Pertencer
Sentia - se como um barco á deriva.
Desejava se encontrar.
Pertencer á algum lugar.
Descobriu assim, em meio às tempestades da vida que bastava a si
para ser feliz onde estivesse.
Que o amor enraizado estava
nesse coração que é feito sol e
que a todos aquece.
Descobriu que bastava a si para sorrir.
Contemplar a vida com outro olhar,
deixar o barco lhe guiar para um lugar
onde a poesia pudesse florescer na alma que não só quer existir, mas deseja
com simplicidade viver.
Descobriu que para sentir a paz lhe envolver, bastava agradecer.
Ser grato é amar sem nada dizer...
Quem á conhece, saberá entender.
Deixa seu barco correr para um lugar que te dá prazer... Você!
Não pertenço mais, nem vou voltar a pertencer mais a grupo algum. Vou seguir sempre com meus princípios, mesmo que seja derrotado por seguir fiel a ele.
Não quero ser comparado, julgado e confundido com essa escória do chorume, que se tornou uma considerável parte da nossa sociedade.
Esse ódio institucional mostrou o quanto involuimos e somos pequenos como seres humanos.
É que eu amo te ter.
Não esse "ter" de pertencer,
mas sim o "ter" de te querer.
E gente, que medo de te perder.
e sobre os sinais negativos?
misericórdia, me esquivo.
me assusta ter algum tipo de motivo,
como se não fosse sair dali vivo.
é angustiante, ardente, profundo
que chega até pertinho do submundo,
tornando-se tão fervoroso quanto um vulcão
criando a tal formosa erupção.
E como pode então, sobreviver a esse feitiço?
pois digo que não se sobrevive,
mas se vive, obviamente.
Entretanto, em um alvoroço estonteante.
mas esse é só um poema amador
cheio de toda pura ladainha
de ficar escrevendo palavras soltas
formadas por um tanto de clichê.
Gente, ma que droga de confusão.
Não consigo organizar-me nos meus pensamentos
falar dos meus sentimentos
só nesses enigmas repetitivos.
Será que está entendível?
Provavelmente não, pensando bem
é um sinal do reflexo do meu amor
e de como meu cérebro computa toda essa dor.
Dor? Mas não era um grande amor?
sim, amor e dor.
porque eu amo te ter.
e morro de medo de te perder.
de nenhum jeito algum doutor
conseguirá compreender
o palpitar do meu peito acelerado
sempre que estou a te ver.
espero que tu entendas então
pois o que sinto dentro do meu coração
é a mais infinita paixão.
Como se estivesse em completa competição.
Mas olha, se você não entender
saiba que a única coisa que eu quero dizer
é que o amor que eu sinto por você
é mais complexo e inimaginável do que aparenta ser.
espero não te assustar
mas eu amo te ter
e amo conseguir me ter
mesmo ao te amar.
e caso você não consiga se equalizar
tente ao menos ser tudo que puder
que caso dê muito ruim
ainda vou te amar assim.
- A.
Até onde você está disposto a ir ,e que lutas está disposto a travar pelo privilégio de pertencer à si próprio,se libertando do cativeiro emocional que você mesmo se colocou dentro , apenas para agradar alguém que sequer , consegue lembrar o seu nome
Os planos podem até pertencer a sua mente, mas a realização destes dependerá do conjunto de fatos relacionados a um tempo que há de vir...
É a resistência à vida que nos traz a sensação de nunca caber, nunca pertencer, nunca serenar nem satisfazer.
A mesma sensação de pertencer a lugar algum o acompanhava além-mar e por sobre continentes.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
Muitas pessoas passam uma vida inteira desejando ser parte de algo, enquanto esquecem de pertencer a si mesmas...
O que significa ser um seguidor?
Muitas pessoas podem pensar que é uma forma de pertencer, de se sentir aceito, de se adaptar à sociedade.
Mas será que é mesmo assim?
Será que seguir não implica em renunciar à própria identidade, à própria liberdade, à própria consciência?
Imagine viver sob a influência dos outros. Imagine seguir as modas, as tendências, as opiniões e as ordens alheias sem questionar. Imagine se conformar com o que é imposto, com o que é esperado, com o que é conveniente. Imagine não ter voz nem vez.
Esse é o destino dos seguidores. Eles estão emergindo através de uma marola. Eles não têm força nem coragem para enfrentar as ondas da vida. Eles se deixam levar pela correnteza e pelo vento. Eles não têm controle nem direção.
Eles estão flutuando através das brumas. Eles não têm clareza nem visão sobre a realidade. Eles se deixam cegar pela névoa e pela fumaça. Eles não têm discernimento nem critério.
Eles perdem a noção do tempo. Eles não têm passado nem futuro. Eles vivem no presente efêmero e ilusório. Eles não têm memória nem projeto.
E eles estão alugados, desiludidos, convencidos e confundidos. Eles vendem sua alma e seu corpo por um preço baixo e temporário. Eles sofrem com a decepção e a frustração de não serem quem queriam ser ou terem o que queriam ter. Eles são enganados e manipulados pelos líderes e pelos meios de comunicação.
E eles são obrigados a acreditar. Eles não têm fé nem razão para sustentar suas crenças ou valores. Eles se deixam doutrinar e persuadir pelos dogmas e pelas ideologias alheias.
E eles são desconfiados. Eles não confiam em si mesmos nem nos outros. Eles vivem com medo e insegurança de perderem o que têm ou serem traídos por quem seguem.
E eles sempre seguem sem parar ou mudar.
Se desvencilhar dos grilhões no qual foi vítima por pertencer ou ter escolhido viver e conviver nessa realidade de toxidade e inadequações de comportamento e negatividade é o caminho da sua evolução, do seu desenvolvimento pessoal.
Coisas, escrevo, um pouco de sol, o que não disse em ígnea objetividade, um pertencer a quem ou voz que dar o que a vida quer ousar ser, ou encontrar, para surpreender e amar.
Esse é o maior prazer, pertencer-se e sorver-se a cada dia em pequenas doses... tudo o que lhe pertence.
