Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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*NEM SEMPRE MENOS É MAIS*
No mundo da matemática, se você não fizer as contas direitinho, no final sempre será menos do que mais.
Na vida com filho é a mesma coisa.
Menos limite hoje = mais problema amanhã.
Menos "não" agora = mais choro depois.
Faz a conta certa enquanto é tempo.

Não há dom gratuito no granito do mundo; o que vem sem esforço, pesa no caráter.
-Aldemi Escobar de Matos

julie.


Há uma menina que ainda não existe no mundo, mas que, de alguma forma, já existe dentro de mim.


O nome dela vai ser Julie.


Eu ainda não sei quando ela vai chegar. Não sei se será daqui a alguns anos, se a vida vai demorar para colocá-la nos meus braços ou se o destino ainda está decidindo se nossos caminhos realmente precisam se encontrar. Talvez ela nem saiba que eu já penso nela. Talvez, enquanto eu escrevo isso, ela esteja em algum lugar que eu jamais poderia imaginar, vivendo uma vida que ainda não tem nenhuma relação com a minha.


Mas eu já a amo.


E talvez essa seja uma das coisas mais bonitas sobre o amor de um pai. Ele pode começar antes mesmo de existir um rosto para olhar.


As vezes eu me pego imaginando os olhos dela. Não sei exatamente como serão, mas já consigo imaginar a maneira como eles vão me procurar quando ela estiver assustada, quando precisar de colo ou simplesmente quando quiser encontrar o pai no meio de uma multidão. Imagino o sorriso, o jeito de falar, as manias que provavelmente vão me tirar do sério e, ainda assim, fazer com que eu queira guardar cada uma delas para sempre.


Imagino seus primeiros passos pela casa.


Imagino a voz me chamando de pai.


E acho que é nesse momento que eu percebo que existe uma versão de mim que ainda não conheço.


O pai da Julie.


Talvez ela transforme completamente a minha vida sem sequer perceber. Talvez eu passe a dirigir mais devagar, a olhar o relógio com mais frequência, a pensar duas vezes antes de tomar certas decisões. Talvez minhas preocupações deixem de ser apenas sobre mim. Talvez eu descubra que existe alguém capaz de ocupar um espaço dentro de mim que eu nem sabia que estava vazio.


Eu imagino uma menina pequena segurando meu dedo com a mão inteira.


E acho que, naquele instante, eu entenderia que faria qualquer coisa por aquilo.


Não porque ela teria feito alguma coisa para merecer.


Não porque ela precisaria me devolver alguma coisa.


Mas simplesmente porque seria minha filha.


Esse é o amor que ainda não conheço, mas que já consigo sentir chegando de longe. Um amor que não pede reciprocidade, que não depende de respostas, que não precisa ser escolhido todos os dias porque já nasceu decidido. Um amor que provavelmente vai me ensinar que existem pessoas pelas quais você não pensa duas vezes antes de colocar o mundo inteiro nas costas.


Eu penso na Julie crescendo.


Na primeira vez que ela cair e olhar para mim esperando que eu diga que está tudo bem.


Na primeira vez que ela chegar em casa chorando porque alguém machucou seu coração.


Na primeira vez que ela quiser sair sozinha e eu precisar aprender que protegê-la também significa deixá-la ir.


Talvez eu seja aquele pai meio bobo que vai querer saber onde ela está, com quem está, se chegou bem. Talvez eu seja exageradamente protetor. Talvez eu precise aprender, todos os dias, que ela não nasceu para viver dentro das minhas mãos, mas para construir a própria vida.


E mesmo assim, em algum lugar dentro de mim, sempre vai existir aquele homem olhando para uma menina pequena e pensando:


"Como pode alguém tão pequena significar tanto?"


Eu não sei como serão os olhos dela.


Não sei se ela vai gostar de música, de livros, de filmes, de desenhar ou de qualquer coisa que eu imagine hoje.


Não sei se ela vai parecer comigo.


Não sei se vai torcer para o Palmeiras(mas deveria)


Não sei se vai herdar meu jeito, minhas manias ou se vai ser completamente diferente de mim.


E talvez seja justamente isso que torne tudo tão bonito.


Porque eu não amo uma pessoa que conheço.


Eu amo a possibilidade dela.


A possibilidade de um dia abrir uma porta e encontrar uma menina correndo na minha direção.


A possibilidade de ouvir uma voz dizendo "papai".


A possibilidade de segurar alguém nos braços e perceber que, depois daquele momento, minha vida nunca mais vai ser somente minha.


Julie ainda não sabe se vem.


Eu também não sei quando.


Mas, se um dia ela vier, espero que encontre em mim um lugar seguro para voltar.


Espero que ela saiba que pode errar sem deixar de ser amada, cair sem ter vergonha de pedir ajuda, crescer sem medo de me perder.


