho; um filho Varão, que há-de reger rodas as nações todas; Este filho, que é "Jesus Cristo", foi arrebatado para Deus e para o seu trono ( Está sentado à direita de Deus)!
Mas viu-se outro sinal no céu ( um grande dragão vermelho Vermelho, que tinha sete Cabeças e dez Chifres)! Uma referência aos sete reinos: Egito, Assíria, Babilônia, Média Pérsia, Grécia e Roma (um existe); e dez Chifres, uma referência aos dez principais reinos que restaram após a decadência do império Romano do ocidente ( depois do ano 476, ficaram Dez principais nações dos reinos Bárbaros)! Este grande dragão vermelho, que parou diante da mulher, que estava prestes a dar à luz. É o Lúcifer ou satanás, cuja cauda levou após si, a terça parte dos anjos do céu. E os lançou sobre a terra!
Houve batalha no céu ( entre Miguel, que luta por Israel e Lúcifer e os anjos de Miguel, que batalhavam contra o Dragão e contra os seus anjos, mas não prevaleceram no céu. Jamais o diabo, ficou no céu com os seus anjos). Quando o dragão se viu lançado na terra, tendo já pouco tempo, perseguiu Israel ( toda a perseguição ao longo dos 2000 anos e perseguição na grande tribulação)! Mas a mulher fugiu para o deserto, onde e ajudada, nos últimos três anos e meio da grande tribulação. Do período de sete de grande tribulação, os piores anos são no meio da grande tribulação. O Anticristo, na última semana do profeta Daniel, na metade da semana, quebra a Aliança que tinha feito com a nação de Israel. Nos primeiros três anos e meio, as duas testemunhas pregam em Jerusalém, na metade da semana, dá-se uma terrível perseguição a Israel. Mas Miguel de algum modo poupa Israel, nos últimos três anos e meio da grande tribulação.
Então o diabo, nestes três anos e meio da grande tribulação, vai perseguir os que são de Jesus Cristo. Aqueles que são os "santos" e que darão a vida por Jesus Cristo. São aqueles que ressuscitam na primeira ressurreição e que vão reinar com Jesus Cristo durante 1000 anos.
E o diabo parou na areia do Mar. E do meio do mar, surgiu o Anticristo, que a maior parte das pessoas do mundo vão adorar!
Viver é uma dança, mesmo com um dos pés cortado, é sorrir, mesmo que falte um dente, é encontrar todo dia uma coisa bonita no meio da lama, no meio do caos...
No vasto deserto, sob o céu sem fim, Caminho com fé, Deus guia-me assim. Areia aos meus pés, sol a queimar, Mas no coração, a esperança a brilhar.
Cada passo é prova, cada duna um altar, Na travessia árida, Deus vem me amparar. Oásis de paz, em miragens a vislumbrar, É na fé que encontro forças para caminhar.
Pois mesmo no vazio, onde tudo é provação, A presença divina é minha orientação. E ao final do deserto, com o corpo a pesar, É a fé em Deus que me faz continuar.
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