Pensamentos de reflexão
Suspeito que nossas escolas ensinem com muita precisão a ciência de comprar as passagens e arrumar as malas. Mas tenho sérias dúvidas de que elas ensinem os alunos a arte de ver enquanto viajam.
A partir da imaginação, construímos imagens, criamos expectativas e enxergamos no outro tudo, menos aquilo que ele é de verdade. E isso pode ser qualquer coisa, menos amor.
A maioria das pessoas não cresce. A maioria envelhece. Elas encontram lugares de estacionamento, honram os seus cartões de crédito, casam, têm filhos, e chamam isso de maturidade. Isso é o envelhecimento.
A diversidade promove a tolerância. Quando você não encontra pessoas diferentes, não percebe coisas, não percebe o quanto tem em comum com elas.
Enquanto não consegui fazer minha voz ser ouvida, não consegui pertencer verdadeiramente ao movimento. Antes de exigir que os outros me ouvissem, precisei ouvir a mim mesma, para descobrir minha identidade.
Olha, o amor não é algo que possamos terminar, definir ou controlar. O amor é como a arte: uma força que entra em nossas vidas sem quaisquer regras, expectativas ou limitações. O amor, como a arte, deve ser sempre livre.
Temos o costume de não ouvir o outro. Eu digo que sou de Aquário e você responde seu signo. Eu digo que estou cansado e você responde que também. Eu digo que tenho dor de cabeça e você diz que tem um tumor.
