Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Faz parte do plano comunista: inviabilizar a propriedade privada a ponto de ter que entregar seus bens para o governo.
Grande parte das jóias de crioula no Brasil, durante o período escravocrata nos séculos XVIII ao XIX, era uma forma característica de acumulo de posse, já que o sistema financeiro do império, não permitia que negros tivessem acesso. Sendo assim, era uma forma usual e popular de assemelhar valores, para que depois fossem usados, muitas vezes para comprar cartas de alforrias de parentes ainda escravizados. Por mais que historicamente, quase sempre usam o termo de escravidão no Brasil, eu particularmente não gosto, por que o que houve foi uma tração animal negra se os personagens em geral eram tratados e contabilizados como ativos animais dos proprietários rurais.
No Brasil os clérigos de um modo geral já fizeram parte do governo em épocas imperiais mas com a chegada da republica e por seguinte na democracia, optou se por constitucionalmente a adoção de um estado laico, onde o arcebispo e o bispo devem ser tão homenageados e prestigiados quanto os pais e as mães de santo, lideres espirituais de antigos terreiros, das matrizes afro-brasileiras.
Homônimos acontecem, de parte ou mesmo por completo sem o nosso conhecimento. No entanto creio que a minha mãe natureza e a lei imutável da vida por sabedoria e da plena abundancia, jamais me trairia a tal ponto de trazer alguém com o mesmo nome que o meu, e que ele seja um ser egoísta, individualista ou com a tola presunção da torpe existência, de não servir e acolher a todos em todos os momentos ou mesmo que pense de ter nascido para ser servido e bajulado como um equivocado e temporal, falso rei.
Grande parte da produção artística dos novos artistas plásticos joalheiros e do próprio precursor do conceito da arte jóia assinada no Brasil, se perdeu. Muito por que nunca existiu uma publicação e catalogação dos contrastes e marcas destes artista que na sua grande maioria usavam a prata, madeiras e gemas sem muita cristalização e materiais orgânicos petrificados. Sendo assim, com o advento do comercio irregular no Brasil, de metais preciosos advindos do "garimpo do asfalto" as jóias de prata, pelo metal e materiais em si, passaram a ter pouco valor e vergonhosamente eram acumuladas a centenas para levarem ao fogo. Muita vezes eu e Caio, comentávamos este triste destino, raro algumas exceções.
Parte 1
Nessas infinitas possibilidades de manifestações, cada um de nós somos essas infinitas possibilidades da mente universal aqui na terra. Cada um tendo a experiência que acredita ter...Quem se acha o tal, vai perder a oportunidade de se realizar completamente e vai continuar sempre, como o filho pródigo...
2 Tessalonicenses 1:6-8
É justo da parte de Deus retribuir com tribulação àqueles que os oprimem
e dar alívio a vocês, que estão sendo oprimidos, e a nós também. Isso acontecerá quando o Senhor Jesus for revelado lá dos céus com os seus anjos poderosos, em meio a chamas de fogo.
Ele punirá os que não conhecem a Deus, aqueles que não se submetem ao evangelho do nosso Senhor Jesus.
A esperança da Igreja não está na ausência de tribulações, mas na certeza da volta gloriosa de Jesus
Essa é a dinâmica da vida: ela é iterativa.
Você nunca parte do zero — sempre parte de um ciclo que acabou de se fechar.
Essência Primordial
Natureza, entranhas do meu Ser.
Parte de mim é a Natureza.
Quando meu folêgo de vida se esvair, livre.
Quero que meu corpo volte para dentro de ti, ó Natureza!
Pertencemos ao todo e somos o todo e o nada, jamais individual.
Resista Mãe Natureza de toda destruição,
Estamos aqui os que te amamos e das tuas entranhas saimos.
Eu cuido e te admiro como minha maior paixão e pertencimento.
Eu te amo Natureza, em sua perfeição imperfeita.
Mesmo nas partes da cadeia alimentar, e das suas vulnerabilidades,
Isso tudo, em toda sua pureza,
Em sua essência, és minha essência!
