Pensamentos de Gibran Khalil sobre a Paz

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O casamento é o egoísmo a duo.

A prudência é uma arma defensiva que supre ou desarma todas as outras.

Amar a dor é tentar Deus.

Só se pode conversar duas horas com uma mulher quando se lhe diz sempre a mesma coisa.

A vida, quando é miserável, custa a suportar; se é feliz, é horrível perdê-la. Uma coisa equivale à outra.

O luxo, assim como o fogo, tanto brilha quanto consome.

O valor que não tem por fundamento a prudência chama-se temeridade, e as façanhas dos temerários devem atribuir-se mais à sorte do que à coragem.

Um empreendimento imagina-se e começa-se com facilidade; mas na maior parte das vezes sai-se dele com dificuldade.

Condenamos por ignorantes as gerações pretéritas, e a mesma sentença nos espera nas gerações futuras.

As dívidas são bonitas nos moços de vinte e cinco anos; mais tarde, ninguém lhas perdoa.

Há duas coisas que não se perdoam entre os partidos políticos: a neutralidade e a apostasia.

Beleza, presente de um dia que o Céu nos oferece.

Lamentamos sempre aquilo que damos aos maus.

Nos nossos revezes, queremos antes passar por infelizes, do que por imprudentes, ou inábeis.

A pobreza não tem bagagem, por isso marcha livre e escuteira na viagem da vida humana.

Os velhos doidos são mais doidos do que os novos.

Qualquer homem é capaz de fazer bem a outro homem; mas contribuirmos para a felicidade de uma sociedade inteira é parecermo-nos com os deuses.

O homem de palavra é aquele que menos fala.

A memória dos velhos é menos pronta, porque o seu arquivo é muito extenso.

A dissimulação algumas vezes denota prudência, mas ordinariamente fraqueza.