Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
miga você sabe que eu te amo mais você esta me esquecendo aos poucos.
você esta me deixando de lado eu vejo você não .
lembre que eu te amo mais se continuar assim eu acho melhor nossa amizade acabar
A água que te banha é esgoto
Logo depois de te banhar;
E tudo que tu come são fezes,
E tudo, no fim, lixo escroto.
Nada se cria, nada se destrói;
Nada brota em solo aleatório
Do que cravas no dente e rói,
Permanece por tempos nesse solo.
Pro lixo estou me lixando
Mas se o lixo se vai propagando
De esgoto em esgoto afundando
Se esgota o planeta, o homem, o plano.
No ínterim da vida, um mal estar, uma despedida
De mim. De quê?
Acho que eu dormi nos intervalos da chegada, da partida.
E a cada despedida eu me pergunto se é o fim
Ontem, morreu um bicho dentro de mim,
E hoje as suas tripas me degolam
Um bicho esguio e luminoso... Sei lá...
Só sei que estava aqui porque agora não está,
E se nunca esteve, tem um espaço aqui pra ele... Vazio, vazio
No ínterim da vida, um não estar, uma despedida...
Assim foi que eu fiquei desfalecida no sofá do quintal velho
Enquanto uma semente que virou broto que virou árvore e virou árvore
De repente, virava árvore que virava broto e virava semente
Semente que se enroscou e bloqueou minha garganta
Semente que dói feito pedra.
O que eu sei é que até ontem havia um caixão por aqui
Um caixão que ninguém abriu
O cadáver... Não sei bem... Mas acho que era morte/por segundo
Talvez por cárcere privado, talvez por conveniência.
O que eu sinto, vejo e ouço é que até hoje fede e bate na madeira inutilmente.
Aconteceu...
No ontem de algum dia
Em algum olhar distante, vazio e doloroso.
Eu não sei... Mas eu me lembro,
Como uma sensação no escuro.
Poema sem acabamento (ou inacabado)
Cada noite que me deito sem dormir
Cada sombra no escuro do passado
Os fantasmas do passado a me bulir
Me agitam o corpo quente e calado.
Turbilhões de memórias, de problemas
Problemas do passado do presente
Me agitam o corpo quieto e quente...
futuro do passado, me condenas?
Me resta o pesar das pálpebras do dia
À noite, o pesar do corpo absorto
...
Estou cansada. Da agonia,
Do desgosto. (?)
:O
Dorme, menino!
veste as fantasias que só os sonhos permitem
viaja no espaço sem limites
antes que a lua fuja na janela.
Dorme, menino!
tu és feliz no teu quarto aberto,
eu no quarto fechado me alegro.
se me seguro me sinto segura.
Dorme, menino!
Tranquilo da vida
se der um terremoto
garanto que te acordo
e a gente se segura no bruto da vida.
O amor é uma válvula de escape da realidade também,como diria em um daqueles textos de Walter.O amor,mesmo que não exista puro e verdadeiro,fico remoendo dentro de mim.Talvez seja a falta de alguém pra amaciar meu ego e ,sobretudo,pra falar que eu sou importante,especial,essencial;porque não posso ser indiferente a mim mesma.O amor dá razão ao irracional:a vida em si.Se abster dessa ilusão,uma vez já iludida, é uma tarefa dolorosa.São dias inteiros de sofrimento até alcançar a indepência da ''felicidade''.
23:34 29/11/2013
Meu amor,meus livros,minha música,meu cabelo,meu inglês,meu reflexo-? Ou voo,ou explodo. São tantas as pendências,as ocupações que meu cérebro paralisou no tempo-espaço.Está em pane.Agora quase entendo porque aqueles cheios de compromissos têm mais dificuldade para assimilar conteúdos complexos.Haja falta de vida!Se me comprometo a algo, me descomprometo a uma série de outros.Se só encontro a paz no isolamento, que seja!que venha num momento e fique!Meu ideal de liberdade me impele essa vida corrida,essa busca medíocre.
Carrega o carro
ralando a rua
ralando a rampa
Carrega o carro
Rente ao riacho
O carro quer o córrego,
o rio,o rancho,
quer ser barco,
remar,rugir,fugir
A rua traga o carro
O tráfego traga a rua
O trato me tritura.
Rima pobre
Das veleidades da vida
Debaixo do telhado de sempre
Entre paredes que prendem
E portas que abrem
E portas que fecham.
Acima do chão que segura
Quando corpo que pende
Quando a alma se perde
Quando o copo se enche.
Quisera que tanto harmonioso
Fosse o ciclo que decreta a cada coisa
Viva e morta, uma função;
Se assim funcionasse como o esboço
A realização.
Acima do telhado as gentes
A consertar a antena da tv que chhia.
Entre as paredes que prendem
Se abrira mil buracos de tempos em tempos.
As portas que abrem, abriam.
E fechavam meticulosamente.
O chão que pendia o corpo
Pertence agora a uma parcela de gente
Ou deita nas ruas irregularmente.
A alma derrama do copo que não suporta
As torrentes, dos tempos, das vidas, dos homens.
Se tudo é bem programado que homem haveria
que desse tudo e todos por boa intenção?
Se entre a humanidade caminha cada um
Cosendo com a própria linha sua trama de antemão...
As portas que abrem, quiçá, é uma armadilha
De entrar e ficar até então.
E quando por acaso se abrir uma oportunidade vã
Quebrar em nossa cara cristã, pedaços de um sonho bom.
Cada pedaço de tudo que deveria libertar
Mais limita e delimita no homem o seu lugar.
Mas continua e continuamos construindo castelos no ar (que bom!)
De imensas paredes, telhados e portas de se admirar
E taças pra beber e exaltar um tempo e um sonho.
Ladrilho e música, muita música, pra alma das gentes dançar
E esquecer que dançam pra esquecer que vivem e morrem.
Aos castelos todos dos homens vem o dia de desabar
Alguns desabam no chão, muitos desabam no ar.
É tão simples
QUEM AMA
CORRE ATRÁS
QUEM CORRE ATRÁS
SENTE SAUDADE
QUEM SENTE SAUDADE
AMA...
Procure ver quem realmente te ama, e dê valor a elas!
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