Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Fim de estação. Eu continuei a viagem
Para além do fim da estação.
Quantos eram? Quatro,
Cinco, poucos mais.
Casas, caminhos, nuvens,
Enseadas azuis, montanhas
Abrem as suas portas
Eu me chamo Zé Limeira
De Lima, limão, limança
A estrada de São Bento
Bezerro de vaca mansa
Valha-me Nossa Senhora
Tão bombardeando a França!
Recife. Ponte Buarque de Macedo.
Eu, indo em direção à casa do Agra,
Assombrado com a minha sombra magra,
Pensava no Destino, e tinha medo!
Na austera abóbada alta o fósforo alvo
Das estrelas luzia... O calçamento
Sáxeo, de asfalto rijo, atro e vidrento,
Copiava a polidez de um crânio calvo.
Lembro-me bem. A ponte era comprida,
E a minha sombra enorme enchia a ponte,
Como uma pele de rinoceronte
Estendida por toda a minha vida!
A noite fecundava o ovo dos vícios
Animais. Do carvão da treva imensa
Caía um ar danado de doença
Sobre a cara geral dos edifícios!
Tal uma horda feroz de cães famintos,
Atravessando uma estação deserta,
Uivava dentro do eu, com a boca aberta,
A matilha espantada dos instintos!
Era como se, na alma da cidade,
Profundamente lúbrica e revolta,
Mostrando as carnes, uma besta solta
Soltasse o berro da animalidade.
E aprofundando o raciocínio obscuro,
Eu vi, então, à luz de áureos reflexos,
O trabalho genésico dos sexos,
Fazendo à noite os homens do Futuro.
Nota: Trecho de "As Cismas do Destino": Link
Incerteza, oh, que deleite / Vós e eu nos vamos / Como se vão os caranguejos, / para trás, para trás.
Parece pretensioso o uso do «eu»; no entanto a forma pessoal é a única que exclui toda a pretensão. Quem a emprega traduz impressões recebidas, não emite sentenças, mas quem se veda o uso do «eu», constitui-se forçosamente num oráculo.
Você olha para qualquer grande corporação, e eu quero dizer as realmente grandes, e elas todas começaram com uma pessoa com uma ideía, fazendo-a bem.
Preciso de alguém que me faça abrir os olhos para a realidade sem desfazer a imprecisão dos meus sonhos quando quero enxergar a vida, o mundo, o amor de olhos bem fechados.
Uma história qualquer
Na imensidão do universo, foi onde deixei meus maiores sentimentos
Afinal a troca não é algo cogitavel, muito menos algo a se superar.
Pois na imensidão do universo deixei o meu sorriso mais sincero
Nos meus sonhos é onde te vejo, Confesso não da maneira que gostaria, Mas você um dia me disse que eu me conformaria com sua ausência mas, acho que você estava errada pois, você me levou um pedaço meu, Me disse tmb que por mais que ficassemos um tempo sem nos falar, sempre poderíamos nos encontrar no nosso paraíso, Onde era qualquer lugar que você estivesse. um dia me peguei pensando em nossos momentos juntos, E eu percebi que, eu tenho inveja de como você é feliz sem mim, seria egoísta da minha parte querer poder te sentir novamente?
E, de repente, tudo o que preciso é segurar a mão dele mais do que já precisei de qualquer outra coisa na vida. Não apenas sentir que ele segura a minha mão, mas segurar a dele também.
Poderíamos ter comprado um pequeno iate com o que nós gastamos com o nosso cachorro e tudo que ele destruiu. Mas, me pergunto: quantos iates ficam esperando junto a porta o dia inteiro até você voltar? Quantos vivem esperando a chance de subir no seu colo ou descer a colina com você em um tobogã, lambendo o seu rosto? (John Grogan)
Percebo agora que morrer é fácil. Viver é difícil.
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