Pensamentos de Roberto Campos sobre Comunismo
noite que paira vivida
em lapsos de relance
momentos esperado
em instantes que comprime
nas horas do dia mais desejos,
corpos em sua nudez,
lábios trêmulos,
pernas que desejam,
dentro das estrelas,
sentimentos voam,
sendo inesperado,
o ador torna se a madrugada.
sendo a luz que te ilumina fazem
o vulta da sua alma seja seu ego,
no desespero somente que sobra
são as sombras, mais que convidativas
farte do seu algoz, na vertente tanto ama.
_Meu motivo de existir é você
meus sentimentos são voltados
a cada momento na escuridão
então a cada dia que acordo
espero e observo seu rosto seus atos
até vacile e estarei lá a sua espera_
varrendo as ruas vejo momentos de desespero...
o mundo é um lixo a céu aberto,
tantas promessas o lixo continua crescendo,
as ruas cheias de lagrimas,
mães sem filhos, perdido num mundo de ilusões...
Haverá um dia, haverá um dia, haverá um dia, que tanto haver um dia, ficaremos a ver este dia, que aguardávamos haver outro dia.
Podemos imaginar como será ou poderia ser, mas viver o que é, como é; é o amor ao que é, pelo que é.
Como errei por acreditar que sabia, só soube que não sabia, quando o não saber era a única coisa que existia.
dores do infinito da alma
respectiva num horizonte profundo...
solidão para um único momento,
sem destino para o amor.
ainda tenho sonhos com você
mero instante derretido em ilusões
até primórdios da mente,
tudo repete um resultado do lupe temporal...
rosas vermelhas são violetas
na violência apenas rosas...
no fetiche apenas rosas purpuras
rosas são rosas mundo cor de rosa,
vinte e oito dias de agonia
sobre a escuridão
sentimentos ardis
na ilusão do tardio instante
sua voz aperfeiçoada por uma maquina...
noite de agonia
força que se despede,
num mar acrônico,
fogo da alma se torna
o deserto eterno.
sinfonia de desejos,
espirito inóspito,
dores de cortesia
na tendência na escuridão.
lanches noturnos
no caos o desejos da alma,
no deslumbre do ares.
num copo de água gelada,
se tem tantos prazeres,
entre paradoxos coisas fluem
as desculpas dos pesadelos,
são fogueiras de desilusão,
abraços e desculpas foi um sonho ruim.
Falou-me então daquele dia triste
o velho Luiz
em que deixara tudo quanto existe
para ser feliz
A noiva, a mãe,
a casa, o pai e o cão também
Pensando agora naquela cena
que na estranja vi
Recordo a mágoa, recordo a pena
que com ele vivi.
Bom português,
regressa breve, vem de vez...
Vamos brindar
com vinho verde que é do meu Portugal
e o vinho verde me fará recordar
A aldeia branca que deixei
atrás do mar
Não podemos conhecer aquilo que não questionamos. E questionar não trará o conhecimento pleno do que se questiona, apenas parte do que percebemos.
Só podemos ver e entender uma parte do que observamos. O limite de nossa visão é o limite do nosso conhecimento.
rasgando paginas da alma
o feitiço é plano num veneno
a crueldade que sentimentos estão mortos...
num abraço no vazio...
cântico afirmam seu desatino...
O homem afoga o peixe...
poem fogo na vida ainda se chama homem...
como pode viver assim depois idealiza um discuso,
um mundo sustentável, lamurias,
na relva morta as toras vendidas,
nessa tristeza ainda se tem a vida...
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