Espero que, quando ela for grande o suficiente para entender essas coisas, saiba que antes mesmo de existir para o mundo, já existia em meus pensamentos.


Que antes de eu conhecer seu rosto, eu já imaginava seus olhos.


Antes de ouvir sua voz, eu já imaginava como seria escutar "papai".


E antes de poder segurá-la no colo, eu já sabia que, se a vida me desse a oportunidade de ser o pai dela, eu faria tudo o que estivesse ao meu alcance para que ela nunca duvidasse do quanto é amada.


Talvez esse seja o maior sonho que eu ainda não vivi.


Uma menina chamada Julie.


A menina do papai.


Uma pequena pessoa que ainda não chegou, mas que já ocupa um pedaço enorme de um coração que nem sabia que estava esperandp por ela.


E quando ela finalmente chegar, se chegar, talvez eu olhe para aqueles olhos que passei tantos anos imaginando e perceba que eu estava errado sobre uma coisa.


Porque talvez eu tenha passado a vida inteira tentando imaginar como seria amar minha filha.


Quando na verdade, bastaria conhecê-la

⁠⁠não tem a ver com sorte, tem a ver com esforço; o tempo todo as pessoas dizem que o mundo não é perfeito, mas as mesmas usam isso como desculpa para adiar coisas que as próprias têm medo de fazer.

O mundo não gira ele capota em suas metáforas ate um terra plana acreditam!
Imagina as estrelas serem luzes de abajur de Deus.

⁠Em um mundo preto e branco ..feliz é aquele que se veste de xadreizinho...não é sobre ser igual todo mundo... e sim fazer a diferença no meio de todos ....

O mundo não te deve nada.


Quem deve é você mesma, por todas as vezes que se prometeu e não cumpriu.


Seja leal à você.

“Talvez o vento não esteja chamando para algum lugar, mas tentando devolver ao mundo aquilo que nunca deveria ter criado raízes.”

"Não podemos aliviar todos os sofrimentos do mundo, mas podemos evitar aumentar o peso que o outro já carrega."

⁠Seja exigente menina , não se contente com tão pouco ...vc merece o mundo ...

favorita.

Sabe quando a gente cai na real que aquela é a nossa pessoa favorita no mundo?

Não que fosse um mistério. Não que eu não soubesse antes. É mais como se, em algum momento, a vida começasse a apresentar as confirmações necessárias, as provas cabais de uma coisa que, no fundo, a gente já sabia. Como se o quebra-cabeça complexo que somos nós finalmente encontrasse uma peça que sempre pareceu ter sido feita exatamente para aquele espaço.

E o mais bonito é que essas confirmações nunca vêm em grandes acontecimentos.

Elas vem nas coisas mais simples do mundo.

Vem no cotidiano, naquele lugar onde ninguém está tentando impressionar ninguém, onde o amor não precisa fazer discurso porque está ocupado demais existindo. Vem numa mania que só aquela pessoa tem, numa maneira específica de rir, em uma frase que ela sempre fala, no jeito incomparável de enxergar alguma coisa. Vêm nos defeitos que, de tão únicos, acabam deixando de parecer defeitos. Naquelas pequenas particularidades que poderiam passar despercebidas para qualquer pessoa, mas que, para quem ama, se tornam quase uma impressão digital.

Você é assim pra mim.

E talvez seja justamente por isso que eu tenha tanta certeza.

Porque você costuma ter vários endereços. Está sempre em constante mudança, e não necessariamente geográfica. A vida te move, te transforma, te leva para lugares diferentes, muda algumas versões suas, acrescenta outras, tira algumas pelo caminho. Você pode estar na rua Joaquim de Paula 1129, na rua Matias Perez 183, na nossa própria Jorge Leite Vieira Home, ou até mesmo em alguma cidade perdida da Terra da Rainha.

E ainda assim, de algum jeito, continua sendo você.

Continua sendo aquela menina que eu aprendi a amar.

Não uma versão congelada no tempo, não alguém que precise permanecer exatamente como eu conheci para continuar sendo especial. Mas você, com todas as suas únicas e ímpares qualidades e defeitos. Até os defeitos eu amo. Talvez porque amar alguém de verdade seja justamente perceber que a pessoa não é uma coleção de características perfeitas, mas um conjunto inteiro, indivisível, de coisas que fazem dela quem ela é.

E acho que foi no cotidiano que eu mais entendi isso.

O momento que eu mais senti amor por alguém foi no cotidiano.

Foi ao acordar e ter café pronto.

Foi cozinhar junto ouvindo música.

Foi depois de limpar a casa inteira e deitar pra assistir.

Foi naquela sensação quase boba de olhar para o lado e pensar que, entre todas as possibilidades do mundo, era justamente aquela pessoa que estava ali comigo, dividindo uma manhã qualquer, uma cozinha qualquer, uma sala qualquer, uma música qualquer.

