Pensando
Pensando em você, teci pequenos fonemas de ética e lógica, para que cada palavra escrita refletisse o que meu pensamento aprendeu a amar. 🌹
Pensando em você...
Nunca te vi pessoalmente, Pensador, mas imagino que sejas um pescador de palavras.
Talvez, às vezes, a inspiração se esconda nas marés do silêncio e, então, navegues pela imensidão da internet, lançando tuas redes em busca de ideias que já encontraram abrigo em outros corações.
Não digo isso como crítica, mas como quem reconhece um semelhante. Afinal, também sou uma pescadora de palavras. Recolho sentimentos espalhados pelo mundo e, com eles, tento bordar versos que façam sentido para a alma.
Talvez nunca nos encontremos, mas, de alguma forma, dividimos o mesmo oceano: o das palavras, onde cada um lança seu anzol na esperança de encontrar um pensamento capaz de tocar alguém.
Um abraço, de uma pescadora para outro.
Utopia Mundial
O governo dos EUA diz que imigrantes são lixo.
Mas, pensando bem, cada lixo em sua lixeira… até que estamos bem.
Para que se preocupar com a Lei Magnitsky?
Talvez sobre mais para o PIX brasileiro.
Para que ir à Disney, se temos a areia de Ipanema?
Para que conviver com terroristas, se o tráfico causa terror a qualquer hora do dia?
Para que estudar as políticas de lá,
se aqui temos um presidente ex-presidiário,
um antigo presidente que disse que a Covid era apenas uma gripezinha,
e governadores que, para ganhar votos, fingem garantir segurança?
Sem falar em parlamentares com um pezinho no tráfico.
A polícia… já não sabemos de que lado joga na sociedade.
A bala, em vez de doce, mata inocentes.
As favelas viraram bairros no papel,
mas continuam descendo ladeira abaixo.
Temos um Cristo que representa a paz,
mas que todos os dias presencia uma guerra sem fim por pontos de droga.
Ônibus lotados num calor infernal, sem ar-condicionado.
BRT que finge oferecer segurança.
Trem sucateado.
E não esqueça: no início do ano, aumente a passagem.
Professores mal remunerados.
Médicos reivindicando salários.
Clínicas da família sem remédios para os miseráveis.
Enchentes todo ano,
mendigos ocupando as calçadas,
um país onde muitos passam fome
enquanto outros vivem de benefícios.
Alunos reprovados em várias matérias recebendo incentivos para continuar.
Trabalhadores lutando anos pelo INSS,
enquanto outros se aposentam sem contribuição.
Mas não podemos reclamar.
Cada um com sua sujeira… e seguimos.
Temos a “Princesinha do Mar”, reservada à classe média.
Temos Neymar caindo mais do que jogando.
Temos o trauma do 7 a 1.
Um hexa engasgado há mais de vinte anos.
Enquanto isso, feminicídios acontecem,
idosos são espancados na saída de banco,
e a sociedade segue confusa.
No fim das contas, todos só querem ser felizes.
Política, futebol, escândalos, promessas…
tudo se mistura como um grande espetáculo.
E o povo?
Rindo como palhaço, pagando tudo no parcelado.
Talvez tudo isso seja apenas o retrato de uma grande utopia mundial.
— Helaine Machado
Outro dia eu estava pensando, dessas reflexões que chegam sem avisar, tipo visita que entra pela cozinha enquanto o café ainda está passando. E eu percebi uma coisa curiosa sobre a vida. Quando existe um propósito muito grande guardado dentro de alguém, parece que a pessoa é salva de formas que nem ela entende direito. Não é aquela história bonita e perfeita, não. Às vezes a vida quase desmorona, o chão treme, a lógica vai embora para passear e eu fico ali pensando comigo mesma, como ainda estou aqui? E aí vem a resposta silenciosa que não faz barulho, mas ocupa tudo. Quando Deus decide que uma história ainda não terminou, ela simplesmente não termina.
Mas também aprendi uma coisa que muita gente não gosta de ouvir. Isso não acontece por acaso com qualquer coração distraído. Existe uma espécie de afinidade invisível entre a alma e Deus. Não estou falando de placa de igreja, nem de número de cultos frequentados, nem de quem sabe mais versículos de cor. Estou falando daquela intimidade silenciosa, que ninguém vê, mas que mora dentro da gente como se fosse uma chama pequena que nunca apaga. A pessoa pode estar sozinha no quarto, pode estar no meio da confusão do mundo, mas ela sabe. Deus está ali.
