Perto e Longe
O vazio da alma preenche-se de poesia, aquela que nosso olhar capta perto ou longe, no horizonte ou dentro de outro olhar...
Aqui, de perto, tão longe...
homens, pedem para descansar
pais e mães, indo e vindo,
filhos à descobertas, olhar
memórias douradas
verdades inventadas,
e faces de beleza
com cheiro de cotidiano
é segunda-feira,
dança nas chamas do almoço
um brinde sem nome, sem data
um ritmo familiar...
pratos, pia, louça
e a eternidade brilhando
dentro de cada um
na vontade de viver
todos em forma singular
.
O viajante iluminado, "A beleza do cotidiano".
Gosto do silêncio e de descobrir o mundo, de estar longe e perto de tudo.
Não sei se o amor está longe ou perto de mim, mas Deus plantou em mim um jardim de sonhos, que a mim cabe a missão de cultiva-lo; as minhas lágrimas são como chuva a rega-lo, o meu sorriso é o adubo que o alimenta
Longe, quando perto quero estar
Livre dessa liberdade de se perdoar
Perto, da direção de me apaixonar
Que havemos de algum dia nos encontrar;
Me esconder por onde a sombra pudesse se apagar;
Nestes cegos sentimentos, quando nem ao menos coubesse um surdo alívio de se perguntar;
Será que neste coração cabe algum sentimento manso, disposto a lhe amar?
Ou a amizade vai prevalecer e devo me asossegar? Pois se for o que seu coração querer... Eu vou lhe respeitar;
Só quero que guarde essas palavras com intenso carinho para um dia se recordar!
Não importa se estás longe ou perto, espalhe o bem, divulgue o certo, não fale mal de ninguém, pois a língua maldizente não combina com gente de bem, não atire a esmo, quem faz o mal, morre por si mesmo.
Não importa o quão perto ou longe você está, sempre haverá momentos em que mentalmente ou fisicamente, você vai sentir-se, distante com medo ou cansado de algo, mas isso não afetará o segmento que te une ao seu destino...
Pode chamar do que quiser, mas quando tem que acontecer vai acontecer.... nós sempre estamos ligados a algo ou alguém e esse é o sentido da vida, lutar por aquilo que quer até conseguir...
Depois sempre agradeça pela suas conquistas pois só vc sabe tudo aquilo que passou para ter o que deseja e sempre sinta-se grato pelos momentos felizes que passam
Na sua vida....
.....Gratidão....
Não sabemos quando estaremos longe ou perto de quem amamos.
Que possamos viver todos os dias como se fosse o ultimo de nossas vidas.
Demostrar amor, carinho, amizade tudo de forma recíproca.
Pois embora, sonhamos com o futuro, como diz o dito popular, este (o futuro) pertence a Deus.
Sejamos verdadeiros.
🤝Amizades verdadeiras nunca se desfazem. Seja de perto ou longe ela sempre permanecerá vinculada, seja pela convivência ou pelas boas lembranças do que um dia foi vivenciado!
Estou sempre perto, mesmo longe.
E se a saudade teimasse em doer
Era pra você que meu pensamento voava.
Pois o amor está aqui.
Dentro.
Perto ou longe, deseje o bem.
Acolha com palavras gentis.
E que só de amor sejam os seus gestos.
Andamos todos precisados.
E muito.
O poema que ainda não fiz é perto, é longe, é dentro, é fora. É aquilo de oiro do sol, aquilo de sonâmbulo luar. É pertencimento de regaço a conflitar suas águias de alados. O poema que ainda não fiz esbarra em sombras para rasgar fulgências. É ilha e deserto a dizer desse jeito assim visceral e fatal sobre aprender e sentir VIVER.
Na pretensão de fazer-se verbo, o poema que ainda não fiz, convulsiona verdades doutros para fazê -las, por fim e por começo, minhas. Quiçá, possa eu tê-las, quiçá assim possa eu, sê- las. O poema que ainda não fiz, desarruma certezas, desajeita quietudes, desassossega silêncios, realinha olhares. Maldição consentida que conversa comigo num diálogo estranho, descalço, portanto, íntimo. Desses estranhos que salgueiam, que braseiam, ternuram, adoçam os tudos e os nada em nós. O único acontecer capaz de fazer conhecida, fazer liberta uma mesma alma para muitas vidas. O poema que ainda não fiz, é tecitura das vontades e dos quereres pagãos. É confluir sagrado e profano no inalienável e incorruptível dever SER. Vê como monge em clausura o já tido, sente como entranha cigana o ainda não sido. A licença é para partir. Partir sob ânsia selvagem, alheia ao morno, alheia ao raso, alheia ao atalho, alheia à metades. O poema que ainda não fiz rabisca versões outras de mim, a mãos leves ou carrascas que sejam, sem interrogar porquês, sem censurar soturnos, sem pretender conclusões, sem avultar finitudes. O poema que ainda não fiz, arrasta madrugadas para amanhecer encontros a baloiçar inícios. E quão híbrido de sentires é esse encontro. O poema que ainda não fiz, gargalha gostoso pedaços sonetos da vida. Descansa no papel todos os êxtases de sentir. O poema que ainda não fiz, confia ao mar um girassol de tarde outonal forjado entre sede e fonte como lenda e feitiço de amar a pretender fazer daquele mar, habitar querente de seus tão íntimos e imortais badulaques de amor. No poema que ainda não fiz, existo e subsisto num alto e largo apelo por SER. Tudo o que fascina e por algum descuido acumina, habita teus verbos. Por crença, por rendição por confessa paixão, dou- te em poesia telúrica, vida. Vida já desde o útero, prometida ao divino e inexorável impudor do INTENSO.
Não existe cortesia maior
Do que o sol
Cumprimentando o mar,
Assim é você perto ou longe,
Mas nunca deixando de me amar,
Não há o que explicar.
O amor é assim: ele surge como o
Amanhecer abrindo carinhosamente
O céu do coração - e a percepção.
A Paraíba e Santa Catarina formam
Rima para fazer letra de música para
Animar um forró de uma maneira que
Até o Bom Deus duvida... é a vida!...
A poesia é assim, ela capaz de chamar
Para brincar de roda o Rio Grande do
Sul, Santa Catarina e o Paraná com
A pequena joia que se chama Paraíba.
Joia rara e pequenina capaz de seduzir
Arrebatadoramente o coração e fazer
O Brasil inteiro cantar a sua canção.
Por isso saúdo Luiz Gonzaga que a
Eternizou em versos e ritmo de paixão.
A Paraíba é uma joia que é para guardar,
Apreciar e poemizar para fazê-la notada
Porque ela tem mística - é terra encantada,
Quem sabe levarei o meu amor
Para a Praia de Tambaú?
Para todos apreciarem o mar
E uma das mais belas nuances da alvorada?
