Pensando

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As vezes me vejo assim,
Pensando, pensando,
Será que você está feliz?
Então algumas lágrimas caem,
Só em pensar que você não está...

30/10/2014 -23:30 hs.
O ser humano pensa que é tão sábio, ao ponto de querer evoluir pensando no seu bem maior, não tem amor a natureza, ignorando o que está acontecendo com o planeta.
Não quer perceber e entender que a cada ano o clima está ficando pior, a natureza está se revoltando, seu pranto está virando temporal, causando devastações, levando vidas inocentes com sua revolta profundamente fatal.

Pela manhã eu olho o Sol, e lembro de ti, passo o dia todo pensando em ti, vem à noite e eu penso em ti, a Lua as Estrelas me fazem lembrar de ti, os Serenos, as Geadas, as Brisas, as Chuvas, os Campos, as Matas, as Montanhas, os Rios, os Mares e Oceanos também, me fazem em ti lembrar, o Verão me faz lembrar o calor do teu corpo, o Inverno a concha do teu corpo que se encaixava no meu quando me aquecias, o Outono que na sua suavidade, faz com que eu pense em ti, a Primavera me faz lembrar quando tu partiu e junto levou todo o perfume, me deixando aqui sozinho, lembrando e pensando em ti e tudo e em tudo que passamos e vivemos juntos.

O que faço pensando, é diferente do que faço sem pensar.

Ao andar por uma ciclovia pensando no meu amor, uma mosca me bateu e derrubou-me da bicicleta.

Pensando bem o passado é que nem Escola Fundamental, nos ensina muita coisa.

⁠Tô aqui pensando! Tudo tem seu tempo, sua hora, pra que precipitação embora o tempo cada vez mais ficando curto, ainda creio que o amor irá chegar, e o que falta em mim se completará.

Quarta feira 21 de fev 2024

Hoje acordei pensando em você ,então pedi ao nosso Senhor que abrisse a porta do céu e derramasse muitas bençãos sobre você.⁠

Bom dia!
Sabe, nao fica pensando em coisas grandes, mas em coisas boas, aquele sorvete que você tomou o abraço que recebeu de um amigo ou aquela criança que sorriu pra você na rua. Boa quarta-feira!🌻

⁠Escutar o outro é renunciar a telepatia. É renunciar a "- eu sei o que você está pensando e eu vou colocar palavras na sua boca". Também é renunciar a atitude de "- tudo bem, então se você sabe, você fica com todo o saber e eu me recolho na minha caverna".
Escutar o outro é renunciar a posição de poder, seja ela do professor, do médico, do entendido, do filósofo, e de deixar que a linguagem, que a experência, esteja em primeiro lugar.

Carta aberta à minha irmã

Hoje eu vi em algum lugar que era o Dia do Luto. Fiquei pensando nessa palavra por alguns minutos. Ela é pesada. Não sei se entendo o significado, talvez nem faça sentido tentar entender agora. Também não fui procurar. A verdade é que eu queria te dizer algo que você nunca vai poder ouvir. Então, vou escrever.

Quase ninguém sabe, ninguém do meu meio atual, mas até os meus 15 anos você foi minha heroína, minha fortaleza e minha confidente. Mesmo nas brigas diárias de irmãs, você sempre estava lá.

Às vezes sinto como se você estivesse lá no dia em que nasci. Acho que estava, porque você vivia dizendo que eu era um bichinho feio de tão pequena. Mas você estava lá.

Eu lembro das nossas brincadeiras na praia, de correr no quintal da vovó, de aprender a subir nas árvores com você e de fugir da mamãe quando aprontávamos. Lembro até de pular da ponte só porque você pulava. Naquela época eu sabia, só não entendia o quanto você era parte de mim.

Lembro do meu primeiro beijo e de quando te contei que meus dentes bateram nos da outra pessoa. Você riu tanto. Lembro das viagens de barco com o papai. Lembro do amor que existia entre nós e de como a gente se entendia só pelo olhar.

Te perder uma vez já foi dolorido demais. Depois dos meus 15 anos, aquela criança ficou para trás. Foi colocada em uma caixinha.

E, há alguns dias, eu liguei para a mamãe feliz, porque finalmente poderíamos nos encontrar. Eu imaginei esse encontro. A criança que estava guardada pulava de felicidade. Criei imagens de nós duas conversando, contando as besteiras da infância. Imaginei conhecendo as meninas e dizendo que eu seria a tia mais legal do mundo. Lembro de pensar: “Vou ter ela de volta.”

Mas não foi assim.

