Perdão

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O perdão que me salva é lento e sem lampejos. Ele se instala como casa simples, tijolo sobre tijolo. Não é espetáculo, nem notícia de jornal. É a rotina de admitir e soltar ao mesmo tempo. E aí a alma respira sem urgências.

O perdão que recebi veio em forma de silêncio acolhedor. Não foi espetáculo, não tinha plateia. Apenas alguém que me olhou sem juízo. Esse olhar me devolveu formas gentis. E eu reaprendi a ser humano com menos armadura.

O perdão que me proponho é lento, como cerâmica. Modela-se com mãos que não esmorecem. Algumas peças racham no forno e perdem a forma. Outras saem perfeitas, surpreendendo até o artesão. E percebo que imperfeição também é beleza.

O abraço que me transforma é simples, sem afetação. Ele contém perdão e ausência de pressa. Sinto nele a possibilidade de recomeço. Alguns abraços valem bibliotecas inteiras. E por eles, continuo crente na bondade humana.

Minha infância ainda soluça em algum sótão da memória. Peço perdão ao menino que fui por não ter sido o herói que ele esperava.

A sabedoria do perdão e da paz ilumina a mente e abre o fluxo da prosperidade. Inspired by the book O Segredo para se tornar um trilionário.

"Perdoe sempre... porque melhor que o perdão só o Amor!!"






Otávio Abadio Bernardes






Goiânia, 17 de dezembro de 2025.

A caridade real não é doar o que sobra; é o amor em movimento através da paciência, do perdão e do acolhimento. ✨❤️

⁠nao adianta fingir que esta tudo bem se de ti eu te do perdao mas nao consigo perdoa ninguem a outra face eu nao dei so o meu ego escutei ate amei os meus amigos mas o inimigos odiei a minha hipocrisia me achei melhor que outro sem percebe a trave que estva no meu olho e pele de ovelha agindo como lobo

(VictorAntunes)
"O primeiro degrau da paz é o perdão"; e não existe perdão mais significativo do que aquele que concedemos a nós mesmos. No curso da vida, como seres sencientes e atônitos, somos sempre uma consequência das volúpias dos sentidos; mais das vezes fazendo escolhas equivocadas E malgrado ensine o sábio provérbio: "conhece a ti mesmo", claudicamos quando o desejo urge; daí, como desenfreados nos impulsos, os "vícios de postura" acontecem. Quase sempre, em decorrência de ilusão ou exageros das expectativas, nos abstraimos do mundo real, bagunçando nosso verdadeiro íntimo e nos tornando indesejados por quem nos assiste...
Mas, o exercício da reflexão, ainda que tardia, nos apresenta certo apanágio; surge quase que numa auto comiseração: "o arrependimento". Ele é o corolário da contrição sincera, uma confissão íntima que nos exige reparação; e na complexitude dos sentidos e do fardo das relações, nosso arrependimento é cativo de um certo tempo; o tempo do ato de reparação; mas, como desastrados que somos dos sentidos, eventualmente perdemos esse "timing" de exercer o reparo; e não devolvemos ao mundo real do "antagonista", a convicção que gostaríamos que ele tivesse sobre nosso calvário de culpas.
Sobremaneira, a consciência da imperfeição que nos acomete, pulula no nosso dia-a-dia; e age de forma responsiva no nosso comportamental;na cinergia e afetações das coisas e das relações que experienciamos. Por isso afirmo: nem sempre temos a plenitude da consciência daquilo que fazemos; nem sequer somos verdadeiramente cônscios de como responderemos, a tempo e modo; tudo é perplexidão quando advém o caos dos anseios dos sentidos mal correspondidos.
Assim, nos perdoarmos é mais importante do que viver em autocomiseracão, num misto de condenação e culpa eternas. A ação clara e coerente é nos perdoarmos; exercer a consciência da reflexão que trouxe o arrependimento; é ele o acerto; e nos permitirmos reconstruir algo bom que se torne mais importante do que uma penitência sem fim; afastando do íntimo uma paga infinita, ante a compreensão de que é preciso estancar a dor e a culpa; tudo que a certo tempo não significará mais nada.
Nos perdoarmos é mais que uma confissão; é o exercicio de uma mea-culpa que liberta; um passo acertado e necessário que nos traz paz.
Pense: quantas pessoas gostariam de pedir perdão àquelas que magoaram, mas perderam o timing?!....
Ora, na vida, tudo que está feito, está feito. Mas tudo que puder ser perdoado, nascerá outra vez.
A certo tempo, tudo estará consumado, tanto para o bem quanto para o mal; mas, se o arrependimento vive no nosso tempo, isso, por si só, já é um tributo doloroso. Nos perdoarmos, portanto, é uma redenção. Indubitavelmente, o mais forte dos sentimentos é o amor; mas ele jamais viveria sem sua alma gêmea: o perdão. Se amar é nunca exigir perdão, isso quer dizer que quem ama, já perdoou... Diante dessa reflexão, permita-se...
Quem, como você, um dia, te amou de verdade, também de verdade não te pediu, nem te exigiu perdão; é porque não precisava. O amor e o perdão são almas gêmeas que pulsam dentro de quem ama; mesmo naqueles que não estão mais aqui.
(Victor Antunes)

⁠Aos falsos o meu perdão.
Aos que me amaram, perdoe-me.

Não espere desculpas, gratidão e perdão…
Faça a sua parte e siga em paz, com a certeza de que o essencial foi cumprido.

“Errar comigo não sai barato. Meu perdão não é moeda de troca, é joia rara – e não se entrega a quem age como bijuteria.”

“Heróis não pedem perdão por fazer o que era preciso.”

Quando o amor é maior que a mágoa, o perdão encontra um caminho.

Romanos 7:19

Não somos perfeitos, por isso o perdão é essencial; a si próprio, para libertação do cárcere da culpa, e a outrem, para a cura emocional.

"Quando Deus é o centro do lar, cada desafio se torna aprendizado, cada perdão renova a união e a paz se faz permanente morada."

O perdão e a compaixão que não atenua as dores de retorno no meu inimigo, fere e queima a fogo no meu coração.

Perdão é manifestação da cura interna e uma vez esta curada as coisas que estavam travadas na sua vida SE SOLTAM.
A transformação que você quer na sua vida
está no perdão não pedido e não dado a quem te feriu.
O destrave vem na hora, e as coisas começam a fluir de maneira poderosa e surpreendente. Se permita!

A transformação que você quer na sua vida
está no perdão não pedido e não dado a quem te feriu.