Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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"Para evitar viver a vida às pressas, tenha calma para fazer suas escolhas."

"Tenha calma ao fazer suas escolhas para evitar viver a vida às pressas."

"Seja crítico sem fazer críticas."

Senhor, vós que me ensinas o que é certo e errado, e o que pode
fazer-me feliz e infeliz, faz-me então obediente a vossa lei de amor.
Dá -me discernimento para que eu não me deixe levar pelos caminhos tortuosos do mal, da inveja, dos vícios e da perdição.
Peço -lhe ainda o dom da prudência, para que eu não faça dos vossos mandamentos uma espécie de escravidão; à julgar, condenar, impor falsas obrigações aos meus irmãos, companheiros de jornada.
Que todas aprendam que vós sois o caminho que liberta!
Que assim seja!
Haredita Angel
26.10.25

"Nem sempre dá pra gente fazer o certo,
daí a gente faz o que é preciso."
Haredita Angel
07.08.25

"Chega de fazer chorar a alma.
Fogo é calor.
É tempo de tomar banho de mar..."
Haredita Angel
21.04.14

COMPORTE-SE COM PROBIDADE




Apesar de serem baratas e causar repulsa ainda servem para fazer batatas fritas




Para as pessoas se alimentarem




Mas as pessoas vis não servem para nada !




Só nos livros de romances é que servem para o bombom.




Na realidade, e infelizmente servem p/ gerar ressentimentos infindáveis.




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Ações reiteradas brotam a desunião implacável!⁠

⁠⁠Há silêncios que são capazes de fazer barulhos mais ensurdecedores do que o barulho da guerra.

⁠Ou mudamos a forma de fazer hoje, ou contentemos com amanhãs iguais a ontem.

⁠Com tantas “lideranças religiosas” mais preocupadas em fazer política do que evangelizar, tomara que ninguém espere encontrar toda essa permissividade escatológica lá no céu.


Quase sempre mais empenhadas em conquistar palanques do que corações, é natural que alguns confundam fé com estratégia e altar com palco.


Mas o risco maior não está apenas no que se faz aqui, e sim no que se passa a acreditar: que a permissividade, a manipulação e o jogo de interesses poderiam ter algum espaço no céu.


O céu — seja entendido como metáfora de transcendência ou esperança — não se molda aos desvios humanos.


Ele não precisa de campanhas, slogans ou acordos.


Ali não se barganha silêncios, não se negocia salvação e nem se legitima vaidade em nome de Deus.


Tomara mesmo que ninguém espere encontrar lá a mesma mistura de poder e conveniência que alguns apaixonados cultivam cá.


Que a expectativa do sagrado permaneça alta o bastante para nos lembrar que espiritualidade não se mede por seguidores, mas por verdade; não por palanque, mas por compaixão; não por permissividade, mas por integridade.


E que, diante de tantas distorções e adequações, ainda caiba em nós o desejo de uma fé que não se deixa contaminar — e de um céu que não se pareça, nem de longe, com os arranjos terrenos.

⁠Falhar é um luxo reservado aos que se atrevem a fazer o que muitos medem esforços para fazer.


Quem nunca tentou nada ousado costuma chamar de prudência aquilo que, no fundo, é medo disfarçado de virtude.


O erro não visita os imóveis.


Ele bate à porta de quem caminha, de quem arrisca, de quem troca a segurança do discurso pelo peso da prática.


Por isso, falhar não é sinônimo de incompetência, mas de movimento; não é vergonha, é evidência de coragem.


Há os que colecionam opiniões impecáveis porque nunca precisaram lidar com as consequências.


Já os que falham carregam marcas reais: aprenderam onde o chão cede, onde o orgulho cai e onde a humildade também é o professor.


No fim, o maior fracasso não é tropeçar tentando, mas passar a vida inteira economizando passos para não correr o risco de cair.


Porque quem nunca falha, quase sempre também nunca vive aquilo que realmente vale a pena.

⁠Fazer “Textão” apequenado para culpar a Vítima deve ser muito mais fácil que clamar por Justiça.


Há uma Covardia muito particular em transformar palavras longas em Pensamento Pequeno.


Nem todo discurso extenso é profundo; às vezes, ele serve apenas para envernizar crueldades antigas com aparência de argumento.