E talvez seja essa a maior prova de todas.

Porque grandes momentos podem ser confundidos com euforia. Viagens podem ser confundidas com felicidade. Declarações podem ser confundidas com paixão. Mas o cotidiano não mente.

TUDO TUDO que é amor nasce no cotidiano e tudo que não é amor, se desfaz no cotidiano.

É ali que a gente descobre quem realmente quer por perto.

Quando não existe viagem marcada, quando não existe ocasião especial, quando não existe nada para comemorar. Só existe uma terça-feira qualquer, uma casa para arrumar, alguma coisa para comer, uma música tocando baixo e duas pessoas dividindo o mesmo espaço.

É ali que o amor deixa de ser uma ideia bonita e vira presença.

E talvez seja por isso que você consiga estar em tantos lugares sem deixar de ser a mesma pessoa para mim.

Porque eu não aprendi a amar um endereço.

Eu aprendi a amar você.

E endereço nenhum consegue mudar isso.

Pode mudar a rua, a cidade, o país, a distância, a rotina, os planos, os mapas. Você pode estar em qualquer canto do mundo, construindo novas versões de si mesma, aprendendo coisas que eu ainda nem conheço, vivendo dias que eu talvez nunca veja.

Ainda assim, existe alguma coisa em você que permanece reconhecível para mim.

Aquela menina.

A menina das pequenas coisas.

Aquela que existe nos detalhes que ninguém mais percebe.

A pessoa que, sem fazer esforço, conseguiu ocupar um espaço que parecia ter sido desenhado para ela dentro de mim.

E talvez seja isso que significa encontrar a nossa pessoa favorita no mundo.

Não é descobrir alguém perfeito.

É descobrir alguém cuja imperfeição parece familiar.

Alguém que você reconhece mesmo quando ela muda.

Alguém que poderia atravessar o mundo inteiro, trocar de endereço quantas vezes quisesse, aparecer em outra cidade, em outro país, em outra fase da vida, e ainda assim fazer você pensar:

“É ela.”

Não porque você nunca teve dúvidas.

Mas porque, depois de tantas pequenas confirmações, você simplesmente não precisa mais delas.

Você sabe.

E se algum dia alguém me perguntasse onde exatamente mora a pessoa que eu aprendi a amar, talvez eu não soubesse responder.

Por isso eu vivo me perguntando porque é proibido pisar na grama?

Mas, no fundo, eu saberia que nenhum desses endereços seria suficiente.

Porque você não mora em nenhum deles.

Você mora no cotidiano.

Na memória do café pronto.

Na música enquanto a gente cozinha.

Na casa limpa depois de um dia inteiro de esforço.

No sofá onde duas pessoas simplesmente deitam e assistem alguma coisa sem precisar que o mundo aconteça.

E talvez seja justamente por isso que, não importa onde você esteja, eu continue sabendo exatamente quem você é para mim.

Minha peça.

Do meu quebra-cabeça complexo.

Minha pessoa favorita no mundo.

Aquela que a vida pode levar para qualquer endereço, mas que, de algum jeito, continua sempre encontrando o caminho de volta para o mesmo lugar.

Aqui

O egoísmo reina absoluto: as pessoas querem que o mundo mude, mas não mexem um dedo para construir nada que preste para o coletivo.

Mundo Da Hipocrisia
Hoje já não se trata de amor, hoje é sobre quem paga mais.
É galhofeiro como a sociedade metamorfoseou o amor verdadeiro à um negócio para contrair bens de valia.
Hoje, já não se trata mais de dignidade, hoje os corpos são vendidos publicamente e cada uma atribui um preço ao seu⁠ corpo como se fosse um simples produto de compra e venda.
CONTINUA…

A verdadeira riqueza não consiste em ter o mundo aos seus pés, mas em ter a alma limpa e a consciência em paz.

O topo mais alto do mundo não serve para nada se para chegar lá você precisou esmagar quem estava no caminho.

Os medíocres criticam a ousadia de uma visão gigante porque a pequenez do mundo deles não suporta a imensidão dos sonhos alheios.

Ter a alegria de viver em um mundo abençoado por Deus é um presente que não faz mal a ninguém; quem ataca a felicidade e os grandes sonhos do próximo demonstra apenas a amargura da própria alma.

Você se tornou o meu lugar favorito no mundo. Não importa o tamanho do caos lá fora, basta o som da sua voz para o meu coração entender que já chegou em casa.


DeBrunoParaCarla

O maior trilionário do mundo não é o que acumula montanhas de ouro, mas o que carrega um coração gigante, transbordando amor e respeito pelo próximo.

Mais vale um coração puro e cheio de luz do que todas as fortunas do mundo nas mãos de quem não sabe amar.