E tem algo que sempre me faz rir sozinha, porque é tão simples que parece até ousado dizer. Deus não depende de endereço religioso para existir dentro de alguém. Ele não precisa de microfone, nem de banco de igreja alinhado, nem de calendário sagrado marcado na parede. Deus cabe dentro de um pensamento sincero. Dentro de um gesto limpo. Dentro de uma consciência que tenta, mesmo tropeçando, fazer o que é certo.
Eu gosto de pensar nele como o próprio ar que a gente respira. Ninguém acorda de manhã e diz agradecida ao ar, olha que maravilha, estou respirando de novo. A gente só vive. Mas se o ar faltasse por alguns segundos, a gente entenderia tudo na mesma hora. Deus é assim. Invisível, essencial e absolutamente presente. Sem ele não existe vida, não existe direção, não existe aquele empurrão misterioso que nos levanta quando tudo parecia ter acabado.
E tem outra coisa que eu venho aprendendo aos poucos, quase como quem descobre uma chave perdida no bolso do casaco antigo. A questão nunca foi apenas aceitar Jesus com palavras. Muita gente aceita, mas esquece de praticar. A pergunta que realmente muda tudo é outra. O que ele faria se estivesse no meu lugar agora? Parece simples, mas não é. Porque essa pergunta exige coragem. Exige olhar para as próprias atitudes e ajustar a rota.
Quando alguém começa a viver assim, algo muda por dentro. A pessoa passa a agir com mais verdade, mais justiça, mais compaixão. Não porque alguém mandou, mas porque a consciência começa a se alinhar com algo maior. E é aí que eu percebo aquela presença que nunca dorme. Mesmo quando o corpo está cansado, mesmo quando a mente apaga no travesseiro, existe uma consciência maior sustentando tudo. Onipresente, silenciosa, constante.
No fim das contas, acho que o propósito não é uma medalha que alguém ganha. É uma responsabilidade. Quem sente Deus de verdade dentro de si acaba entendendo que foi guardada muitas vezes por um motivo. E quando essa pessoa percebe isso, ela começa a viver diferente. Com mais cuidado com os outros, com mais respeito pela vida e com uma certeza tranquila no coração. Se ainda estou aqui, então ainda existe algo que preciso cumprir. E enquanto esse algo existir, Deus continua soprando vida dentro de mim como quem diz, vai, ainda não terminou.
Me siga no Pinterest, e leia meus e-books!! ❤️
Outro dia me peguei pensando nessa frase que parece um soco de realidade servido no café da tarde, quase junto com o cheiro do bolo saindo do forno. Não existe final feliz para ninguém. Todos iremos morrer. E pronto. Quando a gente fala isso em voz alta, parece pesado, parece até meio dramático, mas curiosamente também tem algo de libertador nisso. Porque se o final é o mesmo para todo mundo, a diferença mora inteira no meio do caminho, no agora, no jeito que eu escolho viver hoje enquanto o sol ainda está batendo na janela e o mundo ainda está em movimento.
Eu gosto de imaginar a vida como uma mesa cheia de histórias acontecendo ao mesmo tempo. Tem gente reclamando do café frio, tem gente rindo alto por nada, tem gente tentando entender o sentido de tudo. E eu ali, no meio disso, lembrando que a verdade mais honesta da existência é que ela acaba. Não é pessimista, é só sincero. E essa sinceridade, curiosamente, dá uma coragem estranha. Porque se tudo é passageiro, então eu posso decidir ser leve mesmo quando o mundo tenta me puxar para baixo.
A felicidade, percebi, não chega como prêmio de final de campeonato. Ela aparece em pequenos atos quase invisíveis. Quando eu escolho respirar fundo em vez de discutir. Quando eu resolvo rir de algo que ontem teria me irritado. Quando eu percebo que viver não é esperar um grande momento perfeito, é administrar milhares de momentos imperfeitos com um pouco de consciência e, às vezes, até com um certo humor sobre a própria tragédia humana.
Tem dias em que eu penso como a gente gasta energia tentando controlar o final da história. Só que o final já está escrito pela própria natureza da vida. O curioso é que isso não deveria assustar tanto quanto assusta. Na verdade, isso transforma o presente no lugar mais valioso do universo. É aqui que eu escolho se vou endurecer ou amolecer. Se vou guardar rancor ou abrir espaço para algo mais leve. Se vou viver de verdade ou só passar pelos dias como quem anda por um corredor sem olhar as portas.
Ser feliz, no fundo, virou para mim uma decisão meio silenciosa. Não é euforia constante, nem aquela felicidade de propaganda. É mais parecido com uma postura diante da vida. Uma espécie de teimosia bonita. O mundo pode ser caótico, as pessoas podem falhar, os planos podem desandar completamente, mas ainda assim eu posso escolher como vou atravessar tudo isso.
