Pequenos Gestos grande Pessoas
QUINTAS
Dia Namorados
amor excelso:
Teófilo & Bárbara
narrado pelo
CELSO!
= =
grande, desgrande
amor libertário:
doce bem-estar
mal-estar amaro:
LITERÁRIO!
Resiliência
Pertenço a Hefesto, sou uma dádiva de Promoteu, o grande erro que o titã cometeu.
A propósito, o grito elétrico me fará surgir,
preciso de apenas uma faísca para emergir.
Engrandeço, consumo o que você usa para sobreviver.
Se me respeita, não deve temer.
No momento de escuridão, sou a única salvação.
Sou livre, minhas silhuetas dançam como a brisa mandar.
Sou potente, ardente, borbulho o sangue ao aproximar.
O calor confortante que sente fui eu que produzi.
Tu achas que pode me controlar, mas fui eu que te seduzi.
Eu vou me alimentar, não adianta lutar.
Tomarei o espaço, deixarei meu rastro, a poeira cinzenta vai te lembrar.
Não te espante, perturbo para renascer a diversidade que deve florescer.
Quando menos você esperar, estarei aqui para lembrar, que muitas vezes perdemos tudo para prosperar.
“Tornar-se quem se deseja ser, da um grande trabalho, agora, ser quem não queremos ser, da um trabalho maior ainda!”
Toda grande empresa começou com uma pequena oportunidade levada a sério.
As que começam a todo vapor, tendem a se perderem no meio do caminho,
pois lhes sobra inspiração, mas faltam-lhes seriedade e transpiração..
(teorilang)
ÍMPAR
É um amor tão grande que chega a doer. Faz-me pressentir, faz-me sofrer;
É tão forte, tão soberano, que me entrego, de consciência e de coração.
Juro, por este mesmo amor, que será o único, o último, o derradeiro.
Quando um povo, ou uma grande parcela dele, opta por apoiar, politicamente, figuras que praticam e defendem ilicitudes de forma explícita é certo que viverá tendo que fazer malabarismo intelectual, virtual, moral, social e emocional para justificar a sua identificação, bem como a manutenção da mesma, com os ilícitos dos seus ídolos, mas, especialmente terá que redobrar o malabarismo acima citado quando a revolta lhe tomar as veias diante das consequências legais para deter tais ilícitos quando estas vêm à público
MIL E UMA PALAVRAS
E quando as palavras não são suficientes, quando a cosia é tão grande no coração da gente que é preciso encontrar uma forma diferente para explicar o que se sente.
As vezes um abraço vale mais que mil palavras, um abraço expressa um grito da alma que diz da forma mais sincera e calma o que não se pode dizer em mil e uma palavras.
As vezes um beijo descreve muito bem o que no coração a gente tem e mesmo sem som provoca em nós um bem que em mil e uma palavras não se obtém.
Nem vou falar de quantos sentimentos um olhar conduz ou de quanta informação um sorriso reproduz, esses momentos realmente faz jus, pois nem mil e uma palavras pode refletir tanta luz.
15/06/20
Petite...
É tão engraçado como eu me sentia grande quando ainda não tinha a dolorida obrigação de crescer!
Por amor...
Pensando bem, não existe amor que supera tudo.
O que há são pessoas que se sujeitam a tudo por ausência de amor.
Amor próprio.
Le Retour!
Talvez se eu pudesse voltar a um lugar onde nunca fui, quem sabe eu conseguiria dizer onde eu gostaria de ficar...
Está tudo tão diferente...
Às vezes sinto saudade de mim, de quem eu era. O problema é que não me lembro mais de como eu era! Tão pouco tempo, e tantas mudanças! Não sei onde me perdi, também não sei se me encontrei! Sequer sei se foi melhor ou pior. Quando tiver essa resposta, digo-vos...
Se algum dia eu a tiver...
Mas, sabe de uma coisa?
Está tudo tão diferente...
Eu sou mesmo assim… É assim mesmo que eu vivo, entre o limiar do que você imagina ser insanidade e o que eu considero tão somente normal! E prá continuar no meu mundo, há apenas duas possibilidades: ou você embarca em minhas loucuras, ou crie você, as suas. Porque é assim que eu gosto de viver! Loucamente!
E assim, não mais que de repente, ela descobriu que a felicidade não se curvava às suas auto-sabotagens. Então, ela seria mesmo obrigada a ser feliz!
Malditas lembranças que ainda teimam em me fazer prisioneira da tua imagem.
Malditas!
A minha loucura tem nome. Um nome próprio.
Doutes
Sabe, cansei-me da minha roupagem velha. Cansei-me dos meus vestidos, dos meus sapatos, das minhas nuances, das minhas emoções, das minhas dores, dos meus amores. Preciso de outros ares, alcançar outras estrelas, navegar outros mares. Mas, na verdade, ainda não sei onde quero ancorar. Aliás, também não sei se quero mesmo ficar. Então, ficarei em preto em branco. Por enquanto não correrei o risco de me entediar com outras cores...
And the oscars goes to
Protagonista. Antagonista. Figurante. Platéia. Coadjuvante. Júri. Ela já foi tudo na película que tentava exibir o que ela é. Ledo engano. Qualquer semelhança à realidade era mera coincidência. E se não fosse, convencia-se de que era. Nada tirava-lhe o gosto por personagens. Viver do nada, do tudo, do vento, dos atos, das cenas. E ela vivia. Não um dia de cada vez. Todos os dias de uma só vez. Era livre. Era leve. Não dava explicações. Não se auto explicava. Assim era bem mais fácil. E agora? Agora que ela aprendeu a se sentir? Agora que ela decidira se experimentar, se tocar, se saborear? Como voltar a representar se tudo que fala alcança-lhe as impressões digitais? Se tudo que olha rouba-lhe a essência, despe-lhe a alma, invade-lhe o palco? É isso que ela não suporta. Ela não suporta ser medida da cabeça aos pés. Ela não suporta ser um turbilhão de emoções, mas sem uma armadura que lhe dissimule o rubor do rosto e o coração em frangalhos. Ela não suporta mais sentir o gosto dela mesma. É intenso demais. É cruel demais. Ela precisa urgentemente de um novo roteiro. De um personagem que a salve de seus próprios sentimentos. De sua própria desordem.
Uma grande faceta do verdadeiro amor é aprendermos respeitar as escolhas de cada um por mais incompreensíveis que possam ser.
A hipocrisia da esquerda é tão grande! Que na hora das crianças trabalharem em novelas, comerciais e filmes, aí pode!
Agora, quando é para ajudar seus pais em faróis e vendas de rua... Amigão, é trabalho infantil!
BN1996
16/06/2020