Nosso encontro foi diferente. E, dessa vez, você foi arrancada de mim mais uma vez, e para sempre. E eu não pude fazer nada. Não pude lutar, nem quebrar uma cadeira na cabeça de alguém. Pelo menos da primeira vez eu fiz isso. Eu te defendi. Briguei com todo mundo por você.

Mas, em algum momento, eu desisti. E por isso te peço perdão.

Irmã, você me deixou, mas eu ainda não aprendi a te deixar. Ainda crio lembranças que nunca aconteceram, porque é mais fácil assim. Porque, por alguns instantes, isso faz você parecer presente.

Quero que você saiba que o teu legado não vai morrer. Não enquanto eu existir.

Você sempre será a minha melhor lembrança.

E as minhas melhores histórias sempre terão você.

Com amor,

Da sua irmã, que ainda não aprendeu a viver sem você.

Pensando bem, talvez o melhor caminho seja longe da empatia e do amor, pois o valor do mundo está em coisas fúteis, então ser inútil talvez seja uma bela opção. O respeito e ter quem te acha incrível mesmo diante a tudo que já vi que idolatram não é impossível pra ninguém alcançar fã de qualquer forma.

A Sala de Aula do Mundo Moderno


Outro dia me peguei pensando em como a escola mudou.


Não falo apenas das lousas digitais, dos computadores, dos aplicativos ou dos celulares que hoje parecem extensão das mãos dos alunos.


Falo das pessoas.


Dos comportamentos.


Das responsabilidades.


E, principalmente, da forma como passamos a enxergar educação.


Pertencente a uma geração que aprendeu que nem sempre a vida diria "sim", confesso que às vezes me sinto um turista perdido visitando o admirável mundo novo.


Hoje tudo parece delicado.


Tudo parece urgente.


Tudo parece motivo para preocupação.


Uma palavra mal colocada vira trauma.


Uma crítica vira perseguição.


Uma cobrança vira opressão.


Um conselho vira ofensa.


E o simples ato de contrariar alguém pode ser interpretado como um atentado contra a felicidade universal.


Não estou dizendo que os problemas emocionais não existam.


Eles existem.


E merecem atenção, respeito e tratamento sério.


Mas também me pergunto se, em alguns casos, não estamos transformando dificuldades normais da vida em diagnósticos automáticos.


A tristeza virou doença.


A frustração virou síndrome.


A ansiedade virou identidade.


E a responsabilidade, curiosamente, parece ter desaparecido da conversa.


Muitos pais, sobrecarregados pelas próprias rotinas, acabam transferindo para a escola funções que antes pertenciam à família.


Esperam que a escola eduque.


Ensine limites.


Corrija comportamentos.


Resolva conflitos.


Forme caráter.


Desenvolva valores.


Enquanto isso, o professor recebe mais uma missão para sua coleção já bastante extensa.


Porque o professor moderno não é apenas professor.


Ele é educador.


Mediador.


Conselheiro.


Psicólogo informal.


Assistente social improvisado.


Pacificador de conflitos.


Especialista em tecnologia.


Preenchedor de relatórios.


Participante de reuniões.


Executor de projetos.


E, quando sobra algum tempo, tenta ensinar a matéria.


A escola de antigamente tinha seus defeitos.


Muitos.


Mas existia uma compreensão mais clara sobre papéis e responsabilidades.


Hoje, frequentemente, o professor precisa justificar uma nota, uma advertência, uma cobrança e até mesmo uma orientação pedagógica.


A autoridade tornou-se suspeita.


A disciplina tornou-se questionável.


E a exigência acadêmica muitas vezes parece competir com uma cultura que valoriza resultados rápidos sem esforço proporcional.


O mais curioso é que aqueles que raramente entram numa sala de aula costumam ter opiniões muito firmes sobre o trabalho de quem está lá todos os dias.


— Professor reclama demais.


— Tem muitas férias.


— Trabalha poucas horas.


Quem diz isso normalmente vê apenas o horário da aula.


Não vê as correções.


Não vê os planejamentos.


Não vê os relatórios.


Não vê os cursos.


Não vê as formações.


Não vê as noites preparando atividades.


Não vê os finais de semana organizando conteúdos.


Não vê a exaustão silenciosa acumulada ao longo dos anos.


E, principalmente, não vê o desgaste emocional.


Porque ensinar nunca foi apenas transmitir conhecimento.


Ensinar é lidar diariamente com expectativas, conflitos, desafios e realidades completamente diferentes.


Há professores que chegam em casa carregando problemas que não cabem nos livros didáticos.


Problemas de alunos.


Problemas de famílias.


Problemas do próprio sistema.


Falando em sistema, este merece um capítulo especial.