E talvez seja justamente aí que mora a grande ironia da existência. O final não depende da gente. Mas a qualidade do caminho depende bastante. No fim das contas, morrer todo mundo vai. Agora viver de verdade, isso sim é uma escolha diária, quase artesanal, feita aos poucos, no meio do barulho do mundo e das pequenas alegrias que insistem em aparecer quando a gente decide olhar para elas. E eu confesso que, sabendo disso, fico com vontade de viver um pouco mais acordada hoje. Porque o agora é o único lugar onde a felicidade realmente pode acontecer. E ele está acontecendo neste exato momento.
"Preparei uma salada pensando em agradar quem eu achava que iria ficar feliz em me ver...
Era ele... O 'C' !!
Quando cheguei perto dei a mão para apertar e essa pessoa me olhou estranhamente e somente seguiu...
Subindo uma ladeira de short branco e camiseta regata, não olhou para trás.
É como se não nos conhecêssemos mais e eu olhava tristemente com a salada nas mãos e pensava em correr e pedir um abraço, mas, não fiz isso.
Eu sei que os sonhos guardam muitas coisas que desconheço e o que aconteceu nesse, simplesmente não consigo acreditar que sei o que significa, porque não sei.
Mas, talvez faça parte da realidade.
Talvez sim, talvez não... Sei lá.
Assim como a vida é um enigma a ser descoberto, certos sonhos podem guardar coisas que nem sequer imaginamos que aconteça na realidade.
Acho que deve ser isso...
Mas, mesmo assim me senti com um grande pesar sobre meu coração e minha alma, porque não consigo entender o porquê de tantos sonhos assim..."
"Pensando, eu consigo consertar o passado
Sonhando, eu vivo o presente angustiado
e com ela eu faço o futuro
mas longe dos meus braços."
Pensando....
Na Matemática é assim.
Ela ensina tempo reto !
Na relação humana,
não tem conta fechada .
Pode levar 10 anos
para perdoar
1 segundo para abraçar !
E um vida inteira,
para confiar.
O poeta é um ser tão egoísta, que mesmo quando ele dedica palavras à alguém, pode estar pensando apenas em si próprio. Ele sabe que soltar as palavras é o “Habeas Corpus” de algumas prisões.
Ás vezes me pego pensando no que é um lar, por mais que pensemos que é uma casa, acredito que não. Acho que um lar é um lugar onde nos sentimos seguros, amados, acolhidos. As vezes esse sentimento pode vir ao estar com outra pessoa. Ou quando estamos sozinhos.
É muito ruim quando não temos um lar. Sentir não importa onde esteja, você não se encaixa. Que não importa o quanto você se esforce, ali não é seu lugar. Que ali, você não se sente completo.
Mas é tão bom quando você finalmente encontra o seu lugar. Melhor ainda quando você o conquista. Quando você encontra as demais peças do seu quebra-cabeça. E você se sente mais leve, mas feliz, mais aceito.
Saudade de Você, Lua
Em uma noite de Lua cheia
Me pego pensando em você,
E que saudade eu sinto
Saudade de me perder nas palavras que você dizia,
De suas invasões em meu lar,
Saudades das tardes em que conversávamos sobre tudo e sobre nada.
Me pego olhando para lua e pensando em você,
Todos os meus pensamentos foram tomados por ti,
Minha cabeça e meu coração entram em confusão,
E tudo o que consigo me lembrar,
Tudo o que consigo pensar,
E tudo o que consigo dizer é que sinto sua falta,
Então volte,
Eu odeio dizer isso, mas eu estava errada,
Eu estava enganada,
Volte para casa, volte para mim.
Às vezes temos algo que achamos pouco, que achamos que é ruim. Mas hoje eu estava pensando e cheguei a conclusão de que nem sempre o que achamos que é ruim, é mesmo.
Esqueça o que você pensa ser ruim, e imagina esse caso: Você tem 100 reais, mas os outros tem 400, 1000, 2300. Isso é ruim, não é? Agora imagina outro cenário: Você tem esses mesmos 100 reais, e as outras pessoas, só tem 20, 12, 46. Você tem o mesmo valor, mas nessa perspectiva, você se sente melhor, não é? Você se sente mais rico. Imagine esses dois cenários com diversos outros objetos. Às vezes o que pensamos ser ruim, não é tão ruim assim, apenas quando o comparamos com o que os outros tem.
Sou ou Me Tornei em Você?
Fiquei pensando em nós,
e uma pergunta repousou no meu peito: eu sou assim…
ou me tornei quando te encontrei?