E poucas misérias morais são tão reveladoras quanto aquela que, diante da dor de alguém, escolhe investigar a vítima com mais rigor do que o agressor.


É como se a consciência, incapaz de sustentar o peso da injustiça, preferisse terceirizar a culpa para quem já está ferido.


Culpar a vítima quase sempre é um atalho emocional para poupar estruturas, conveniências e cumplicidades.


Exigir Justiça demanda coragem, lucidez e, acima de tudo, disposição para encarar o desconforto de reconhecer onde realmente mora a violência.


Já culpar quem sofreu permite preservar reputações, proteger interesses e manter intactos certos afetos ideológicos e morais.


É um expediente perverso: condena-se menos o ato injusto e mais a fragilidade de quem não conseguiu escapar dele.


Existe também um narcisismo disfarçado nesse tipo de reação.


Quem culpa a vítima frequentemente se coloca num pedestal imaginário, como se dissesse: “comigo teria sido diferente”.


Nessa fantasia, o sofrimento alheio vira palco para exibição de falsa superioridade, e não oportunidade de empatia.


Mas a vida real não se curva à arrogância dos que analisam tragédias do alto da própria zona de conforto.


Há violências que desabam rápido demais, manipulações que se instalam silenciosamente, contextos que esmagam qualquer simplificação preguiçosa.


A Justiça, por sua vez, começa onde esse conforto acaba.


Ela exige que se olhe para o fato sem romantizar o agressor nem sabatinar a vítima como se o seu comportamento precisasse atingir um padrão irreal de pureza para merecer proteção.


Porque a dignidade humana não é prêmio por perfeição.


Ninguém precisa ser impecável para ter direito de não ser ferido, violado, humilhado ou descartado.


Talvez por isso tanta gente prefira o “Textão” apequenado: ele oferece a ilusão de reflexão sem o custo ético da responsabilidade.


Soa elaborado, parece racional, mas no fundo só repete a velha brutalidade de sempre com mais linhas e menos vergonha.


Clamar por Justiça é muito mais difícil, justamente porque não combina com malabarismo moral.


Pois pede firmeza para nomear a violência, honestidade para não inverter papéis e humanidade para não fazer da dor alheia um tribunal de conveniência.


No fim, textos grandes não engrandecem consciências pequenas.


E toda vez que alguém escolhe culpar a vítima em vez de clamar por Justiça, o que se revela não é criticidade, mas a Miséria Espiritual de quem prefere ferir de novo a reconhecer o verdadeiro culpado.

⁠Tropeçar é um luxo reservado somente aos que se atrevem a fazer o que todos os outros protelam, medindo esforços.


Há quem veja o tropeço como uma falha, como um desvio indesejado de uma trajetória idealizada, limpa, sem marcas.


Mas essa visão, embora confortável demais, ignora uma verdade muito incômoda: só tropeça quem está em movimento.


E movimento, por si só, já é uma ruptura com a inércia que domina tantos caminhos adiados.


Enquanto alguns calculam demais, esperando o cenário perfeito, o momento exato, a garantia de sucesso — outros simplesmente vão.


E ao ir, erram.


E, ao errar, aprendem.


O tropeço, nesse sentido, deixa de ser um acidente e passa a ser um rito silencioso de coragem.


Não é sobre cair, mas sobre ter saído do lugar onde cair sequer seria possível.


Medir esforços, muitas vezes, é apenas uma forma elegante de mascarar o medo.


O medo de falhar, de ser visto, de não corresponder às expectativas — próprias ou alheias.


E assim, na tentativa de evitar o tropeço, muitos acabam evitando também a experiência.


Permanecem intactos, sim, mas também intocados pela transformação que só o risco proporciona.


Tropeçar exige exposição.


Exige assumir que não se sabe tudo, que não se controla tudo, que o caminho se revela enquanto se caminha.


E isso, para muitos, é desconfortável demais.


Preferem a segurança do planejamento eterno à vulnerabilidade da ação imperfeita.


Mas há algo profundamente humano em perder o equilíbrio por um instante.


É nesse breve desalinho que nos reconhecemos vivos, tentantes e inacabados.


O tropeço não diminui — ele denuncia a tentativa.


E tentativa, no fim das contas, é o que separa quem vive de quem apenas ensaia viver.


