Perder Alguem Morte
Tirania Infantil
Com medo de perder o amor dos filhos, pais renunciam ao seu pátrio poder, entregando-se ao jogo sutil e hostil da tirania infantil, tornando-se frágeis e subservientes.
Colocados no trono por pais sem firmeza, sem voz, reféns de uma culpa atroz, acreditam que não dedicaram tempo e atenção suficientes para esses rebentos algozes.
Infantes exigentes, pais obedientes, autoridade enfraquecida, valência perdida, tirania fortalecida na culpa assumida.
No lar, o caos reina, pais sem direção, remorso que nutre em vão, jovens onipotentes em ascensão determinam o refrão.
Transfigurados em pais dos pais, esses pequenos tiranos comandam cada vez mais, numa inversão de papéis onde os filhos mandam e os pais apenas obedecem.
Perder a sombra é perder a alegria, o rumo, o norte. É estar e não se perceber, é ser e não se sentir. É descobrir que o que era não é e, talvez, jamais tenha sido. É descobrir que o que é não foi concebido, mostrado ou premeditado. Perder a sombra é descobrir-se desnudo, frágil e sozinho. É ver os amigos brindarem e não se incluir naquele brinde. É ter a certeza de que se enganou a vida toda, de que quis acreditar na realidade que idealizou e ignorar o que existia. É ver o inverno chegar e não ter se aquecido, ter acabado a lenha e não ter cuidado do fogo. É como o cão que fica sentado sobre o próprio rabo, esperando ser chamado para brincar com o dono e o dono aparece com um gato lindo, de raça pura que é levado para sua cama. Perder a sombra é entrar numa esfera de quase ser, de estar atrás do espelho, dentro da imagem invertida e, dali, ver o mundo acontecer sem ter vontade de sair.
Perder a sombra é perder a alegria, o rumo, o norte. É estar e não se perceber, é ser e não se sentir. É descobrir que o que era não é e, talvez, jamais tenha sido. É descobrir que o que é não foi concebido, mostrado ou premeditado.
Perder a sombra é descobrir-se desnudo, frágil e sozinho. É ver os amigos brindarem e não poder repetir o brinde. É ter a certeza de que se enganou a vida toda, de que quis acreditar na realidade que idealizou e ignorar o que não percebia.
Perder a sombra é ver o inverno chegar e não ter se aquecido, ter acabado a lenha e não ter cuidado do fogo. É sentar-se, como o cão, sobre as próprias pernas, esperando ser chamado para brincar com o dono e o dono aparece com um gato lindo, de raça pura que é levado para sua cama.
Perder a sombra é entrar numa esfera de quase ser, de estar atrás do espelho, dentro da imagem invertida e, dali, ver o mundo acontecer sem ter vontade de sair.
Estou muito temeroso em te
perder pelo poder da ansiedade
Mas tenho muita coragem em lutar
por você todos os dias da minha vida!
Você sabe como é frustrante quando a conexão com a internet cai, não é? Agora, imagine perder a conexão com o PROVEDOR DIVINO por falta de fé. Assim como precisamos de uma internet estável para navegar sem interrupções, precisamos manter nossa fé firme para continuar conectados à orientação e ao amparo da Providência Divina. Não deixe que a dúvida e o desânimo cortem essa conexão essencial. Cultive sua fé e mantenha-se sempre conectado.
Estender as mãos, perder tudo, ser ignorado e, por fim, esquecido — sonhos desfeitos, esperanças perdidas.
Término é um eterno perder-se e buscar a si. Perco as forças toda vez que o amor que é meu, vai em busca da pessoa que amei. É igual um cachorro que foge pra fora de casa e você tem que ir buscá-lo para trancar novamente.
"O nosso grande inimigo é o nosso subconsciente; o consciente diz: vá a academia para perder peso, acorde cedo para trabalhar e estudar, deixe os vícios, acate os conselhos de seus pais, etc. O subconsciente responde, isto é besteira. Vou descansar, dormir mais, para que se esforçar? Trave uma luta contra o subconsciente e nunca esqueça: "O caminho do sucesso está sempre em construção"
Perder-se é o primeiro passo para se encontrar; a cada ciclo, o novo me desafia, mas sempre me transforma.
Perder-se para se Encontrar
Perder-se é mais que um tropeço,
É um grito mudo do coração,
Um chamado ao desconhecido,
Um convite à transformação.
Nos labirintos do que fui,
Me vejo sem mapa, sem direção,
Mas é na ausência do caminho
Que nasce a força da criação.
Cada ciclo é um novo enigma,
Uma página que não sei escrever.
O medo me sussurra incertezas,
Mas a esperança insiste em viver.
O novo vem como um vento forte,
Desafia as raízes do que era meu.
Carrega sonhos ainda sem forma
E planta flores onde o chão se perdeu.
É no escuro que encontro faíscas,
Pequenas luzes de algo maior.
São peças de um quebra-cabeça
Que o tempo monta com o amor.
Transformar-se é morrer um pouco,
É despedir-se do que ficou para trás.
Mas em cada despedida há renascença,
Um eco de vida que nunca se desfaz.
Assim, sigo pelo desconhecido,
Aceitando que é preciso mudar.
Pois perder-se é só o começo
De quem nasceu para se encontrar.
"Em breve, correremos o risco de perder o direito de rir, para evitar ofender aqueles que, infelizmente, não possuem dentes."
