Pensando

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Se você gasta 90% do seu tempo pensando no que não quer que aconteça, sobra pouco espaço mental para planejar o que quer que aconteça.

⁠Não consigo dormir, pois minha alma está acordada, pensando em Ti, que meu amor transborde em Tua Presença, para sempre, que meu coração Te louve, meu Deus, que minha vida seja o estrado da Tua Glória, que meu ser cante apaixonado por Ti, Jesus...

No Centro do Caos, Nós

Pensando aqui… aqueles que estão no poder não têm poder; são apenas figuras meramente ilustrativas. De um lado, humanos agindo como demônios; do outro, demônios tentando ser humanos — e, no centro, estamos nós.

Nosso mundo está infestado de máscaras. Há, assim, muitos “mortos” se deliciando no mundo dos vivos, tentando corroer a decência humana. E eu, aqui, sigo no meu próprio ritmo, mesmo que, muitas vezes, precise enxugar o choro ao presenciar tantas injustiças.

E como não falar das vezes em que, escondida nas entranhas do universo, está lá a senhora mentira, representando os desejos não realizados de muitos? A nossa luta é tão intensa que, de repente, nos vemos como sombras escondidas na luz. O cansaço domina, e então paramos — não porque nos faltem armas, mas por falta de esperança, por duvidarmos se ainda vale a pena.

E, com isso, a vida de cada um vai passando lentamente por entre nós, provando que, mesmo assim, em sua perfeição imperfeita, a vida é linda… e vale, sim, vale muito a pena.

Existem situações na vida, que só se resolvem pensando.

Outro dia eu estava pensando, dessas reflexões que chegam sem avisar, tipo visita que entra pela cozinha enquanto o café ainda está passando. E eu percebi uma coisa curiosa sobre a vida. Quando existe um propósito muito grande guardado dentro de alguém, parece que a pessoa é salva de formas que nem ela entende direito. Não é aquela história bonita e perfeita, não. Às vezes a vida quase desmorona, o chão treme, a lógica vai embora para passear e eu fico ali pensando comigo mesma, como ainda estou aqui? E aí vem a resposta silenciosa que não faz barulho, mas ocupa tudo. Quando Deus decide que uma história ainda não terminou, ela simplesmente não termina.


Mas também aprendi uma coisa que muita gente não gosta de ouvir. Isso não acontece por acaso com qualquer coração distraído. Existe uma espécie de afinidade invisível entre a alma e Deus. Não estou falando de placa de igreja, nem de número de cultos frequentados, nem de quem sabe mais versículos de cor. Estou falando daquela intimidade silenciosa, que ninguém vê, mas que mora dentro da gente como se fosse uma chama pequena que nunca apaga. A pessoa pode estar sozinha no quarto, pode estar no meio da confusão do mundo, mas ela sabe. Deus está ali.


E tem algo que sempre me faz rir sozinha, porque é tão simples que parece até ousado dizer. Deus não depende de endereço religioso para existir dentro de alguém. Ele não precisa de microfone, nem de banco de igreja alinhado, nem de calendário sagrado marcado na parede. Deus cabe dentro de um pensamento sincero. Dentro de um gesto limpo. Dentro de uma consciência que tenta, mesmo tropeçando, fazer o que é certo.


Eu gosto de pensar nele como o próprio ar que a gente respira. Ninguém acorda de manhã e diz agradecida ao ar, olha que maravilha, estou respirando de novo. A gente só vive. Mas se o ar faltasse por alguns segundos, a gente entenderia tudo na mesma hora. Deus é assim. Invisível, essencial e absolutamente presente. Sem ele não existe vida, não existe direção, não existe aquele empurrão misterioso que nos levanta quando tudo parecia ter acabado.


E tem outra coisa que eu venho aprendendo aos poucos, quase como quem descobre uma chave perdida no bolso do casaco antigo. A questão nunca foi apenas aceitar Jesus com palavras. Muita gente aceita, mas esquece de praticar. A pergunta que realmente muda tudo é outra. O que ele faria se estivesse no meu lugar agora? Parece simples, mas não é. Porque essa pergunta exige coragem. Exige olhar para as próprias atitudes e ajustar a rota.


