Perdi quem Amava
Por desilusões eu me perdi, me perdi de nós,
Desfiz seus sorrisos.
Do nosso amor, se fez um nó.
E eu que flutuava no seu amor, caí na terra só.
Então perdi a senha Peço que me venha a recuperar O link fica abaixo do queixo encostado no peito Há de entender se consegue ver o amanhecer E quando o crepúsculo avisar Digite certo que o portal abrir-se-á Aí poderemos ir livres da dor do passado.
´´Eu perdi o meu amado
Meu amado romeu da minha julieta
O meu amado queijo da goiabada
O meu yin do meu yang
Sem perceber acabei perdendo tempo demais com
Alguém que iria se sacrificar
A qualquer custo para ser o meu oposto um dia.``
Não sou filósofo e nem alguém de grande valor , sou um homem que luta e sofre. Perdi muito com o tempo e a dor de perder me segue como aliada em momentos difíceis. Mas a dor é pouca comparado a resistência que eu fiz no caminho.
Quando lhe perdi!?
Quando os meus beijos perderam o sabor pra você?
Quando lhe perdi?
Quando os meus toques perderam o encanto?
Quando lhe perdi!?
Quando os seus olhos pararam de brilhar ao olhar nos meus?
Quando lhe perdi?
Quando passou a está tão longe, mesmo tão perto?
Quando lhe perdi!?
Quando a minha chegada passou a não mais valer a pena à sua espera?
Quando lhe perdi?
Tenho Dúvidas
Minha vida é uma confusão
E me perdi em minha própria imensidão
Um mundo cheio de possibilidades
Porém nenhuma me atrai de verdade
Eu não sei bem o que quero
Talvez sejam incertezas do meu coração, ou até mesmo do meu cérebro
Tenho dúvidas sobre o que é o amor
Sinto que preciso ser magoada para entender essa dor
Tenho dúvidas sobre o que é amar
Imaginar fazer de tudo sem hesitar.
Tenho dúvidas sobre o que é ser feliz
E sinto que minha vida está por um triz.
O que devo fazer?
É apenas o que queria saber
Não entendo o porquê às vezes, nada parece fazer sentido
E o meu mundo está a cada dia mais perdido.
Sofrer se tornou algo normal
Nesse meu mundo a dor é natural
A lembrança de algo extraordinário, eu nem me recordo mais
Apenas espero conseguir deixar tudo isso para trás.
Nome que é meu -
Nada no mundo me prende
perdi-me no sofrimento
e quanto dói dentro da gente
não saber dar tempo ao tempo!
Sou como a folha caída
que se perdeu do mundo inteiro
sou como a flor esquecida
em manhã de nevoeiro!
A tristeza que me abraça
dá mais voz à minha fome
sou como tudo o que passa
não me chamem pelo nome!
Porque esse nome sem carinho
foi o destino quem mo deu
deixem-me Ser pelo caminho
longe desse nome que é meu!
Eu te perdi quando tentei me encontrar,
No espelho da alma, comecei a indagar,
No processo de autoconhecimento a caminhar,
Achando a mim mesmo, vi você se afastar.
Foram nos momentos que questionei minhas escolhas do passado que tropecei no agora e perdi o trem do futuro.
Já perdi muitas vezes a cabeça, a paciência, já entrei em desespero, já me calei diante do mal e já gritei em silencio por socorro. Em todos esses momentos não perdi o respeito ao próximo, apenas o respeito a mim mesma e as minhas cicatrizes. Sei que poderia ter feito muito mais por mim, descobri ao longo dos anos que o passo para a cura desses males esta no grito que não dei , exatamente por saber que nunca iremos mudar as pessoas a nossa volta, só podemos mudar a nós mesmos!
Perdi a energia para certas coisas, como o amor em
desalinho, Na memória ecoam lamentos, no coração, um vazio mesquinho. Mas trago esperança no peito, ansiando por um recomeço, Para encontrar a harmonia e dissipar todo o avesso.
Deixo para trás as sombras, abraço a luz que se aproxima,
Renovo as esperanças, enquanto a alma se anima.
Encontro forças no sorriso, na alegria que se revela,
E sigo em frente, firme, em busca de uma nova tela.
Fiz de tudo pra não te perder, até que me perdi. Me refiz, me reencontrei e agora que tenho a mim, o que será de você?
Foi por Caxias que perdi meu ar
Será que foi lá que fui me apaixonar
Nas subidas e descidas
Vi a moça da mais bela vista
Mas como aprendi
Boniteza não se coloca na mesa
Na eloquência da sua fala, percebi
Valores que refletem a sua nobreza.
Antes que o Alzheimer me domine
Nessa poesia venho eternizar
Como gostei de te conhecer
Mesmo que o não venha a te encontrar
Eu já me perdi tantas vezes nessa jornada. Foram tantas encruzilhadas, caminhos tortuosos e tantos retornos. Ainda bem, que você me encontrou em todos os meus passos errantes.
“Pois o que sinto é eterno e livre de adeus.”
Já perdi as contas de quantas vezes eu te beijei,
Mesmo sem nunca ter te tocado,
Fechava os olhos carinhosamente,
Um sabor de gostoso de beijo roubado;
Pra mim não importava ter sua permissão,
Pois nessa viagem sempre fui solitário,
Realizava o desejo do meu pobre coração,
Único lugar que o relógio girava ao contrário;
Esse desejo carente dos teus braços,
Eu ansiei em noites em claro perdido na ilusão,
Cavalgando pelo mundo dos meus sonhos,
Tentando te encontrar em cada canto do meu coração;
Atravessei o fogo pra te proteger,
Tempestades, terremotos e desfiladeiros,
Joguei-me de penhascos e voava na imaginação,
Das lembranças o teu sorriso sempre vinha primeiro;
Ainda se um dia o mundo se acabar,
O apocalipse prometido por nosso Deus,
Até no último minuto não deixarei de te amar.
Pois o que sinto é eterno e livre de adeus.
Deutes Rocha Oliveira (Parauapebas-Pa, 06 de novembro de 2023)
A história que eu lhes conto agora
Não passa de uma ficção
Vim procurar quem perdi em outrora
Quando estive em outra encarnação
Com o tempo eu fui compreender
Que a vida me deu outra versão
Pra rever hoje nesse meu viver
Um futuro sem mais separação
