Pequena Menina dos Olhos Castanhos
SINTO VOCÊ
Rosas, sinto nelas seu perfume
Céu, vejo nele seus olhos
Sol, sinto nele seu calor
Lua, vejo nela seu sorriso
Vento, sinto nele seu toque
Estrelas, vejo nelas seu brilho
Ao amanhecer, quero todos os dias estar ao seu lado
No cair da noite, quero sonhar com você
Ao chegar o verão, quero junto curtir ao seu lado
No chegar do inverno, quero me aquecer com você
SEMPRE SEU
Seus olhos alcançam os meus
Sinto o que podes acontecer
Estamos só nós dois aqui
Sabes o quanto te quero
Quando me olhas assim
Mexe com meu coração
Façamos, então, acontecer
Se entregue a mim
És minha querida
Uma paixão que arde
Sempre comigo sonhas
Como é bom te amar
Seu, serei pela eternidade
Confio em ti também
Mais do que possa imaginar
Seu, e nunca vou ti deixar
Desde quando lhe conheci
Me deu motivo para amar
E vem...
Os olhos mirando o bloquinho, sou zanho, sou zen, sozinho. Quebrou-se o silêncio, no barulho do meu copo, o gelo frenético batendo no fino e fanho vidro, ao ser mexido pelo dedo. E vem o convite à escrita...
Noto teus olhos que não fulgem como antes, noto o tempo que te agradas como passa. Fazes morada na tua zona de conforto,
fazes confronto do amor que explode em mágoa.
A noite vem
A noite passa
O dia chega
Cadê você minha amada
Fecho meus olhos
E vejo a dor
Sinto meu coração
E vejo o amor
Mas cadê você
De que adianta
Um jardim
Sem flores
Se que adianto
O sereno da noite
Sem gotas
De que adianta
As gotas
Se o jardim não tem flor
De que adianta
Um coração cheio de amor
Se você
Não o quis pra você
Atraz de uma vitrine ela suspira
Ela tem sorriso de sol e olhos de luar
Voz de deusa e lábios de mar
Quero viajar no brilho dos teus olhos, me deitar em seus braços, saborear o doce de teus beijos.
Quero ser as batidas do seu coração, o seu erro e sua razão.
Quero ser tudo que te faz sonhar, viver e pensar.
Quero ser sua paixão e por favor não me diga não.
s2
Efê(mera-coincidência)
Observei-me por outros olhos
diferente superficialmente
a palavra em minha mente
era como verbos andarilhos
-azul aparenta ser o mar
o céu adora espelhar-
Mesa ao ar livre, céu estrelado
fumantes embriagados
sem ninguém ao lado
corações abandonados
Corpos e olhares mundanos
atraindo-se pela beleza irreal
dos lábios profanos
que prezam fé ideal
-aqui dentro desaparecia
a vontade de conversar
e a pessoa não ser fútil, tai! se distinguia-
Me achei lá, como uma peneira a buscar
o que de melhor eu puder guardar
vida insana
noite arcana.
-vi tudo como um mero esboço
manequins de uma vitrine
nenhum aposso-
palavras andarilhas
abracei-as com toda força
sem armadilhas:
não há forca.
-pessoas só
me fazem pensar
no verdadeiro sentido de amar.-
trechos de sinônimos me olhando
substantivos me embriagando
me achei versificada no fim
belo exemplo de mim.
Nando, traga a conta.
é muita fumaça
dentre esta efêmera raça.
E aquele momento onde seus olhos ficam diante dos meus. Sua respiração encontra a minha. E aí todos nossos escudos vão embora. Toda nossa pressa se acalma, perde a hora. Toda nossa razão nos deixa agir, toda emoção começa fluir. E assim, até de imaginar, já provoca todo descrito. E assim, desse jeito, é como defino a sensação dos nossos encontros.
"Como o amanhecer sempre aparece,um dia nossos olhos irão se encontrar no mesmo lugar,nesse dia não haverá mais dias,as horas já não terão mais valor o que ira,prevalecer,é o meu amor por você"
"Quero ver esse mundo com seus olhos,quero amar o que você ama,quero ser alguém que sua presença seja notada,e sua falta seja sentida,por quem se ama"
"Os homens que me perdoem"
A beleza está nos olhos de quem vê", mas nem sempre ela é aparente, e são necessários os olhos do coração. Para que tudo seja belo, este "belo" vem da alma. quem sente-se feliz, vê mais o belo porque enxerga com olhos carregados de emoção. As mulheres tem força, sabem do seu valor, sabe que desempenham papéis fundamentais, muito mais importantes do que ENFEITES para adornar ambientes. Os homens que me perdoem, mas as mulheres são fundamentais. não podemos rotular os homens, há homens que enxergam muito além da aparência da primeira beleza externa, mesmo que esta chame a atenção...
Que haja qualquer coisa de lágrima incontida, de risada reservada. Uma mulher é feita de modernidade, independência.
Acorda!
Acorda desse odioso sono!
Que me priva o teu charme;
Perfeição agradável dos teus olhos,
Um só movimento, e corto-te;
És meu céu, minha lua.
Meu céu ao amanhecer.
Sem a tua luz viverei na escuridão;
A tua perfeição encantou-me
Diante de ti sou indefesa!
Esta noite deixa-me adorar entre os meus abraços
Como posso parar o meu coração?
Bate como nunca bateu.
Morte, comprada com o amor, é um pensamento trivial;
Meus olhos estão vazios...
Até as lágrimas abandonaram-me.
O silêncio preenche meu coração.
Não sinto mais dor, estou deprimida.
Todos os sentimentos deixaram-me, estou vazia.
Como a negra escuridão no meio da noite.
Ahh... esses olhos...
Olha e cala-te.
Cala-te!
Olha!
juventude ainda andante...
passo a passo.
Sentido?
nada resta
o que restaria a ti?
Cala-te!
e ali parado verá que é
um simples
contemplante
diante
de um universo em movimento.
Às vezes meus olhos sangram
em busca de sua imagem,
quando as pupilas não recebem
os raios de sua luz.
Que caminham por dimensões
multiplicadas em milhões
por planetas e constelações
ampliando as PULSAÇÕES...
no espaço...
Onde viajam seus sonhos
e as águas do tempo consomem
seus limites no mundo,
acima das lentes da face
no octógono azul.
Em direção dele me lanço,
me jogo buscando o nada
mas que nada
busca se encher de mim.
afinal,
Contigo estou cheio de tudo.
Enchendo os olhos com as imagens encontradas
A cada movimento a visão é transformada
A sombra de suas bailarinas com adornos prateados
Em forma de uma medusa sob os lampadários.
A arquitetura que vem p'ra roubar nossa visão
Os signos em eterno estado de transformação.
A cidade se consome em sua própria construção
Só podemos transitar em estado de contemplação
Sua arquitetura desmonta a linearidade
A exuberância reconstrói a sua simplicidade
As miragens nos enganam enquanto andamos no deserto
Os imensos edifícios que nos afastam do que é perto
Ela está parada mas em eterno estado de mutação
Os transeuntes que figuram essa procissão
Explorando suas carnes em busca do pão
Sofreando seus desejos por medo da punição
Somente olhando para cima observamos o sol
Só olhando para a luta que encontramos um farol
A morte das suas casas já anunciam um final
Tudo observado por uma visão multilateral
Tentando compreende-la não me compreendo
Tentando controla-la não me contenho
Sua existência continua em suas particularidades
E os olhos sempre seguirão em busca dos olhares...
As cidades brincando com os olhos...
Os olhos brincando com as cidades...
O olhar transformando o cotidiano...
E a visão transformando a realidade...