Quando alguém começa a viver assim, algo muda por dentro. A pessoa passa a agir com mais verdade, mais justiça, mais compaixão. Não porque alguém mandou, mas porque a consciência começa a se alinhar com algo maior. E é aí que eu percebo aquela presença que nunca dorme. Mesmo quando o corpo está cansado, mesmo quando a mente apaga no travesseiro, existe uma consciência maior sustentando tudo. Onipresente, silenciosa, constante.


No fim das contas, acho que o propósito não é uma medalha que alguém ganha. É uma responsabilidade. Quem sente Deus de verdade dentro de si acaba entendendo que foi guardada muitas vezes por um motivo. E quando essa pessoa percebe isso, ela começa a viver diferente. Com mais cuidado com os outros, com mais respeito pela vida e com uma certeza tranquila no coração. Se ainda estou aqui, então ainda existe algo que preciso cumprir. E enquanto esse algo existir, Deus continua soprando vida dentro de mim como quem diz, vai, ainda não terminou.




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Madrugada é foda.
1:25 da manhã: você na minha mente.
1:36: tô escrevendo, pensando em você novamente.


Esse drama da gente, esse contentar-se descontente…
eu sempre pensando em você, e você sempre lembrando da gente.
Nunca conseguimos nos encaixar bem, mas sempre fomos um belo quebra-cabeça.


Talvez a gente nunca fosse pra durar, só pra se marcar.
Dois pedaços que não se encaixam, mas se reconhecem todas as vezes que se encontram.


E mesmo longe, ainda é teu nome que meu peito chama baixinho,
como se o tempo não passasse e a gente ainda fosse “a gente”.


1:48… hora de deixar o relógio seguir
e meu coração ir junto.

Estou pensando !


Estou pensando nos amigos, que declaram que me amam, mas no fundo os miseráveis desejam; é mim vê; de cara na lama.


Entram nas minhas redes sociais, não é capaz de dar um ok; com seu o olhar de feiticeiro, e com o coração invejoso preferem ajudar há um desconhecido; eita sujeitos sebosos.

Outro dia me peguei pensando nessa frase que parece um soco de realidade servido no café da tarde, quase junto com o cheiro do bolo saindo do forno. Não existe final feliz para ninguém. Todos iremos morrer. E pronto. Quando a gente fala isso em voz alta, parece pesado, parece até meio dramático, mas curiosamente também tem algo de libertador nisso. Porque se o final é o mesmo para todo mundo, a diferença mora inteira no meio do caminho, no agora, no jeito que eu escolho viver hoje enquanto o sol ainda está batendo na janela e o mundo ainda está em movimento.

Eu gosto de imaginar a vida como uma mesa cheia de histórias acontecendo ao mesmo tempo. Tem gente reclamando do café frio, tem gente rindo alto por nada, tem gente tentando entender o sentido de tudo. E eu ali, no meio disso, lembrando que a verdade mais honesta da existência é que ela acaba. Não é pessimista, é só sincero. E essa sinceridade, curiosamente, dá uma coragem estranha. Porque se tudo é passageiro, então eu posso decidir ser leve mesmo quando o mundo tenta me puxar para baixo.

A felicidade, percebi, não chega como prêmio de final de campeonato. Ela aparece em pequenos atos quase invisíveis. Quando eu escolho respirar fundo em vez de discutir. Quando eu resolvo rir de algo que ontem teria me irritado. Quando eu percebo que viver não é esperar um grande momento perfeito, é administrar milhares de momentos imperfeitos com um pouco de consciência e, às vezes, até com um certo humor sobre a própria tragédia humana.

Tem dias em que eu penso como a gente gasta energia tentando controlar o final da história. Só que o final já está escrito pela própria natureza da vida. O curioso é que isso não deveria assustar tanto quanto assusta. Na verdade, isso transforma o presente no lugar mais valioso do universo. É aqui que eu escolho se vou endurecer ou amolecer. Se vou guardar rancor ou abrir espaço para algo mais leve. Se vou viver de verdade ou só passar pelos dias como quem anda por um corredor sem olhar as portas.