- Ramile Godon
DOGMA E ESPIRITISMO: ENTRE A RAZÃO FILOSÓFICA E A FÉ RACIOCINADA.
PARTE II
Marcelo Caetano Monteiro.
A palavra dogma, ao longo dos séculos, percorreu diferentes caminhos semânticos, adquirindo significados distintos conforme a cultura, a filosofia e as instituições que dela fizeram uso. Compreender sua verdadeira acepção dentro do Espiritismo exige retornar às suas raízes históricas e confrontá-la com o método, a estrutura e os princípios estabelecidos por Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita.
A pergunta fundamental é: qual definição de dogma melhor se harmoniza com o Espiritismo: a grega, a latina ou a cristã tradicional?
A resposta encontra-se no próprio espírito filosófico da doutrina: o conceito que mais se aproxima do pensamento espírita é o da origem grega - dógma (δόγμα), entendido como opinião fundamentada, princípio ou ideia estabelecida após análise racional.
O Espiritismo não aceita o dogma como imposição autoritária, mas reconhece princípios fundamentais que podem ser chamados de "dogmas de razão", isto é, fundamentos que sustentam uma visão filosófica, porém permanecem submetidos ao exame da inteligência, da observação e da lógica.
A ORIGEM GREGA:
O DOGMA COMO PRINCÍPIO FILOSÓFICO.
Na Grécia Antiga, entre filósofos como Platão e Aristóteles, o termo dógma não possuía inicialmente o sentido moderno de uma verdade obrigatória e intocável. Representava uma conclusão racional, uma opinião fundamentada ou um princípio aceito dentro de determinado sistema filosófico.
O pensamento grego valorizava o diálogo, a investigação e a busca pela verdade através da razão. O conhecimento não era simplesmente recebido; era debatido.
É justamente nesse ponto que encontramos maior afinidade com o Espiritismo.
Allan Kardec, ao estruturar a Doutrina Espírita, não estabeleceu uma religião baseada em decretos humanos, mas um corpo de princípios derivados da observação dos fenômenos espirituais, do raciocínio filosófico e da análise das comunicações mediúnicas.
Em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", Kardec apresenta um dos pilares fundamentais do pensamento espírita:
"Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade."
Essa afirmação demonstra que a fé espírita não teme a investigação; ao contrário, necessita dela.
A DEFINIÇÃO LATINA:
O DOGMA COMO DECRETO E AUTORIDADE.
Na evolução histórica da palavra, o termo latino dogma aproximou-se do significado de decreto, determinação ou regra estabelecida por uma autoridade.
Essa interpretação não corresponde à estrutura espírita.
O Espiritismo não possui sacerdócio, hierarquia religiosa, tribunal de fé ou autoridade humana capaz de impor crenças obrigatórias. Não existe no movimento espírita uma figura equivalente a um pontífice que determine aquilo que todos devem aceitar sem questionamento.
Kardec estabeleceu um método baseado na universalidade dos ensinos dos Espíritos, na concordância das manifestações e no uso da razão.
Portanto, o sentido latino de dogma, quando entendido como uma ordem imposta por autoridade externa, distancia-se da proposta espírita.
A DEFINIÇÃO CRISTÃ TRADICIONAL:
O DOGMA COMO VERDADE ABSOLUTA.
No campo teológico tradicional, especialmente dentro de determinadas correntes cristãs, dogma passou a significar uma verdade revelada por Deus e definida oficialmente pela autoridade religiosa, tornando-se obrigatória para a fé dos seguidores.
Grandes pensadores cristãos, como Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, trabalharam a relação entre fé e razão, porém dentro de uma estrutura teológica na qual certos princípios eram considerados verdades definitivas da revelação.
O Espiritismo, embora reconheça a importância moral e espiritual dos ensinamentos de Jesus, diferencia-se por não adotar verdades impostas como artigos de fé.
Para Kardec, a revelação espiritual não elimina a responsabilidade humana de raciocinar.
A doutrina espírita apresenta Jesus como modelo moral da Humanidade, mas interpreta seus ensinamentos pela perspectiva da evolução espiritual, da justiça divina e da lei de progresso.
