Diante de obstáculos ao longo da jornada rumo aos nossos sonhos, podemos parar, lamentar e desistir. Ou podemos aproveitá-los para rever nossos planos, fazer os ajustes necessários, agradecer por tais experiências nos fortalecer e, por fim, seguir em frente.
Vivemos de longe, longe de nós, dos nossos sonhos. Próximo do frio e distante do próprio calor. Derretendo de repente ou diluído. Perto, tudo parece fumaça comparado a como tudo isso, fugindo, se vai.
As vezes a mente mais parece um cemitério, cheia de sonhos e pensamentos mortos e com um vento gélido, que vare pra longe as cinzas das luzes que já se apagaram.