Ser feliz, no fundo, virou para mim uma decisão meio silenciosa. Não é euforia constante, nem aquela felicidade de propaganda. É mais parecido com uma postura diante da vida. Uma espécie de teimosia bonita. O mundo pode ser caótico, as pessoas podem falhar, os planos podem desandar completamente, mas ainda assim eu posso escolher como vou atravessar tudo isso.

E talvez seja justamente aí que mora a grande ironia da existência. O final não depende da gente. Mas a qualidade do caminho depende bastante. No fim das contas, morrer todo mundo vai. Agora viver de verdade, isso sim é uma escolha diária, quase artesanal, feita aos poucos, no meio do barulho do mundo e das pequenas alegrias que insistem em aparecer quando a gente decide olhar para elas. E eu confesso que, sabendo disso, fico com vontade de viver um pouco mais acordada hoje. Porque o agora é o único lugar onde a felicidade realmente pode acontecer. E ele está acontecendo neste exato momento.

Eu fico pensando como, às vezes, ainda somos ignorantes… com os outros e até com nós mesmos.
Como ainda é comum ver pais tentando prender os filhos, em vez de deixá-los voar. Sim, faz parte ensinar o certo e o errado, mostrar caminhos, formar caráter com amor, respeito e limites. Mas a gente não pode esquecer de algo essencial: filho a gente cria pro mundo, não pra si.
Porque chega um momento em que aquela criança cresce. E quando cresce, ela passa a ter suas próprias opiniões, seus próprios sonhos, seus próprios caminhos. E ninguém tem o direito de decidir por ela o que é viver “certo” ou “errado”.
A verdade é que a gente tem pouco tempo aqui. Pouco tempo pra viver, pra sonhar, pra sentir felicidade de verdade.
E mesmo assim, as pessoas insistem em rotular.
Se alguém estuda, trabalha, corre atrás de um diploma, é motivo de orgulho. Mas se outro alguém escolhe viver mais leve, viajar, sair, curtir, logo é julgado.
Se um jovem decide focar na carreira, tudo bem. Mas se ele vira pai ou mãe cedo, parece que “acabou a vida”.
Mas quem decidiu isso?
Quem disse que existe só um jeito certo de viver?
Cada pessoa tem sua própria história, seu próprio tempo, seu próprio jeito de crescer. Tem gente que encontra felicidade construindo uma família cedo. Tem gente que encontra felicidade conhecendo o mundo. Tem gente que precisa se perder um pouco pra depois se encontrar.
E tá tudo bem.
A vida não é uma fórmula. Não é uma linha reta.
Eu sei como é cansativo viver nessa cobrança de “tem que estudar, tem que trabalhar, tem que vencer”. Eu vivo isso. E por isso, eu nunca vou julgar quem escolhe ser feliz do seu próprio jeito.
Porque no fim… todo mundo aprende. De um jeito ou de outro, a vida ensina.
Alguns se perdem, e isso entristece. Mas muitos se encontram no caminho. E é isso que importa.
Então, pra quê tanto julgamento?
Pra quê tantos rótulos?
No final, todos nós vamos para o mesmo lugar. A gente nasce, cresce, vive… e um dia parte. E com o tempo, quase tudo se apaga.
Então por que não viver da forma que faz sentido pra você?
Por que não aproveitar a sua própria vida?
É isso que eu penso.

Por causa das igrejas pretas e pastores lobos que abrem igrejas como empresas pensando no lucro financeiro, pregando prosperidade material na terra e avareza, muitos fiéis estão voltando para a igreja Católica e não os julgo por isso.

Bom dia, amorzinho! Espero que você passe o dia inteiro pensando em mim, porque eu estarei pensando em você…ass:sua baixinha 💋 te amo fofo

11/03/2026

Ando pensando muito.
Sentindo muito.

Sendo muito para tão pouco…

Dando tanto, recebendo em doses homeopáticas…

A intensidade é tanta que já não comporta mais.

