Perdemos o que Deveria ser nosso
Que exército é esse que em plena pandemia
subtrai da população quando deveria
fornir gêneros de primeira necessidade
e auxiliar na emergência sanitária?!!
Óbvio!
Um coração que bate acompanhado da super inteligência não deveria se preocupar em dominar, seria mais prático conviver em harmonia.
Existem pessoas que riem do que deveriam pensar sobre, e tem pessoas que pensam sobre do que deveriam rir. Então esta pessoa diz que o mundo é confuso e difícil, ou apenas as prioridades ou os valores desta pessoa que estão trocados? Quem sabe.
Protegendo sua emoção
A técnica do Dcd ou seja;
Decidir, criticar, determinar,
não deveria ser só uma regrinha
comum, deveria ser uma obrigação.
Decidir com que vai ficar, determinar
uma situação certa a conquistar, determinar
caminhos a traçar com esperança e sabedoria
essa definitivamente seria muito mais que uma
mera teoria....
Deveria ter mais incentivo do governo para esta classe de artistas esquecidos, o governo gasta milhões todos os anos em programas governamentais a maioria sem necessidade, e porque não implantar um projeto que apoia os futuros escritores?
”Quanto maior a vulnerabilidade, maior o risco de delegar o que deveria ser autonomia e tornar-se refém dos próprios salvadores.”
A definição de Gestão, sobre uma visão ampla, deveria ser definida como sendo a capacidade de atuação simultânea, em três áreas do conhecimento:
- Liderança de Pessoas;
- Gerenciamento de Processos e Ambientes;
- Execução da Visão Estratégica.
Assim, um verdadeiro GESTOR deve, simultaneamente:
- Liderar as pessoas de sua equipe;
- Gerenciar os processos e o ambiente de sua responsabilidade;
- Executar a visão estratégica definida para suas áreas.
Relacionamento com Deus é assim, quando você não entrega a ele o que deveria não deve reclamar do que não recebeu. Bispo Jorge Felix
O aluno é mais que um instrumento de trabalho árduo; ele é uma joia rara que deveria ser lapidada diariamente com amor, carinho, prazer e dedicação. E não como um instrumento de desprezo e tolerância.
Como o tradutor deveria lidar com as possibilidades? Equilíbrio!
É mais efetivo e vantajoso dizer o que um texto significa ou o que ele quer nos dizer?Ambos são importantes e complementares, não excludentes!
O desafio do tradutor é imenso e opcional.
Faça o que você gosta e que te proporciona prazer contínuo, pois a vida é curta, mas não deveria ser pequena!
Antes de se estar em pé e ensinar, se deveria primeiro se sentar e aprender! 📖
- Rm 12.7 - Paulo vs Marcos
Mulher…
Ah, mulheres… o que seria de nós sem vocês?
A palavra “mulher” deveria ter outro significado no dicionário, algo como:
Empoderamento, garra, força, persistência, dona de si, batalhadora, que não mede esforços para conquistar seus objetivos; focada, decidida, multifunções, entre tantas outras qualidades.
O que seria de nós?
Muitas cuidam da casa sozinhas, trabalham, estudam, cuidam dos filhos, mantêm suas atividades diárias e ainda cuidam de nós. Sejam mães, namoradas, esposas, filhas, tias, avós, madrinhas, irmãs — nossa gratidão eterna a vocês.
Obrigado por se desdobrarem para cuidar de tudo e por mostrarem que jamais seremos 1% do que vocês são. Vocês sempre estarão anos-luz à nossa frente.
Obrigado por existirem, por tornarem nossos dias mais coloridos e especiais. Nunca esqueçam da força que têm — o céu é o limite para vocês!
Amamos vocês.
— Porque você perde seu tempo indo na igreja? A vida e curta você deveria aproveitar mais ela.
— você tem razão a vida é breve passa logo mais tem outra e que será eterna, e é para essa vida que estou me preparando todos os dias!
Quando a Voz do Espiritismo se Perde Onde Nunca Deveria ter Saído. Parte I.