Sou silêncio,
ou foi em teus braços que aprendi a descansar?
Sou frio, ou teu calor me ensinou a não queimar por dentro?
Gosto de ficar só,
ou foi contigo que a solidão
perdeu o nome?
Sou difícil de amar,
ou só esperava alguém que tivesse paciência com minhas dores?
Sou calado,
ou é que tua presença fala por mim?
Sou forte, ou sobrevivi até te encontrar?
Sou inteiro,
ou você recolheu os pedaços que deixaram pelo caminho?
Sou amor, ou fui aprendendo a amar do jeito que você me olhou?
Talvez eu não seja perfeito,
talvez traga marcas demais…
mas se hoje sorrio com menos medo, é porque teu amor
não me moldou —
me acolheu.
E se alguém perguntar quem eu sou,
talvez eu responda baixinho:
sou quem fui…
mais quem me tornei
quando você ficou.
Pensando por conta própria, não é possível conceber que a nossa Soberania seja ameaçada sob nossos aplausos.
A história demonstra que nenhuma nação perde sua autonomia de uma só vez, de uma hora para outra.
As grandes transformações costumam ocorrer gradualmente, muitas vezes embaladas por discursos sedutores, promessas de progresso ou narrativas que apresentam a dependência como inevitável.
O que deveria despertar vigilância acaba sendo celebrado, e aquilo que representa uma concessão de poder é frequentemente confundido com modernização, conveniência ou alinhamento estratégico.
A soberania não se resume às fronteiras físicas.
Ela se manifesta na capacidade de um povo decidir seu próprio destino, definir suas prioridades, proteger seus recursos e preservar sua identidade cultural.
Quando decisões fundamentais passam a ser condicionadas por interesses externos — sejam econômicos, políticos, tecnológicos ou ideológicos — surge um questionamento inevitável: estamos exercendo nossa liberdade ou apenas ratificando escolhas feitas por outros?
O aspecto mais preocupante não é a pressão exercida de fora, mas a naturalização dessa pressão dentro de casa.
Quando uma sociedade deixa de questionar os impactos de determinadas interferências, quando o senso crítico é substituído pela repetição de discursos prontos, arrisca-se transformar a renúncia em virtude e a submissão em consenso.
Pensar com a própria cabeça exige muita disposição para confrontar narrativas confortáveis.
Exige reconhecer que a verdadeira independência demanda muita responsabilidade, discernimento e, sobretudo, coragem para discordar.
Uma nação verdadeiramente patriota e madura não aplaude aquilo que reduz sua capacidade de decidir.
Ela debate, analisa e pondera as consequências de cada passo.
A defesa da soberania não nasce do isolamento nem da rejeição ao mundo, mas da consciência de que cooperação não significa subordinação.
Relações internacionais, acordos e parcerias são instrumentos legítimos quando preservam a autonomia das partes envolvidas.
O problema surge quando a dependência passa a ser apresentada como condição permanente e desejável.
Por isso, a reflexão necessária é simples e profunda: antes de celebrar qualquer mudança, qualquer interferência, é preciso perguntar quem ganha, quem perde e qual parcela da nossa capacidade de escolha está sendo colocada sobre a mesa.
Afinal, povos livres não entregam sua soberania por imposição, mas podem perdê-la quando deixam de percebê-la como um valor inegociável.
"Tenho pensando no seguinte: são analfabetos os que dizem que (todas) as imagens valem mais do que mil palavras?"
Frase Minha 0377, Criada no Ano 2009
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"O que você está pensando? Está penando que, nos restaurantes, lanchonetes e botecos eles fazem o que fazemos em casa? Pensa que eles usam o melhor azeite? A melhor carne? O melhor queijo? A melhor manteiga? As melhores frutas e verduras? É isso o que você está pensando?"
Frase Minha 0523, Criada no Ano 2011
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Pensando com meus botões... O primeiro a difundir o agora copiado e repetido termo 'sensação térmica' é a mesma pessoa (ou máquina) que inventou o termo 'melhor idade' para substituir idosos? Alguém sabe?"
Frase Minha 0536, Criada no Ano 2011
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Estive pensando: se eu orar a Deus, não mais em silencio e no aconchego do meu lar, mas rezando para a Plateia, nas Redes Sociais, ganharei mais admiradores? Tenho visto muito disso. Muito mesmo!"
0730 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Estive pensando... E, enquanto pensava, esqueci completamente sobre o que eu pensava. Isso tem a ver com a Conversa Fiada sobre a tal 'Melhor Idade'? Tem?"
0784 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