Espaços vazios tão cheios de nada,
que não absorvem o todo.

Sentindo tanto, pensando em nada,
e, ainda assim, assimilando tudo…

Entendendo tudo…
Entendendo sempre.

Como seria bom só relaxar…
Só ser.
Só sentir.

Só viver.

Como seria bom não encaixar,
mas, ao mesmo tempo, caber em tudo, o todo e pertencer.

Sem se moldar, sem atenuar,
só ser…

Sem ser muito, sem ser pouco, sem ser nada,
só sendo.

— Ana Caroline Marinato

A Presença Real


Você pode estar vivendo… sem estar presente.


Pensando no que já passou, antecipando o que ainda não aconteceu, distraído com estímulos constantes. E, nesse processo, perde o único momento que realmente existe: o agora.


Presença não é só estar fisicamente. É estar inteiro.


Ação do dia:


Escolha uma atividade hoje e faça com
atenção total, sem distrações.

Olá, tudo bem, tudo certo?
Pensando aqui comigo...


"Em meio à saudade que sinto de você, uma verdade persiste no silêncio."

Fiquei pensando no que poderia Te dar, e como oferecer algo Àquele a quem tudo pertence. Não posso Te dar o que já é Teu, mas posso tomar uma decisão.


Decido Te adorar pelo resto da minha vida.
Entrego-Te para sempre o meu coração.

O Inferno Pode Ser Aqui


Às vezes, me pego pensando que o inferno não é um lugar distante, escondido em alguma dimensão desconhecida. Talvez ele seja aqui mesmo — na Terra que pisamos todos os dias.


Não por falta de beleza. Pelo contrário.


Vivemos em um planeta onde o sol nasce com perfeição, onde a natureza é generosa, onde há fartura suficiente para todos. E, ainda assim, há fome. Há gente com mesas fartas e gente sem um pedaço de pão. Há quem viva em palácios… e há quem não tenha sequer um teto para dormir.


E então eu me pergunto: que lugar é esse?


Cresci conhecendo um Deus, dentro da minha religião. Um Deus de amor, de justiça. Mas o mundo me mostrou que existem muitos caminhos, muitas crenças, muitas formas de enxergar o divino. Cada um defendendo sua verdade como única.




E talvez seja aí que começa o nosso erro.


Porque, enquanto discutimos quem está certo, esquecemos de fazer o que realmente importa: sermos melhores.


Às vezes penso na possibilidade de outras vidas. Será que estamos aqui para aprender? Para corrigir erros? Será que quem hoje sofre já teve muito, e quem hoje tem muito já sofreu? Ou será que tudo isso é apenas o reflexo das escolhas que fazemos agora?


Não sei.


Mas sei que existe algo dentro de nós — uma voz silenciosa, firme — que nos diz o que é certo e o que é errado. Chamam isso de consciência.


E, mesmo assim, insistimos em ignorá-la.


O ser humano tem nas mãos tudo o que precisa para transformar este mundo em um paraíso. Temos tecnologia, inteligência, recursos. Poderíamos acabar com a fome, diminuir a dor, dar dignidade a todos.


Mas escolhemos competir, explorar, destruir.


Homens poderosos decidem guerras. Crianças pagam o preço. Povos inteiros sofrem. E o planeta, silencioso, vai sendo ferido.


E às vezes, num pensamento mais ousado, me pergunto: e se tudo isso aqui for um tipo de sanatório?


Um lugar onde almas vêm para se tratar.


Como se viéssemos de outras dimensões, de outros tempos, talvez até de outras galáxias… carregando erros, culpas, excessos — e aqui fosse um ponto de passagem. Um purgatório da existência.


Um espaço onde temos duas escolhas: nos curar… ou nos perder de vez.


Talvez alguns estejam em processo de cura — aprendendo a amar, a dividir, a compreender.


E outros… ainda dominados pela própria escuridão.


Se for assim, a Terra não seria apenas o inferno.


Nem totalmente o céu.
Seria um lugar de decisão.


