Pés de Criança

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⁠Dia de festa

Café da manha ao ar livre com o canto dos pássaros pousados nos pés de manga a frente, que grata surpresa!
Nossa você caprichou no bolo de mandioca, esse queijo qualho tá uma delícia! Olha a cara desse pão caseiro, ou desse doce de ambrosia, perfeitos.
Amor passa o suco de laranja, veja um avião passando entre as nuvens, é engraçado ou parece que ele está fazendo desenhos nas nuvens, uau! Um coração deve estar homenageando alguém. Que loucura amor ele fez o seu nome com os dizeres parabéns e felicidades. A, a, a, a! Você esta chorando, eu só queria te surpreender nessa data tão importante do nosso aniversário de casados, me sinto vivendo nas nuvens e é lá que preferi te mostrar o meu presente, assim como para o mundo inteiro poder ver também, parabéns!

Se quiser viver bem, mantenha os pés quentes pelo exercício.A cabeça fria pela temperança.
Se tiver à tendência a ganhar peso!
Abra os olhos e fecha â boca.






Thomaz Parr

Se quiser viver bem, mantenha os pés quentes pelos exercícios. A cabeça fria pela temperança. Se tiver a tendência de ganhar peso, abra os olhos e feche a boca⁠.

Os pés que tropeçam são os mesmos que te faz caminhar e chegar a lugares inacreditáveis.

"Não visto a túnica dos santos; caminho com os pés descalços na realidade. Sigo o fluxo dos dias fazendo o que posso, pois sei que a vida é irmã do tempo e ela não aceita disfarces. Ao final, tudo se resumirá ao meu último suspiro e ao rastro que deixei. Se houver um depois, será um acerto silencioso entre a minha história e o Criador."⁠

Há regressos que não acontecem com os pés.
Acontecem com a memória.

Caminhar na praia
Molhar os pés
E poder me orgulhar
Desse mundo
É mais difícil do que matemática
♡ ︎ㅤ♡ྀི ₊🍃

Pés perdidos


É tão difícil ser você mesmo?
Emoções falsas,
tanto esforço despendido em vão...
não, não adianta tentar esconder
o que vai em seu coração.
Seus olhos não mentem,
transparecem o que sentem...
o sorriso na sua boca costurado...
você nem percebeu: costurou errado.
Pés perdidos na direção incerta,
trilha que se esconde em névoa densa,
cada passo ecoa na alma deserta,
busca um rumo, uma luz intensa.
Caminho torto, vento a sussurrar,
segredos velados no chão jogados,
mas o coração insiste em pulsar,
na jornada de um ser obstinado.
Das sombras, um brilho pode surgir,
pés que se perdem, mas nunca cessam,
pois na perda, a força emerge,
e os sonhos na estrada se expressam caminhando em busca de um belo porvir.
Os pés... perdidos.... seguem qualquer destino,
machucados, buscam uma direção...
Quer saber a resposta pra tanta aflição?
É só você... você mesmo ser...
Sim... seja você mesmo, my friend...
se feliz - de verdade - quer ser.

⁠Salmos 105.17-21: Adiante deles enviou um homem, José, vendido como escravo; cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros, até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do Senhor. O rei mandou soltá-lo; o potentado dos povos o pôs em liberdade. Constituiu-o senhor de sua casa e mordomo de tudo o que possuía. Para José chegar no seu destino, teve que passar pelo processo. Mas lembre-se: O destino é maior que o processo!

⁠O cristão de joelhos vê mais do que um filósofo nas pontas dos pés.

Teologia Arminiana

⁠É tempo de estar com os dois pés dentro da Igreja, os dois olhos na Bíblia e os dois joelhos no chão em oração.

Teologia Arminiana

Quem aprende aos pés da cruz de Cristo inevitavelmente aprende a amar.

A essência do Evangelho não é usar Jesus para corrigir seus planos terrenos, mas render-se à Pessoa dEle, pois o gozo da Sua glória é o maior tesouro. Em Cristo, você não encontra um mero 'complemento', mas a própria vida e o contentamento.

Liderar o lar é um chamado elevado e profundo. Trata-se de esvaziar-se do ego e lavar os pés daqueles que você ama. A verdadeira liderança não domina, mas serve no amor e na graça de Cristo.

O que é a oração senão o ato de depositar aos pés do Criador o peso de nossa miséria e despir a alma das vestes corrompidas do mundo?

