Pensamentos de Roberto Campos sobre Comunismo
Na onde está a compaixão do ser humano?
destrói sem razão e ainda se diz humano!
É terrível ver um mar verde morrer!
ainda assim tudo aquilo é chamado de politica...!
está perfeição de um presidente...!
aonde está as nações unidas?
culpar outros é fácil
assumir os erros é outro assunto
mentir e desviar o assunto,
são atos de um homem ou covarde
sendo primeiro momento ter outras realidades
como mundos imaginários da sua mente,
o mundo morrerá seus atos ficaram na historia.
como a covardia de um homem.
Quem se importa com está escrito,
apenas sentimentos ao vento
enquanto a vento,
se torna se tudo em pó
que bem estar faz,
anda se em momento de desespero.
absorvento a angustia...
tudo perde o sentido...
vivo na agonia de minhas palavras
amplas reproduções
desalinhadas
destorcidas
apenas palavras,
do algoz agonizante
suponho amar.
A foto de um índio será apenas um retrato num museu,
a cultura morta só sera um artigo num jornal velho,
a ganancia e ignorância sempre fato determinante para a extinção...
assim a floresta e seus filhos morreram...
Uma pessoa parte para palavões pois não tem argumentos
e nem suposições apenas agressões...
ser humano é ser politico e critico
aonde se perdeu essa politica
de um movimento correto,
a degradação é abito de seres virtuais,
ser senciente tem transcender suas virtudes.
no sopro da solidão,
mero proposito acidental
desejo submisso
em desespero único,
fogo da morte de sentimentos,
num expresso de calmaria a sinto...
vejo que tudo é parte de filme,
por esse motivo a maquina quebrou,
num instante senti que estou imerso,
está chovendo misericórdias,
e tudo é aparentemente ilusões,
realidades de um mundo sem conclusões...
veneno que alivia a dor,
entre os dias de tormento,
tantas vozes que suprime,
atos que virtua as melhores decisões...
mesmo assim respiramos...
nos maiores ideais são prescritos...
num ar da fumaça que draga...
seus valores e pensamentos
são detritos que num deposito de emoções.
porque você é tão real neste mundo abstrato...
mais um cole de absinto vou ter a certeza da sua ilusão,
componho letras num contexto de momentos na minha solidão,
e vejo tantas coisas que se fragmentam na historia.
queimando os sentimentos em cacos de vidros quebrados...
sinopses de grave denuncias... voltada a natureza,
tudo se despede num lapiso de lembranças mortas pelo desmatamento.
na madrugada sinto seu cheiro...
seu corpo banhado em sangue
desejo toma conta da minha vida
num desejo louco
se bate em minha insanidade...
sendo ar romântico
que a delicia na virtude da noite.
_A natureza tem culpa de existir,
o silencio denuncia a morte descriminada...
vitimas da ganancia...
É estupidez destruir a natureza!!!
depois aonde será vão destruir?
natureza sempre tão linda,
será isso vão deixar para o mundo.
um planeta morto...
Nos contratempos, estou ausente...
nos eventuais sentimentos,
os preservo no intuito de desejar,
mas em todos poréns estou basicamente
num sonho de uma legião,
um monstro acordou quando perdeu a luz...
noite te conhece em sentidos desconhecidos,
atos preciosos em alucinações,
travam seus desejos pelo vento frio,
os sonhos ganham dimensões paralelas,
divulgando suas chamas em teor prejulgado,
nos melhores sentidos que se delicia,
tudo tem suas sombras até que escurece.
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