No desejo insaciável do homem
em querer poder e acumular riqueza
nega a sua própria existência racional,
pois elimina a possibilidade do viver
daqueles que ele acredita existir
somente para lhe servir.
O homem contemporâneo, vive à procura de um sinal, e caminha em várias direções, mas
uma verdadeira resposta está no interior do seu próprio silêncio.
Posso admirar um homem pelo que ele é, pelo que ele sabe, ou pela influência que ele tem ou pode vir a ter sobre a minha vida. Nunca pelo que ele tem.
"Pesquisas realizadas por mim, afirmam que quando um homem está em casa, a cada 12 vezes que ele senta no sofá, 15 vezes ele levanta para atender sua esposa".