Pensar em Nós Mesmos
15. Quando você aprende a se amar, descobre que a sua maior força está dentro de si mesmo. O amor próprio te salva e te ensina a ser sua própria fonte de felicidade.
Tenha tempo para ter tempo para si mesmo, quem sabe um dia perceba que na verdade, viveu mais a vida dos outros que a sua própria vida!
Fácil é julgar os outros; difícil é tornar-se juiz de si mesmo e perceber que terá que perdoar seus próprios erros.
O verdadeiro amor não pode machucar um coração sem ferir-se a si mesmo, pois o amor é o sentimento que une dois corações em um único coração.
Não faça do teu coração uma prisão, sendo um prisioneiro de si mesmo, você tem as chaves para abrir as portas da vida, numa delas se encontra a felicidade!
Por vezes é necessário, viajar para dentro de si mesmo, pelo caminho do coração, chegando à fronteira do espírito, para ouvir a Voz de Deus.
Ter amor próprio e intenso por si mesmo, é a única garantia que seu coração encontrará o amor de outro coração na mesma proporção!
Não aprisione seu coração para si mesmo, pois quem sabe um dia não encontre mais a chave para abri-lo!
Siga as pessoas do mundo, mas não se esqueça de seguir a si mesmo, pois quando perdemos nossa própria identidade, perdemos a essência do nosso coração!
A essa pergunta o homem pode fazer a si mesmo:
Porque razão o homem não luta para ceifa o mau em si próprio, cultivando em si as sementes do bem?
Porque livre do cárcere que criou para si mesmo, encontrar o reino das boas aventuranças no recanto de sua própria intimidade.
A vida e nossos relacionamentos, sempre irão nos propor uma avaliação de confiança de si mesmo; isso, é pessoal, pois, a parte mais interessada nessa avaliação, são nossas próprias virtudes.
Um déficit emocional de maturidade de “si mesmo”, pode levar uma pessoa a “não” aceitar ou ignorar as “contrariedades” que a vida nos coloca ao longo de nossa jornada.
A “paciência”, "maturidade" e o "equilíbrio" emocional se transforam em artigo de luxo frente a “não “aceitação das contrariedades.
“SE” é uma epidemia mascarada por trás de aparências reconhecidas, mas “não” assumidas por “não” saber dizer “não” e “não” entender um “não”!