ALLAN KARDEC E O CONCEITO DE "DOGMAS DE RAZÃO"
A grande inovação de Kardec foi unir espiritualidade, filosofia e investigação racional.
Em "O Livro dos Espíritos", publicado em 1857, princípios como:
existência de Deus;
imortalidade da alma;
reencarnação;
comunicabilidade dos Espíritos;
evolução moral do ser humano;
formam a estrutura filosófica do Espiritismo.
Esses princípios podem ser considerados "dogmas de razão" porque funcionam como fundamentos do sistema, mas não são aceitos por imposição.
O Espírito humano é convidado a estudar, compreender e refletir.
O próprio Kardec afirmou em "A Gênese":
"O Espiritismo, marchando com o progresso, jamais será ultrapassado, porque se novas descobertas demonstrarem que ele está em erro sobre algum ponto, ele se modificará nesse ponto."
Essa posição revela uma característica essencial: a Doutrina Espírita não teme a verdade, porque acredita que toda verdade legítima está em harmonia com a razão.
HERCULANO PIRES E A VISÃO FILOSÓFICA DO ESPIRITISMO.
O filósofo espírita J. Herculano Pires, conhecido como "o metro que melhor mediu Kardec", aprofundou essa questão ao defender que o Espiritismo deve ser compreendido como uma doutrina dinâmica, filosófica e racional.
Para Herculano Pires, transformar o Espiritismo em um sistema fechado seria contrariar sua própria essência.
A Doutrina Espírita não surgiu para substituir o pensamento humano por uma nova autoridade religiosa, mas para estimular a consciência a buscar a verdade através do estudo e da reflexão.
O ESPIRITISMO É DOGMÁTICO OU ANTIDOGMÁTICO?
A resposta depende do significado atribuído à palavra.
Se dogma significa imposição de uma verdade absoluta, sem exame e sem possibilidade de questionamento, o Espiritismo é claramente antidogmático.
Porém, se dogma significa princípio fundamental de um sistema filosófico, então o Espiritismo possui seus fundamentos, denominados por alguns estudiosos como dogmas de razão.
A diferença está na natureza desses princípios:
O dogma tradicional exige submissão.
O princípio espírita convida à compreensão.
O dogma religioso fechado encerra a investigação.
O pensamento espírita mantém aberta a busca pela verdade.
CONCLUSÃO:
A PALAVRA DOGMA SOB A LUZ ESPÍRITA.
Entre as três definições analisadas, a origem grega é a que melhor corresponde ao Espiritismo, pois preserva a ideia de princípio racional e filosófico.
O Espiritismo não se apresenta como uma doutrina de crenças cegas, mas como uma proposta de investigação espiritual fundamentada na razão, na moral de Jesus e na lei de progresso.
Seus princípios não são correntes que aprisionam a consciência; são caminhos que estimulam o pensamento.
Como ensinou Kardec, a verdadeira fé não teme a luz da razão, porque aquilo que é verdadeiramente divino jamais será destruído pelo conhecimento.
AFORISMO FILOSÓFICO.
( "Todo dogma que impede o pensamento transforma-se em prisão; porém, todo princípio que desperta a razão torna-se uma janela aberta para a verdade." )
M.C.M.
FONTES:
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Paris, 1857.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Paris, 1864.
KARDEC, Allan. A Gênese — Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo. Paris, 1868.
PIRES, J. Herculano. O Espírito e o Tempo. São Paulo, 1964.
PIRES, J. Herculano. Kardec: O Homem, a Época, o Meio, as Influências e a Missão.
AGOSTINHO, Santo. A Cidade de Deus.
AQUINO, Tomás de. Suma Teológica.
Platão. Diálogos Filosóficos.
Aristóteles. Metafísica.
ENTENDENDO O DOGMA " NO ESPIRITISMO "
PARTE I
Marcelo Caetano Monteiro.
