Perda de um Amor
Quem deixou o amor morrer sem resposta? Quem se condenou culpado? Quem foi que deixou o perdão passar amargurado? Ah, sabia que te encontraria aqui! Senhor orgulho sempre em evidência. Por sua causa, os defeitos obscureceram as qualidades e o grande amor, já era... E a vida tão passageira que é, nem notou o quanto de vida perdeu.
O QUE ENFRAQUECE O AMOR????
O ABANDONO.....
O QUE FAZ NASCER UMA TRISTEZA????
UM AMOR PERDIDO....UM AMOR QUE SE VAI...
Talvez pelo amor ser a razão de todas as razões ele nunca se perde em sua medida mas as vezes...Se perde em sua razão.
Contra tudo.
Contra mim e contra ti.
Como um vassalo, ajoelho perante um amor de sonho perdido,
Ignoro a intuição e os conselhos da minha vassalagem.
Assunto proibido.
Será difícil a minha sina de lutar todo dia contra o fim,
Arrisco tudo e rogo a Deus acima
Que tenha compaixão de mim.
Troco a paz vazia por um inferno fervente.
Não era bem isso que eu queria.
Posto diante meu coração dormente
Entrego à minha amada o resto de mim
Por medo de não ter um amor tão forte assim
Que eu sustente o inferno que virá em breve
Que essa peleia nos seja mais suave que essa febre.
Amor, Perdão
Me encontro sozinho
Não vejo pra onde vou
Sigo o seu caminho
Me lembro de você meu amor
Quero você comigo
Te amo sem medo sem dor
Não vivo mais sozinho
Preciso do seu amor
Olho pro céu e vejo estrelas
Me guiam pela escuridão
Meus olhos vão em sua direção
Nos meus braços quero te - lá
Pra você quero falar
Sozinho estou na solidão
Nos seus braços quero estar
Ter de novo seu perdão
O Amor que cuida..O amor que perdoa.. O amor que protege..amor que respeita ..amor que tolera...o amor que é fiel,é um amor que nunca acaba !
De Gilberto Braga - Celebrante de casamentos ecumênicos
todos anjos caíram por amor,
não espero perdão nunca esperei,
olhe para seus pecados
tenha pena depois nada vale o tributo,
de tantos anos passados somos vitimas
sem clemencia de almas perdidas.
Doi viu
Em quanto o meu amor se vai
Em busca do ouro perdido
De mortos de sofridão
Eu choro a minha dor em silêncio
O silencio me alucina me deixa quase sem cor
Hoje frágil e sentindo-me assim!
Não amada. queria que
Houvesse uma maneira de erradicar esse maldito sentimento
Da minha vida, queria lhe ver
Olhar seus olhos, mas esse desejo é o mesmo que tentar agarrar o sol.
Sinto que perdi as rédeas do meu coração
Talvez seja por isso que essa saudade dói tanto
A triste certeza de que não verei seu rosto
Sentirei seu corpo, queria poder gritar
Explodir essa angústia
Mas ela se resume em um choro
Onde ódio e tristeza se misturam
Junto com a saudade, uma solidão terrível
Impera ao meu redor, tudo é vazio, tudo é triste
Só a saudade de você que insiste
Em me machucar um dia buscará minha poesia
No pôr-do-sol e no despertar da lua
Mas encontrarás apenas o silêncio
E perguntarás: onde estás?
E não terás a resposta
E tu se pergunta onde foi que eu errei
Se o sol deixou de brilhar
Transformemo-nos em um farol
Para iluminar
O caminho de quem se encontra perdido
E só o amor nos leva a Crer que não importa
As perdas que a vida nos impõe
Devemos sempre continuar
O silêncio gelado substitui as palavras de amor
Deus me fez pra te amar, e eu sei
Que a felicidade é hoje
Só resta o amor que é tudo de bom.
O que o amor tira.
Eu queria falar sobre o amor hoje. Pelo menos sobre essa visão tão perdida e estranhamente vivida que eu tenho dele. Eu estava lendo a Marla de Queiroz numa dessas manhãs antes de ir ao trabalho, e ela dizia: “O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora”.
O amor tem seus sintomas. Um amigo está conhecendo uma garota, e sempre que terminam de se falar ele sorri pra mim e diz: “Cara, acho que me meti numa roubada”. Nem presto tanta atenção nas palavras dele, mas no sorriso. O amor é sintomático. Ele tira o nosso olhar sisudo sobre o cotidiano, e nos faz lembrar de sorrirmos mais, nos importarmos mais, nos enfraquecermos. Ele se esgueira em nosso dia a dia extremamente igual, e o torna diferente. É a tinta colorida de um dia preto e branco, e a pitada secreta de anis do meu molho bolonhesa.
Esses dias me disseram: "Depois de tudo que eu amei, eu descobri que tenho um coração de pedra". Eu quase o abracei e disse: “Tamo junto”. Mas estou tentando ser diferente agora. Penso que, ainda assim, o amor faz doer pra lembrar que ainda estamos vivos. Por isso não gosto da “lei do desapego”. Ela não se paga. As mesmas pessoas que têm se declarado desapegadas, no fundo não escolheram isso. Elas não praticam o desapego, são reféns dele. Para elas amar pra valer doeu demais.
Então, eu também gosto do que o amor tira de mim, Marla. Ainda que seja meu chão, ou um sorriso eventualmente. Não somos feitos de pedra para vivermos à sua regra. Pois no curso natural da vida precisamos aprender que o correto nunca será desistir das coisas, mas amá-las profundamente. Porque esse é o paradoxo: Se amarmos até doer, talvez não sobre espaço mais para a dor, mas só pro amor.
Se não houvessem as flores...
Se você perdeu um grande amor
Não fique preocupado,
Isso já aconteceu com alguém
Pois a vida é assim mesmo
Um amor vai, outro amor vem.
Eu mesmo já estive desolado
Quando perdi uma grande paixão
Mas depois da solidão
Renasci para um novo amor.
Portanto
Não se desespere
No jardim do universo
Colherás novos amores
Pois o que seria da vida
Se não houvessem as flores.
