Pensamentos de Roberto Campos sobre Comunismo
Na revolta a voz do silencio é despedida,
está derradeira viravolta,
o suplicio torna se a revolta.
para ter se a verdade dos sentimentos...
lagrimas no silencio...
nada mais se tem...
o desespero,
nada mais...
posso de pedir algo,
apenas o vazio.
sob a madrugada o destino
que uni a depressão,
compreender o caos num gole de bebida,
seja o brando do amanhecer
os espaços para esquecer,
num outro dia...
palavras que se repetem...
nada mais.
o diga que restou...!
No fundo do tumulo esta verdade,
ninguém pode se calar...
tudo que diz lhe convêm,
uma floresta se calará para sempre
o que tem a diz...
nada.
obrigado.
vivemos algo que não compreendemos,
na extensão do universo observamos a morte,
e também contemplamos o passado sendo o presente,
mesmo assim não damos os créditos devido,
pois o que somos já fomos a muito tempo.
chuva que arma escuridão dos mais profundos sentimentos,
para onde esteja a dor homogênica,
num estagio singular de atenuantes,
sob fugidos no glamour a expressa voz,
tudo paira num segundo seguinte.
a natureza de cada um,
num vulto emergente se da ausente.
O que será da Amazônia sem floresta..?
tanta morte quem será culpado...?
será um deserto e a vida será mais triste,
quem se importa..?
apenas uma matéria aqui era uma floresta!
humanos suas manias de ser humano.
parabéns lamento pela especie...!
aonde está direito de existir..!
Na onde está a compaixão do ser humano?
destrói sem razão e ainda se diz humano!
É terrível ver um mar verde morrer!
ainda assim tudo aquilo é chamado de politica...!
está perfeição de um presidente...!
aonde está as nações unidas?
culpar outros é fácil
assumir os erros é outro assunto
mentir e desviar o assunto,
são atos de um homem ou covarde
sendo primeiro momento ter outras realidades
como mundos imaginários da sua mente,
o mundo morrerá seus atos ficaram na historia.
como a covardia de um homem.
Quem se importa com está escrito,
apenas sentimentos ao vento
enquanto a vento,
se torna se tudo em pó
que bem estar faz,
anda se em momento de desespero.
absorvento a angustia...
tudo perde o sentido...
vivo na agonia de minhas palavras
amplas reproduções
desalinhadas
destorcidas
apenas palavras,
do algoz agonizante
suponho amar.
A foto de um índio será apenas um retrato num museu,
a cultura morta só sera um artigo num jornal velho,
a ganancia e ignorância sempre fato determinante para a extinção...
assim a floresta e seus filhos morreram...
Uma pessoa parte para palavões pois não tem argumentos
e nem suposições apenas agressões...
ser humano é ser politico e critico
aonde se perdeu essa politica
de um movimento correto,
a degradação é abito de seres virtuais,
ser senciente tem transcender suas virtudes.
no sopro da solidão,
mero proposito acidental
desejo submisso
em desespero único,
fogo da morte de sentimentos,
num expresso de calmaria a sinto...
vejo que tudo é parte de filme,
por esse motivo a maquina quebrou,
num instante senti que estou imerso,
está chovendo misericórdias,
e tudo é aparentemente ilusões,
realidades de um mundo sem conclusões...
veneno que alivia a dor,
entre os dias de tormento,
tantas vozes que suprime,
atos que virtua as melhores decisões...
mesmo assim respiramos...
nos maiores ideais são prescritos...
num ar da fumaça que draga...
seus valores e pensamentos
são detritos que num deposito de emoções.
porque você é tão real neste mundo abstrato...
mais um cole de absinto vou ter a certeza da sua ilusão,
componho letras num contexto de momentos na minha solidão,
e vejo tantas coisas que se fragmentam na historia.
queimando os sentimentos em cacos de vidros quebrados...
sinopses de grave denuncias... voltada a natureza,
tudo se despede num lapiso de lembranças mortas pelo desmatamento.
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