Pequenos textos que falem sobre Amor
Ainda não sei bem, mas acho que foi praga, vingança,
A tola tolerância e a perseverança que o amor dele me
Deixou como herança, estas ditas, tidas, mantidas e tão
Malditas esperanças, de que, mais dia, menos dia, ele
Resolve, volta, me toca, avança, me envolve e alcança!
Guria da Poesia Gaúcha
Forte mesmo é o amor,
ignora as definições e os preconceitos dos idiotas,
aparece pra todos em versões únicas de si,
adaptável, mortal e renascente,
sagaz que vem com a casa arrumada
e vai antes da bagunça chegar,
forte mesmo é só o amor,
e pra não morrer em combate contra ele,
o deixo passar e ser,
abro-lhe a porta, faço sala e rezo pra que se vá,
sem deixar marcas no meu carpete,
e então entendido está,
forte é só o amor,
e não se pode negar!
Sou mulher valente, não desisto de acreditar na força do amor que move o mundo,sou silêncio, luz,encanto e ternura, tem dias que sou tempestade, meu silêncio é o grito da alma que desperta a minha consciência.
Assim sou eu, mulher de fé, não temo mal nenhum, Deus esta acima de todas as coisas, por isso eu vivo o plano mais lindo que Deus traçou para mim.
O amor é igual a rosa, que pela sua vez tem espinho,
Esses espinhos são a dor.
Quer pela sua vez protegem a flor,
de todos quer tenta fazer maldade.
Os espinhos trás sofrimentos,
para aqueles que querem fazer o mal.
Não se entregar tem quer protege a flor
Quer significa o amor.
Como espinho da rosa serei,
vou te defender de todos e de todas.
levarei comigo você, para o resto da minha vida,
meu amor, minha princesa
você me ensinou a viver.
Hoje sei quer nada é pelo o acaso,
vitoria é acredita em você,
e eu acreditei e acredito em nós.
O amor é como um barco
navega por várias águas
as vezes da tristeza... as vezes da alegria...
mas navega fortemente
enfrenta tempestades, raios
água tenta afundá-lo
mas quando tudo parece perdido
vem a luz, abre as cortinas da vida
dissipam as nuvens
e a luz do amor brilha fortemente
e o barco navega tranquilo e feliz
até achar um porto seguro
e ali... permanece para sempre.
Sorrisos... Eram muitos sorrisos
Mas os sorrisos viraram lagrimas
Palavras bonitas e de amor
Se tornaram palavras de fel, de fogo
Que queima, arde, mata
Toda a magia desapareceu
E todas aquelas atitudes ferinas
Dilacerou meu coracao
Foi mais doloroso do que a morte...
A luz foi embora e me deixou
Entao eu partir pela escuridao
Segui caminhos tortuosos
Tristes, traidores e perigosos
Mas nao encontrei a luz
Me perdi... Nao conseguir voltar,
E agora, sem sensimentos
Sem amor, sem coração
Eu andarei pela sombriedade
Para toda a eternidade
O meu amor
é quente como o fogo
molhado como a água
frio como gelo
lindo como liriu
branco como a neve
vermelho como sangue
alegre como um sorriso
brilhante como sol
misterioso como a chuva
grande como o universo
infinito como o mar
doce como o mel
gostoso como chocolate
inteligente como salomão
sábio como Sócrates
fiel como Jesus
e o mais importante é que ele também pode
ser seu.
Basta saber entende-lo
O coração possui duas entradas, a entrada principal, trancada, aguardando o verdadeiro amor, sua alma gêmea abri-la...
E a porta dos fundos, a entrada de serviço, que está destinada aos amigos de verdade, que ali entram para limpar todos os sentimentos ruins, iluminá-lo com a alegria e preparar todo o ambiente para a chegada de sua alma gêmea...
Chorei por uma amor, mas não um qualquer
foi por você mulher.
Chorei por uma amor,por uma amor diferente
que deixou contente.
Chorei por um amor, por um amor de uma menina
que me alucina.
Chorei por um amor , aquele do primeiro beijo
que ainda tanto desejo.
Chorei por um amor, de um jeito carinhoso
daquele gostoso.
Chorei por um amor, que algum tempo me deixou
mas em meu coração ainda ficou.
Chorei por uma amor que já não vem,
mas meu coração ainda espera alguém!
Sergio Fornasari
Ainda tenho marcas no meu corpo daquele amor travado,
do beijo demorado.
Ainda tenho na boca,
o gosto dos seus lábios de mel, que me levaram ao céu.
Ainda sinto o teu cheiro,
que ficou no travesseiro.
Ainda vejo seu rosto de menina,
que me alucina.
Ainda lembro das declarações ardentes,
do seu corpo quente.
Ainda lembro de você cansada, pela suada,
porém realizada.
Ainda lembro dos ses olhos brilhando,
você sussurrando e novamente me amando!