Qual a melhor definição que cabe para o espiritismo sobre a palavra dogma: e qual a definição que serve melhor ao espiritismo: a grega, a latina ou a cristã. Para o Espiritismo, a melhor definição da palavra dogma é a de um "dogma de razão" ou princípio fundamental aberto ao livre exame, rejeitando completamente o conceito de verdade indiscutível. Entre as três opções originárias, a definição grega é a que serve melhor à Doutrina Espírita.Por que a definição Grega serve melhor ao Espiritismo?Para compreender qual definição se ajusta ao Espiritismo, é necessário analisar a evolução histórica do termo e o modelo estrutural da doutrina:A Definição Grega (Dógma): Significa originalmente "opinião", "o que se pensa ser verdade" ou "fundamentado em princípios". Na Grécia Antiga, os filósofos usavam o termo para designar uma premissa elementar a partir da qual se desenvolvia um sistema de ideias, mas que passava constantemente pelo crivo do debate e da lógica. É a que melhor serve ao Espiritismo porque a doutrina trabalha com princípios e leis que derivam da observação e do bom senso, e não de imposições cegas.A Definição Latina (Dogma): Evoluiu para o sentido de "decreto", "regra" ou "ordem administrativa" imposta por uma autoridade política ou jurídica. O Espiritismo não possui uma estrutura hierárquica centralizada (como um Papa ou clero) que emita decretos ou obrigue a aceitação de normas comportamentais sob pena de excomunhão.A Definição Cristã (Teológica Tradicional): Define o dogma como uma "verdade absoluta de fé", revelada divinamente, que é definitiva, irrevogável e inquestionável. O catolicismo e outras vertentes cristãs tradicionais exigem que o fiel aceite o dogma sem discussão. Essa visão é incompatível com o Espiritismo.A Visão Espírita: "Dogmas de Razão"O codificador Allan Kardec e pensadores clássicos como J. Herculano Pires esclarecem que o Espiritismo se divide em relação ao termo:Rejeição ao Dogma de Fé: O Espiritismo é antidogmático no sentido clerical/cristão tradicional. Ele propõe a fé raciocinada e estabelece que "fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade". Nenhum ponto da doutrina é indiscutível ou imutável.Aceitação como Dogma de Razão: Se usarmos a palavra "dogma" apenas como sinônimo de eixo estrutural (o sentido grego), o Espiritismo possui seus pilares. Princípios como a reencarnação, a existência de Deus, a imortalidade da alma e a comunicabilidade dos espíritos são chamados de "dogmas de razão". Eles são as bases lógicas do sistema espírita, mas são oferecidos ao exame da inteligência e da ciência, e não impostos pela força.Se a ciência comprovar amanhã que algum princípio espírita está objetivamente errado, o Espiritismo se modificará nesse ponto, o que demonstra a total flexibilidade de seus "dogmas".Para aprofundar esse estudo, você gostaria de:Compreender como Allan Kardec detalha a fé raciocinada frente à ciência?Analisar as críticas que o Espiritismo faz aos dogmas específicos da Igreja (como as penas eternas ou a Santíssima Trindade)?Entender a diferença prática entre um princípio científico e um dogma religioso?
Todo mentor mostra mudanças em seus negócios: o melhor deles é a participação física e a parte prática.
A negligência no treinamento espiritual dos cristãos adultos por parte de pastores e líderes contribui diretamente para o abandono do rebanho, devido à carência de crescimento, comunhão e educação conjugal e familiar.
2703 📜 'Reduzi' em 100 por cento Minhas Saídas Fotográficas porque a maior parte da Minha Vida vivi na Cidade talvez a mais bela deste Planeta (excelente, portanto, também para Fotos). Mas...
-
Apesar de excelente até para Fotos de Rua, 'Minha' Cidade é, ainda, uma das mais perigosas (e sem solução à vista). Cansei de passar horrores, sobressaltos e ter que esconder Câmeras Fotográficas em sacolas de supermercado. Que ridículo!
Errar, errar e errar faz parte da vida; mas continuar errando, sem aprender, já dizia o poeta, é burrice
"Se agora estiver dificil
pra vc caminhar, significa
que ja percorreu a maior
parte do caminho.
Falta pouco!"
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