Há algo de silenciosamente grave acontecendo no Movimento Espírita contemporâneo. Uma displicência suave, quase imperceptível, mas devastadora: falar em nome do Espiritismo sem conhecer a base das bases da Obra Codificada; viver sob o rótulo espírita sustentando princípios que não pertencem ao seu corpo doutrinário; importar concepções veneráveis de outras tradições que respeitamos profundamente mas que não compõem o edifício proposto por Allan Kardec.
É nesse ponto que a frase atribuída a Léon Denis “O Espiritismo não é a religião do futuro, mas será o futuro das religiões” revela sua real grandeza e, paradoxalmente, a advertência que muitos não percebem.
A advertência velada na frase de Léon Denis.
Denis não afirmou que o Espiritismo será o triunfo de uma nova crença sobre as outras, nem que substituirá formas milenares de experiência religiosa. Ele fala de futuro, não de supremacia; de integração, não de dominação.
Seu entendimento era que, com o avanço da razão e da sensibilidade, as religiões naturalmente absorveriam princípios como a imortalidade em progresso, a reencarnação, a comunicabilidade dos Espíritos e a causalidade moral.
Mas Denis parte de um pressuposto inegociável:
_ Que o Espiritismo permaneça fiel a si mesmo.
_ Que mantenha sua pureza metodológica, sua ética investigativa, sua racionalidade moral e filosófica.
Sem isso, o que poderia ser o futuro das religiões tornar-se-á, ironicamente, um campo confuso onde o Espiritismo se dilui em sincretismos, rituais, misticismos e práticas que nada têm a ver com sua proposta original.
A displicência que abre feridas silenciosas.
Há uma tendência preocupante e crescente de falar em nome da Doutrina Espírita usando conceitos que não são espíritas:
_ Práticas ritualísticas,
_ Elementos mágicos,
_ Crenças fatalistas,
_ Espiritualidades intuitivas não verificadas,
_ Sincretismos que obscurecem,
_ e discursos emocionais que não se sustentam na Codificação.
Essa mistura, ainda que bem-intencionada, produz um falso verniz de Espiritismo que seduz, mas não educa; conforta, mas não ilumina; empolga, mas não esclarece.
É exatamente o oposto do que Kardec legou.
E aqui reside o núcleo do problema:
_ Sem o estudo sério, a obra espírita perde identidade.
_ Sem rigor, perde autoridade moral.
_ Sem fidelidade ao método, perde a capacidade de contribuir para o futuro das religiões justamente o alerta de Denis.
O Movimento Espírita entre o avanço e o retrocesso.
Se não atentarmos para a fidelidade doutrinária, o que Denis viu como um movimento de síntese universal poderá tornar-se uma fragmentação interior.
Se o Espiritismo pretende auxiliar outras religiões a se libertarem de dogmas e equívocos, como poderá fazê-lo se ele próprio começar a carregar dogmas novos, rituais novos, crenças antigas recicladas e práticas que a Codificação nunca legitimou?
O risco é evidente:
_ O futuro das religiões não absorverá o Espiritismo.
_ Será o Espiritismo que absorverá acréscimos indevidos, esvaziando-se até tornar-se irreconhecível perante sua própria gênese.
E aqui, cabe a frase que precisa ser dita com toda a gravidade necessária:
– Os fins não justificam os meios.
A Doutrina não precisa se enfeitar com o que não lhe pertence para tocar corações. Seu brilho é próprio.
Chamado à acuidade e ao compromisso moral.
A seriedade da Doutrina não está na rigidez, mas na honestidade intelectual.
Está na coragem de dizer:
_ “Não sei.”
_ “Não pertence ao Espiritismo.”
_ “Respeito, mas não adoto.”
O verdadeiro seguidor da Codificação não teme parecer menos espiritual aos olhos dos outros.
Ele teme, isto sim, comprometer uma Obra que não lhe pertence.
É esse senso de responsabilidade que falta e que precisamos reacender.
Porque falar em nome do Espiritismo é ato ético.
E viver como espírita é ato de lucidez profunda.
Que cada palavra nossa em nome da Doutrina seja uma ponte, não um desvio; uma luz, não um adorno; uma precisão, nunca um improviso.
O Espiritismo não se impõe - esclarece.
Não subjulga — liberta.
Não mistura — integra.
E para integrar, precisa antes permanecer fiel à sua identidade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