Sergio Fornasari
O declínio do Amor
Há tempos não lhe vejo,
Mas nada mudou,
O cheiro de seu perfume,
Por aqui se estagnou.
O tempo está a voar,
O Sol está florescendo,
A noite está caindo,
E o Amor morrendo.
Nós estamos o matando,
Sem ao menos pensar,
Isto é muito triste,
Eu não queria lhe contar.
Dói-me o coração,
Sugando o meu sorriso,
Transparecendo minha tristeza,
Um sentimento pejorativo.
Resta-me aguardar,
Para isto mudar,
E os nossos sorrisos verdadeiros,
Voltarem com o Amar.
É poesia o sofrer
Eu te amo? Tu me amas?
E onde está o amor?
Está na trama urdida
pelos teares da dor;
tecida por mãos profanas,
com cores sacras tingida.
Não é humano sofrer!
Eu te amo? Tu me amas?
E onde está a ternura?
Está lá fora, perdida,
sem fé e sem tempo, a procura
de mão que proteja as chamas
das ilusões desta vida.
Não é sagrado sofrer!
Eu te amo? Tu me amas?
Por que nunca nos encontramos?
Porque fomos feitos "poeta"
e o amor que imaginamos
é feito das várias tramas
da arte que nos completa.
É poesia o sofrer!
SONETO DE UM AMOR PROIBIDO
Eis que não posso estar longe de ti
Tu que tocaste tão fundo minh’alma
Quando te vi tanta dor pressenti...
Fui qual cigana lendo minha palma.
Eis que todos os erros repeti
E nas noites já não encontro a calma
Pois teu toque (proibido) consenti
E só ele, agora, é que me acalma
Oh, meu doce amor, como me invades
Só teu é agora o meu pensamento
E só por ti choro todas as tardes
Pararia o mundo por um momento
Mas basta, amor, apenas que me guardes
E serei eu (prometo) o teu alento.
Nem os tropeços, nem provações.
Fazem-me desacreditar no amor
Há a inocência de uma menina
Apreendendo esse emaranhado
Nem mentiras, nem confusões.
Fazem-me desacreditar no amor
Tenho a audácia de um animal
Que se arrisca mesmo com dor.
Estou na espreita do episódio
Nem ansiosa, nem galanteadora.
Na reserva para viver o melhor.
Com o ser destinado e leal.
a podridão da tua alma,
beatifica o tumor do teu amor,
inobre se a fatídica morte.
cavo em pensamentos mortos,
encontro os traços tua voz,
lagrimas, porem secaram.
entrevado no sentimento...
digo lhe que é amor?
entranhado sob cava da tuas pernas,
pré digo morra sentimento,
pela folha seca que sois...
amarga que sois,
alfazema sois teu cheiro na minha cova
intercalo, o desejo morre...
no silencio da tua vida.
selo para sempre meus pensamento...
pelo amor sentido e desejo perdido...
vago num real amor morto na solitude.
Chorando de amor
A beira da cova estou,
chorando perdidamente pelo meu grande amor,
que foi embora e aos prantos me deixou.
No mundo de grandes ilusões estou perdido
de frente para uma ruína de um grande precipício.
Meu amor significava tudo, pois por ele viraria o mundo,
buscando um único sentimento, de todos o mais profundo.
Amor imortal
Meu amor é imortal,
invencível ao mundo inteiro,
destrói barreiras,
move montanhas,
faz transtornos ao universo,
comove pensamentos,
exalta sentimentos,
é um amor puro,
que jamais se quebra
ou se contesta,
só se proclama e
expandi aos quatros
cantos do mundo.
Pois a cada dia se inova
repassando o que sinto,
Pois mesmo quando não estiver vivo,
que minha carne podre não sobrar
nem o mau cheiro,
meu amor ainda será verdadeiro,
imortal ao mundo inteiro.
Meu pensamento
Para Deus, meu agradecimento pela vida,
para meus pais, todo amor do mundo,
para minha profissão, toda minha gratidão,
para os meus inimigos, todo o meu desprezo,
para os meus concorrentes, muita sabedoria,
para os invejosos de plantão, bastante talento,
para os meus amigos, toda felicidade do mundo,
para a mãe natureza, todo o meu respeito,
para o meu grande amor, muitos momentos,
para você que vive falando mal de mim...
Ah, para você vida longa, pois será o primeiro da fila a aplaudir de perto minha vitória.
Não Posso Adiar o AmorNão posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o rneu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração
Nenhuma dor é tão profunda, quanto a dor da rejeição,
mas não é a rejeição de um amor, de uma paixão, é a rejeição da própria alma, a rejeição do "não se identificar" rejeição de tudo enfim.. coíbe a possibilidade de uma existência sentimental, instala um casulo blindado à própria alma, desejando mais a morte que a vida.. passa a sobreviver, e deixa o VIVER para os mais aceitos.