Caminhada


Caminhar, caminhar. Como é bom caminhar. Os pés se ajustando ao chão, se distendendo ao abranger a zona de equilíbrio do corpo. Era assim que eu pensava ao caminhar em círculos pelo meu quarto. O quarto não é grande mas tem uma saída, a janela. Lá enxergo os pombos asejando de topo a topo dos prédios. Logo ali as caturritas fizeram um ninho na parte alta do pinheiro. Ficam na altura da janela. Levam galhos para a rústica construção. São como eu, voltam para casa o quanto podem e se abrigam das feras. As feras estão em toda parte, menos no meu ninho. Há uma porta, um computador, um rádio, uma janela e um telefone. São canais que me ligam ao exterior. Eu vejo as feras no computador. É quando aparecem mais assustadoras, se pavoneando, mostrando os dentes e tentando ser sedutoras. Eu nunca me manifesto: que não saibam que eu existo. À noite tomo um chá. Queima a boca, eu gosto. Ontem o telefone tocou e eu estava tomando um chá. Respondi com uma voz fumegante. Fiquei com medo que não ligassem mais. Não tenho amigos, mas aí a ter inimigos, não dá! Eu não tomo remédios, mas alguém me indicou o Oxalato de Escitalopram. Mas para comprar só com receita. Então fui ao médico. O homem me examinou, mediu, dissecou. Descobri que eu era um doente, crônico, um neurastênico, quase oligofrênico. E com pressão alta. Observei as pombas da janela do médico e perguntei-lhe se ele gostava de caminhar. Ele me olhou desconfiado e eu imaginei as neuroses que ele estava descobrindo dentro do meu cérebro inocente. Fui saindo de mansinho enquanto ele escrevia alguma coisa. Deveria ser uma sentença. Um diagnóstico. Um epitáfio. Cheguei à farmácia com a receita. Os nomes dos remédios pareciam fórmulas químicas e eu, assustado, não comprei nada. Voltei para o meu quarto e fui ouvir uns discos. Essas coisas modernas não têm cheiro, nem vida. A música do vinil fluía junto com o som da agulha correndo pelos sulcos. Havia ruídos, estalos e uma sonoridade sofisticada e quente. A Wanda Landowska e o chá de capim cidró, isso combinava, mas queimei a boca de novo. O toca-discos era um mecanismo, mas não era uma criação que produzisse um som fantasmagórico como o do CD. Manifestação dos elétrons do micromundo. Já sonhei com os espíritos e mesmo já os ouvi. Ficam sob a minha janela cantando para mim para que eu fique louco. Serei um louco que acha que é médium, ou um médium que ouve espíritos loucos? Uma vez eu comprei uma tartaruga chinesa de pelúcia e dei de presente. Não gostaram. Então eu pedi de volta e nas noites quentes sonho em nadar nos trópicos com a tartaruga em evoluções fantásticas à luz da lua cheia. E também com as minhas bonecas espanholas ao som da salsa e do merengue. Ontem me lembrei de um tio, já morto. Já foi tarde. Como é bom envelhecer e ir ficando livre das malas. Haverá um dia, depois da guerra, da peste e da fome, em que eu estarei sozinho. Tão só que eu não vou ter mais motivo para não me conhecer profundamente. Depois de muitas décadas não haverá gente no caminho e eu vou poder me encontrar comigo. Vou estar em cada esquina, em cada bueiro, em cada ninho de pomba. Vou me enxergar como eu sou, não como agora em que deixo partes invisíveis. Vou me desejar sem a interferência de toda essa poluição humana.

Prisão


No caminho para casa, as lajes do chão sobem para sustentar os meus pés, conforme a minha crença e o meu desejo. Eu quero chegar logo e não presto a atenção em nada que possa aumentar o tempo que me leva ao destino. Uma moto passa raspando por mim, é algo que inventei para apimentar a noite. Não há medo, os meus passos são suaves, eu nem os noto. Aqui em casa se juntou o desejo do conforto com a certeza tola de ter atingido o objetivo. A magia do mundo termina quando eu tenho medo. O medo me faz pobre, velho e mesquinho.

Tem dia que a gente acorda com a alma amarrada.
A cabeça quer voar, as mãos querem fazer, os pés querem andar... e nada sai do lugar.
Não é preguiça.
Não é falta de vontade.
É excesso de vida acontecendo tudo junto.
É boleto, é filho, é medo, é cansaço, é sonho grande demais pra caber num corpo que só tem 24 horas no dia.
Se você tá assim hoje, senta aqui do meu lado.
Respira. Você não tá sozinha.
Às vezes o primeiro passo não é correr.
É desamarrar um nó de cada vez.
_Van Escher_ 🪐

Devaneios da Alma


Continuem em movimento, continuo em movimento
Os pés afundam nessa lama de pensamentos,
Quero viver sem arrependimento
Ar condicionado a pensar, em todos os momentos
Em que com você queria estar


Suspirar ar sem impedimento
Da onde venho ar não tem oxigênio
E me falta sufocar, de tantos sonhos jogados ao vento.


Da onde eu venho as ondas não são do mar
Estou encalhado nesse tempo, naufragado em ventos
Tempestade que não quer passar
E raios ecoam todo o tempo


Nesse lugar os navios podem voar
E procuram-me ao 7 mares e aos 4 ventos;


Pontos de referência não servem para encontrar
A direção que o coração veio a chutar
Como um tesouro que não conseguem desenterrar
Mas acredito que ainda vão me achar
Sereias me contam que a hora vai chegar


02 de Agosto

Talvez eu não seja sábio,
nem chegue eu aos pés dos escritos antigos,
pois sou apenas pó que caminha,
errante em um mundo que não compreendo por inteiro,
obra de uma consciência maior do que a minha.


Sou transitório,
passageiro entre o nascer e o desaparecer,
e habito uma anomalia que chamo de vida,
sem conhecer-lhe a origem nem o fim.
Pois a sabedoria
é o nome que damos
àquilo que pensamos ter entendido,
ainda que o entendimento nos escape como vento entre os dedos.


E se aquele que fez todas as coisas
viesse a corrigir o que julguei correto,
não se revelaria, então,
a limitação da minha própria razão?
Não seríamos tolos
mesmo quando nos julgamos inteligentes?
A vida, portanto,
é um desdém ao entendimento humano,
pois quanto mais cremos saber,
mais nos é revelado o quão pouco alcançamos.


Somente chamo de sábio
aquele que está além da morte e da vida,
além do tempo e da matéria,
o próprio que não compreendemos
e que, ainda assim, sustenta todas as coisas.