Talvez o verdadeiro luxo não seja evitar a queda, mas poder se permitir caminhar sem a obsessão de nunca falhar.


Porque quem nunca tropeça, talvez nunca tenha ido longe o bastante para descobrir o próprio limite.

⁠Para fazer frente à enxurrada de eleitores apaixonados, basta uma enxurrada de políticos-influencers igualmente apaixonados.


Talvez isso soe como ironia, mas talvez seja também um retrato fiel do nosso tempo.


Em uma era em que a atenção se tornou moeda de troca e a emoção passou a disputar espaço com os fatos, a política parece cada vez menos um campo de deliberação e cada vez mais um mercado de engajamento.


O eleitor apaixonado não procura apenas propostas.


Procura pertencimento, identidade e reconhecimento.


Quer sentir que faz parte de uma causa maior do que si mesmo.


Nesse ambiente, argumentos cuidadosamente construídos muitas vezes perdem terreno para frases de efeito, vídeos curtos e narrativas capazes de provocar indignação, esperança ou medo em poucos segundos.


Não surpreende, então, que os políticos se adaptem à lógica vigente.


Se a arena pública recompensa visibilidade, surgem os políticos-influencers.


Se a paixão mobiliza mais do que a ponderação, multiplica-se a encenação da paixão.


O resultado é uma dinâmica medonha em que representantes e representados passam a se retroalimentar emocionalmente, cada grupo incentivando no outro exatamente aquilo que mais dificulta o diálogo.


Mas há um risco evidente nessa simetria.


Quando a política se transforma em um espelho de afetos intensificados, a mediação perde valor.


A dúvida vira fraqueza.


A complexidade vira obstáculo.


A prudência passa a parecer falta de convicção.


E a própria atividade política, que deveria lidar com interesses conflitantes e problemas multifacetados, é pressionada a se comportar como entretenimento permanente.


E daí nasce a política do espetáculo.


Talvez a questão não seja apenas a existência de eleitores apaixonados ou de políticos-influencers.


Paixões sempre estiveram presentes na vida pública.


O problema surge quando a paixão deixa de ser combustível para a participação e passa a ser critério único para julgar a realidade.


Nesse ponto, a intensidade do sentimento substitui a qualidade do argumento.


A democracia depende de entusiasmo, mas também de freios.


Depende de convicções, mas igualmente de disposição para revisar certezas.


Se a resposta para uma enxurrada de eleitores apaixonados for apenas uma enxurrada de políticos-influencers igualmente apaixonados, talvez estejamos apenas aumentando o volume da correnteza, sem perguntar para onde ela está nos levando.


E correntes muito fortes têm uma característica bastante curiosa: arrastam não apenas aqueles que desejam avançar, mas também aqueles que já deixaram de distinguir movimento de direção.

⁠A poesia sempre colabora para manter a mente menos sobrecarregada e fazer com que se tenha intimidade com as palavras. Seja um eterno poeta e aprendiz na vida. Aconteça o quê aconteça.

⁠⁠Mensagem para este final de ano e para a vida toda sempre que for necessário fazer um exame de consciência poderoso:

- Divergir sem se digladiar. Argumentar sempre.

- Se divertir sem agredir. Bom senso e gentileza sempre.

- Fazer humor não é diminuir. Diminuir é ironizar e desumanizar. O bom humor nasce da genuína alegria sempre. Pratique o seu bom humor com bondade.

- Quando houver dificuldades pratique a boa vontade.

⁠Na sua companhia fazer
uma festa quando florescer
o Tarumã poético,
Fazer juntos uma festa
ainda maior quando
a hora da colheita chegar,
e se for preciso plantar
outros para nunca frutos faltar,
e com quem precisar compartilhar,
Amar se entregar, transbordar
e contagiar por onde a gente passar
na vida para outros corações inspirar.

⁠Fazer um Kutiá
para encontrar
o doce nos teus
amorosos beijos,
Essa será a maior
glória dos desejos:
Celebrar juntos por
ser apaixonados.

Fazer doce com Belimbing
para te trazer para mim,
Minha história mais
linda de amor sem fim.

Encontrar um Ingá-doce
colher sementes,
fazer um bolo com café,
Ter um dia você do meu
lado ainda está de pé.