Pensei que Nao te Amava
Aprendi a identificar ausências que não doem e presenças que adoecem. Descobri que saudade não é medidor de afeto, é apenas o eco do que fazia sentido. Algumas pessoas me fazem falta; outras só faziam volume. Foi libertador perceber a diferença.
Quando duas almas se encontram, não faz-se necessário estarem juntas a todo instante, pois sabem que estarão sempre lá, uma para a outra...em qualquer tempo, em qualquer época.
Disse -lhe um velho sábio: três coisas não deveis esquecer em toda sua trajetória de vida:
1 - Quem tu foste?
2 - Quem tu és?
3 - Quem tu poderás vir ser ainda?
Escolher é sempre tocar o invisível. Não se trata apenas de optar entre um caminho e outro, mas de aceitar que, ao avançar, algo fica para trás. É como colher uma flor e, ao mesmo tempo, renunciar ao jardim inteiro. Há doçura nisso, mas também uma pontada de dor.
A angústia nasce nesse intervalo: no espaço em que os possíveis se multiplicam, mas só um deles se torna destino. A angústia não é inimiga — é sinal de abundância. Só sofre quem percebe que poderia ser muitos, e, no entanto, precisa se limitar a um.
Com o tempo aprendi que as escolhas não são decisões definitivas, mas conversas íntimas com a vida. Algumas falam alto, exigem coragem; outras sussurram tão baixinho que, se não estou atento, passam despercebidas. E mesmo assim, todas me transformam.
Escolher é também confiar: no acaso, no tempo, no mistério. Porque não há como saber aonde cada decisão levará. Há apenas o coração que pulsa e, nele, um delicado chamado que me pede para seguir.
E talvez seja isso o mais belo: perceber que não há escolha perfeita, mas há escolhas que me aproximam de quem realmente sou. A angústia, então, deixa de ser peso e se torna claridade: uma luz suave que me lembra que viver é, antes de tudo, arriscar.
Ao pedalar muito depressa você não aprecia a natureza, da mesma forma que se passar uma vida correndo não aprecia os bons momentos dela.
Não escolhemos os outros ao acaso. Encontramos aqueles que já existem em nosso inconsciente.
A saúde espiritual dos evangélicos do século XXI não vai nada bem... O não compromisso, a superficialidade e a falta de fundamento bíblico; caracterizam uma espiritualidade fraca e vazia... O evangelho pregado nas igrejas modernas é uma opção por dois extremos: de um lado, a salvação pessoal e espiritual garantida; e do outro, a preocupação com a prosperidade e a necessidades pessoais...
O tempo e você não resolvem nada; quem resolve tudo é Deus... Agradeça a Deus pelo o que tem hoje nas mãos; antes de pedir o que tu desejas sem precisar... Deus não une pessoas; Deus une propósitos e fundamentos...
