Perde
"Quando se exige algo que não se merece, superestimando as próprias capacidades, perde-se o contato com a realidade.
Isso se chame arrogância"
A mente humana é um labirinto onde o silêncio fala mais alto que as vozes; quem se perde nele descobre que o próprio eco pode ser o mestre mais severo e verdadeiro.
O ser humano não se perde quando erra o caminho — perde-se quando cessa a interrogação sobre ele. A acomodação que se nomeia como chegada é, clinicamente, uma forma de abandono de si: o sujeito para de questionar para onde vai e converte qualquer ponto de parada em destino, economizando o desconforto da busca ao custo de uma estagnação que se disfarça de maturidade. O erro, ao menos, preserva movimento; a resignação travestida de sentido não preserva nada. E é curioso: a fantasia de ter chegado costuma emergir justamente quando o sujeito mais precisa caminhar.
Ninguém se perde de si; abandona-se, pouco a pouco, em concessões que parecem inofensivas. Troca-se a própria trilha — austera e silenciosa — por caminhos já validados, onde o conforto encobre a deserção. Vive-se muito, mas habita-se pouco. Até que, em algum ponto, a consciência — tardia, porém irredutível — rompe o ruído e cobra o retorno àquilo que nunca deixou de chamar.
Perde-se o tempo justamente quando se tenta economizá-lo: acelera-se o ritmo, comprimem-se os instantes, elimina-se o intervalo — e, no fim, resta uma sequência de dias eficientes, porém não vividos. O tempo poupado não retorna como vida; dissolve-se em pressa. Porque o tempo não se guarda — só se habita.
O mundo perde a cor quando a gente não está bem. Peço perdão não só pelo que fiz, mas por ter colocado uma sombra onde só deveria existir a nossa luz. Eu amo você.
Seu valor não diminuiu na escuridão; um diamante bruto não perde o preço só porque o mundo esqueceu de acender a luz.
A vida muda o curso bruscamente,
De repente o que era pode já não ser;
O que mais se gosta perde o sabor;
O que mais se preza, despreza-se;
O que mais se gosta de fazer, perde a graça;
A vantagem de viver está na valorização da existência;
O que permanece na história é o que se escreve com os atos da vida.
O corpo e a máquina,
Todos envelhecem.
A força se perde,
Não restam folhas.
Nada é eterno
Somos passagem,
Ida sem volta.
É hilário e trágico ver o desespero dessa gente ruim do Brasil e do mundo inteiro, que perde o sono ofendendo e xingando quem tem ideias mirabolantes, só porque sabem que o nosso destino é crescer tanto a ponto de nos tornarmos trilionários e calarmos a boca de todos os críticos.
Quem renuncia ao que passa para viver o que permanece não perde; apenas troca o efêmero pelo eterno.
Cristo não apenas aponta o caminho; Ele é o Caminho. Quem anda com Ele jamais se perde, pois encontra o destino para o qual foi criado.
Quem é resolvido na vida não perde tempo brigando para entrar em panelinhas; Deus continua usando os vasos!
Nem sempre a gente se perde por falta de amor, às vezes é só o tempo agindo para nos amadurecer. O passado não pode ser reescrito, mas o presente é uma folha em branco: se o sentimento mais lindo permaneceu intacto depois de tantas curvas da vida, tenha a coragem de estender a mão e descobrir como ficam as coisas hoje.
"Dizer que 'perdeu a cabeça' pode ser estrategia, pois ainda há quem acredite nisso de 'perdeu a cabeça'! Poizé!"
Texto Meu 0977, Criado em 2020
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Tudo perde o rumo, o sentido, o encanto... Quando o Exibicionismo aflora, seja em que atividade for!"
TextoMeu 1375
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