Pensamentos de Gibran Khalil sobre a Paz

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Na admissão de uma opinião ou doutrina, os homens consultam primeiramente o seu interesse, e depois a razão ou a justiça, se lhes sobeja tempo.

Os moços de juízo honram-se em parecer velhos, mas os velhos sem juízo procuram figurar como moços.

A dialética do interesse é quase sempre mais poderosa que a da razão e consciência.

Todos se queixam, uns dos males que padecem, outros da insuficiência, incerteza, ou limitação dos bens de que gozam.

Nas mulheres, a resolução é difícil, a execução é fácil.

O nascer não se escolhe e não é culpa nascer do ruim, e sim imitá-lo; e é culpa maior nascer do bom e não imitá-lo.

O dever dos juízes é fazer justiça; a sua profissão, a de deferi-la. Alguns conhecem o próprio dever e exercem a profissão.

A razão prevalece na velhice porque as paixões também envelhecem.

Os erros de uns são lições para outros; estes acertam porque aqueles erraram.

A maledicência pode muitas vezes corrigir-nos, a lisonja quase sempre nos corrompe.

Desprezos há, e de pessoas tais, que honram muito os desprezados.

O que vulgarmente faz que um pensamento seja grande é dizer-se uma coisa que nos conduz a muitas outras.

Há grandeza mais verdadeira numa boa ação do que num bom poema ou numa grande vitória.

Se a pobreza é a mãe dos crimes, a falta de espírito é o seu pai.

Uma casa sem mulher não tem tormentos nem glória.

O nosso amor-próprio é muitas vezes contrário aos nossos interesses.

A familiaridade tira o disfarce e descobre os defeitos.

De todos os sentimentos, o mais difícil de simular é o orgulho.

Nunca comeces o casamento por uma violação.

Ninguém se conhece tão bem como aquele que mais desconfia de si próprio.