Perfeição
Éramos perfeitos um para o outro
Éramos amigos. Nos conhecíamos desde crianças. Diferentemente de Romeu e Julieta, nossas famílias se adoravam. Era quase como se fossemos parentes. Tínhamos muitos amigos em comum e os que não eram tornavam-se. Éramos perfeitos um para o outro: loucos na mesma proporção. Então um certo dia resolvi dar uma chance para a nossa relação e aceitei o pedido de namoro.
Passaram-se 14 dias de felicidade extrema. Nem eu te sufocava, nem você me prendia e assim queríamos estar sempre perto um do outro. Nos controlávamos só para não desfocar das atividades cotidianas que eram obrigatórias e de extrema importância. Eu sentia-me completamente feliz só por saber que você estaria ali para mim (e você dizia sentir a mesma coisa). Estava tudo muito perfeito. Eu deveria saber que viria uma bomba a qualquer hora, já que sempre me aparece um motivo para ficar triste quando fico alegre demais.
Então —como o destino demora, mas não falha— um belo dia eu acordei feliz por ter sonhado contigo e por termos conversado antes de dormir. Olhei meu celular com os olhos ainda embaçados e tinha uma porrada de mensagens e ligações perdidas suas. Esfreguei os olhos, li e não acreditei que era real. Voltei a dormir e acordei novamente. Para minha tristeza vi que não era pesadelo e sim uma realidade da qual eu não poderia acordar: você estava me deixando. E o pior: você me deixou sem motivos.
A facada que mais dói é a de quem você não espera. E eu nunca esperei uma de você. Então eu me acabei de chorar por dias, bebi muito (coisa que não faço), dei vexame, acabei com a minha dignidade e vomitei. Vomitei tudo que eu tinha por dentro. Lembrava de ti com um certo enjoo, ressacada. A paixão é mesmo uma coisa: uma hora existe, noutra some. E para sumir tive que vomitar todo o sentimento que eu tinha por você.
Sem ti senti como se nada tivesse sentido. Depois senti como se nada tivesse sentido por ti.
E sim, éramos perfeitos um para o outro, mas aí acabou. E fim.
DIZEM QUE AS PESSOAS MUDAM, MAS EM VERDADE NINGUÉM MUDA, APENAS RETORNAM A SEREM O QUE SEMPRE FORAM, POIS DEUS É PERFEITO E NÃO NOS CRIOU PARA SERMOS TORTOS.
O que inviabiliza a felicidade são as escolhas que trazemos para nossas vidas. Aquilo que nos causam conforto, que é belo, lindo, bonito, atraente e até prazeroso, faz com que as oportunidades de nossas vidas se tornem amplas e infinitas.
Se prestássemos mais atenção naquilo que não queremos para as nossas vidas, tenderíamos a fazer a escolha perfeita, pois o que não queremos são limitados, onde tornam aquilo que sempre sonhamos em simples realidade.
Autor: Massáo Matayoshi
Ninguém nunca será igual as modelos de revistas, pois elas não existem, são reinventadas a cada detalhe, porque maquiagem transforma e aliado ao photoshop então, faz milagre. A não ser que consigam inventar um photoshop creme que traga a mágica do computador ao mundo real!
Nunca julgue o defeitos dos outros, ninguém é perfeito, aquele que julga é infeliz, sempre precisa apontar o dedo para se sentir superior, já que não consegue aceitar seus próprios defeitos e seus erros.
Quando se passa a observar à escala subatômica, você passa a ter apreço por tudo o que existe. É como se você reconhece a perfeição, a inteligência, que constitui cada coisa.
Não sei quem sou.
Também me cansei de acreditar nas coisas que quero acreditar.
Isso não me alivia em nada, faz-me apenas , refém de minha busca pela perfeição.
A Bíblia é um espelho que reflete a nossa mente. Nela vemos nossa face interior. Das escrituras aprendemos nossas belezas e deformidades espirituais. E ali também descobrimos o progresso que estamos fazendo, e quão longe estamos da perfeição.
Como tudo na vida é uma questão de escolha, então eu escolho conviver em paz comigo mesmo e com todas as pessoas que, por alguma razão, cruzarem meu caminho. Eu escolho ser livre e feliz.
Para um navio, não existe paisagem mais esplêndida do que o oceano à sua frente, esperando para ser navegado. Mas o navio só poderá partir se levantar âncoras...
O importante para se levar uma vida feliz é sempre reconhecermos nossa parcela de responsabilidade em toda e qualquer situação.
É necessário identificarmos a (enorme) diferença entre ser bonzinho e ser justo, pois nessa diferença reside a verdadeira reconciliação, fruto do discernimento que lhe permite agir de maneira sábia.