A cada ano surgem novas plataformas.


Novos formulários.


Novos procedimentos.


Novas exigências.


Novas metas.


Novas estatísticas.


Novos indicadores.


Parece que tudo muda.


Exceto aquilo que realmente deveria melhorar.


E assim o professor segue.


Preenchendo documentos.


Participando de reuniões.


Atualizando sistemas.


Respondendo questionários.


Enquanto tenta encontrar espaço para aquilo que deveria ser o centro de tudo: ensinar.


O resultado é um profissional cada vez mais cansado.


Mais pressionado.


Mais responsabilizado.


E, muitas vezes, menos valorizado.


Ainda assim, algo impressionante acontece.


Apesar de todas as dificuldades, milhares de professores continuam entrando em sala de aula todos os dias.


Continuam acreditando.


Continuam tentando.


Continuam explicando pela décima vez o mesmo conteúdo.


Continuam incentivando quem quer aprender.


Continuam estendendo a mão para quem precisa.


Continuam lutando contra a maré.


Talvez porque saibam de uma verdade simples.


Sem professores não existem médicos.


Não existem engenheiros.


Não existem advogados.


Não existem cientistas.


Não existem administradores.


Não existem governantes.


Não existe profissão alguma.


Todas passam primeiro pela carteira de uma sala de aula.


Por isso, quando alguém pergunta se ainda existe solução para a educação, respondo que sim.


Mas ela não nascerá de um único decreto, de uma nova plataforma ou de mais um discurso otimista.


Ela surgirá quando família, escola, sociedade e governo compreenderem que educar é uma responsabilidade compartilhada.


Até lá, o professor continuará fazendo o que sempre fez.


Entrará em sala.


Respirará fundo.


Abrirá o diário.


Preparará a aula.


E seguirá tentando iluminar caminhos.


Mesmo quando o próprio caminho parecer cada vez mais escuro.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

Às vezes me pego pensando em como seria minha vida se tivesse feito diferentes escolhas... Acho que esses pensamentos estão começando a tomar conta do meu dia a dia. Eu já não me sinto mais vivendo o agora. Sinto que o que eu vivo é uma escolha errada que tomei anos atrás e agora já não tem mais volta. Às vezes quando eu sonho me sinto em uma de minhas boas escolhas, e, ao acordar, volto na realidade dessa "escolha errada"... Sei lá, já não sei o que fazer.

Olhando para certas pessoas e pensando: sobrou peça na montagem e faltou o parafuso da noção.

Vilma Martins

Hoje acordei pensando: ninguém presta muita atenção ao número de vezes que um homem precisa se reconstruir. Talvez porque considerem isso algo natural. Mas não há nada de simples nesse processo; cada reconstrução cobra um esforço imenso da alma, da mente e do coração, gera cicatrizes.

Talvez


Me pego pensando em ti:
em teus traços,
teus trejeitos,
o toque delicado das tuas mãos
e o aconchego do teu abraço.


Sei que não tenho chances contigo.
Por um atraso do destino,
vejo-te distante demais de mim.


Ainda assim,
queria que fosse real.


Queria que me dissesses o que sentes,
assim como, naquela noite qualquer,
eu te entreguei meus sentimentos,
ou pelo menos a parte deles
que tive coragem de confessar.


Tu não me queres longe,
mas também não me permites chegar perto o bastante
para que eu possa te sentir
na mesma intensidade
com que sinto você.


Talvez o melhor seja correr léguas para longe de ti.


E, ainda assim,
como fugir?


Nossos olhares foram intensos.
Intensos demais
para alguém que diz compreender
caso eu decida partir.


Mas...
e quanto aos meus sentimentos?


Juro que imaginei um futuro contigo.


Nós dois rindo numa noite qualquer,
na sala de estar,
depois de uma ou duas taças de vinho.
Um vinho suave,
como imaginei que seríamos.


Vinte.
O nosso número.


Engraçado...
Nunca me importei com ele.


E, se tu também não te importas,
por que não damos uma chance
a um talvez?

⁠estou aqui
tentando não sucumbir
pensando em fugir para um labirinto
de onde não quero caminhar

- finjo fugir -

de você
para você
com você...

Bom dia, pra você aí, que fica pensando na vida! Saiba que nada cai do céu. Quem cedo madruga, busca seus ideais. E Deus abençoa com seu trabalho honesto e faz levar o alimento para o seu sustento e de sua família.

Bom dia! Pensando em você: pedi a Deus, proteção, saúde, paz, amor, muitas bençãos para sua vida e que não falte nada em sua casa. É o que desejo pra voce e toda sua família. Que a paz esteja convosco.