Diante disso, é difícil não pensar: se isso não é o inferno… então o que é?


Talvez o inferno não seja um castigo imposto por Deus. Talvez seja uma construção humana. Um lugar que criamos quando nos afastamos do amor, da empatia, do respeito.


E talvez o céu também esteja aqui.


Ele aparece nos gestos simples, na bondade inesperada, no coração de quem ajuda sem esperar nada em troca. No pouco que se divide. No muito que se oferece.


No fim, talvez a Terra seja apenas isso: um campo de escolhas.


Onde, todos os dias, cada um de nós decide — consciente ou não — se quer alimentar o inferno… ou construir o céu.


Nereu Alves

Se eu morrer jovem,
por favor, não fique pensando em tudo que eu deixei de viver
lembre-se de apenas de todos os momentos que aproveitei e que fui feliz de verdade
não pense em em quanto sonhos eu teria realizado
mas naqueles que realizei
e quando falar de mim, seja gentil com os outros
talvez eles não sintam tanto a minha falta quanto você sentirá
mas não há problema nisso
acho que não tenho tempo suficiente para viver tudo que desejo
mas posso ser grata por tudo que a vida me permitir.

INCOMPLETO

Às vezes me pego pensando, às vezes me pego refletindo, às vezes me pego chorando, às vezes me pego sorrindo.

Ter medo nunca foi algo do meu dia a dia sempre busquei dar de cara com qualquer desafio sem mesmo pestanejar ou desmotivar, mas será que esse medo me torna mas fraco? Bem.... Eu acredito que o medo nós torna mais forte, o estado de alerta ou mesmo pensar nas consequências que abrir mão de fazer algo nós trás, acho que isso desperta quem realmente somos.

Ontem eu me sentia só, mas não me sentia incompleto eu vejo que escolhi pra ter ao meu lados as pessoas certas, que de certa maneira todos nós vivemos em busca de sermos plenos, cabais com outra metade.

Quem nunca se pegou as vezes diminuindo suas conquistas,méritos,inteligência se achando auto insuficiente esperando que alguém apareça e te diga o contrário.

Ser sozinho nunca foi questão de ser incompleto, é apenas questão de se aceitar ou mesmo de mostrar que é forte e que consegue passar por muita coisa sozinho, lembra do medo que eu falei lá em cima? Ele faz parte de tudo,ele faz parte da vida. Mas é isso que nós move.

A inefável vontade de viver de crescer de aproveitar. Mas acima de tudo respeitar.

Respeitar ao próximo a si mesmo mas acima de tudo o tempo.

O tempo vem na vida de uma maneira tão fulgás meio se silêncioso mas colossal em sua estrutura e dedilhando simples acordes em nossas vidas com tal complexidade de uma sinfonia.

Nada acontece por acaso nessa partitura chamada vida, e se nem mesmo notas e melodias ficam sós, quem quiçá nós.

Acontece que uma melodia incompleta ou mal resolvida não harmoniza com notas.

É isso, gosto de imaginar a vida como uma composição melodramática com uma virada novelesca daquelas em que o personagem principal se descobre e se entende e num plot twit vira uma nova pessoa sem perder sua essência principal.

Ser só nunca foi o problema, o problema sempre foi se sentir incompleto...

Você tá pensando que Deus esqueceu daquilo que você entregou a Ele? Deus está agindo no silêncio.

Ás vezes me pego pensando no que é um lar, por mais que pensemos que é uma casa, acredito que não. Acho que um lar é um lugar onde nos sentimos seguros, amados, acolhidos. As vezes esse sentimento pode vir ao estar com outra pessoa. Ou quando estamos sozinhos.


É muito ruim quando não temos um lar. Sentir não importa onde esteja, você não se encaixa. Que não importa o quanto você se esforce, ali não é seu lugar. Que ali, você não se sente completo.


Mas é tão bom quando você finalmente encontra o seu lugar. Melhor ainda quando você o conquista. Quando você encontra as demais peças do seu quebra-cabeça. E você se sente mais leve, mas feliz, mais aceito.