Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
“Se um dia minhas palavras sobreviverem a mim, talvez seja porque alguma parte da minha alma encontrou nelas um lugar para permanecer.”
— Juliana Hoffmann Liska
371🙏🌹Sabe Deus age com sabedoria em prol de suas criações no plano físico fazemos parte do eco sistema e até em nossas ações, boas ou ruins ele te mostra vários caminhos deixando que o teu livre arbítrio fale, assim quem faz o teu caminho é você, portanto faça o certo para que não erres, nada vem em vão para nós, uma coisa puxa outra e assim foi comigo... naquele ano fatídico uma porta se abriu fiz parte de um contigente ligado a segurança pública e devido decisões mal tomada começou então o desandar em minha vida, perdi o presente, a missão que Deus me confiou, eu era um jovem sonhador confundi a realidade dos contos e assim tudo foi acontecendo, tudo se distorcendo puxando outras perdas, a liberdade, o trabalho e a família, nada dava certo às portas se fecharam por completo e veio a depressão, tristeza total, devido o erro inicial, nada mais deu certo, só chorava, cheguei ao fundo do poço quando aos poucos através de preces, orações e vibrações de luz veio o despertar em mim, mudando a minha vida por completo onde Deus me deu a paz e meu refazimento, começando com a reaproximação dos filhos queridos e a coisa foi acontecendo, veio o equilíbrio espiritual, a vida em toda sua plenitude e a fé inabalável, coração totalmente curado e aberto para Deus...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
431🙏🌹A humanidade e o povo Brasileiro grande parte seguem ainda anestesiados com os descasos de determinadas autoridades em Quase todos os seguimentos sociais, onde a falência de órgãos públicos, noticiado pela imprensa regular e mídias sociais divulgam com bastante frequência os desmandos e o caus, dentro das principais instituições que fiscalizam e regulam o andamento de decisões importantes, fora da realidade constitucional das nações e principalmente no Brasil, atropelando sem piedade às leis reguladora de forma geral, em que certas autoridades condenam e absolvem de acordo com suas vontades inocentes e culpados, ignorando e atropelando, pessoas em todos os níveis sociais, prejudicando aterrorizando vidas e famílias causando distúrbios físico e mental em uma perseguição implacável onde várias outros órgãos fiscalizadores inclusive a imprensa convencional simplesmente se calam e se cegam para tal injustiça, não divulgam às arbitrariedades cometidas por autoridades em tela, uma covardia e crueldades escancarada sem precedentes, muito triste e o povo aterrorizado e acomodados fecham os olhos, esquecendo sofrimentos que perseguidos passaram por ideologias totalitárias, fascista, nazista e terrorista e que pode se repetir com a omissão, descaso e medo, quando a força do povo é o sacrifício pacífico que libertará todos das perseguições de homens que se acham deuses... vamos orar, buscando o despertar da consciência, a expansão da consciência, para vencermos às trevas e a ignorância humana, Deus é justiça e ela virá no momento do criador onde todos nós colheremos aquilo que plantamos, nossas tendências nos levará para novas escolas em planos regenerados ou inferiores, nossas colheitas é o resultado do nossos plantios Reflita...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
Desde pequenos, muitos de nós aprendemos que a pobreza fazia parte da vontade de Deus. Mas, se isso fosse verdade, por que tanto luxo entre aqueles que dizem falar em nome da fé, da justiça ou da igualdade?
Enquanto multidões lutam para sobreviver, existem catedrais suntuosas, palácios, mansões, carros de luxo e uma concentração de riqueza nas mãos de pessoas e instituições que discursam diariamente sobre a pobreza. Alguns defendem discursos igualitários, mas desfrutam dos privilégios do mundo que criticam.
A pergunta não é se a riqueza é um pecado. A pergunta é: por que a miséria continua sendo aceita como destino para milhões de pessoas?
Talvez Deus nunca tenha desejado a pobreza. Talvez a pobreza tenha sido, muitas vezes, conveniente para quem encontrou nela uma ferramenta de poder, influência e controle.
Vale a pena refletir: será que confundimos a vontade de Deus com os interesses dos homens?
Enquanto setores da Justiça brasileira, especialmente o STF, são acusados por parte da sociedade de interpretar e aplicar a lei de maneira excessivamente autoritária, surge uma questão fundamental: quais são os limites do Poder Judiciário diante da autonomia dos Estados, dos municípios, do Poder Legislativo e, sobretudo, da participação das famílias na educação?
Quando decisões judiciais parecem se sobrepor às deliberações de deputados, vereadores, prefeitos e governadores legitimamente eleitos, muitos cidadãos passam a questionar se a vontade popular está realmente sendo respeitada.
O problema não está em defender este ou aquele lado político, mas em preservar o princípio democrático: nenhum poder deveria se considerar acima dos demais. Em uma democracia, Executivo, Legislativo e Judiciário possuem funções distintas e limites que precisam ser respeitados.
Quando uma parcela da sociedade entende que determinadas pautas educacionais estão sendo impostas sem amplo debate público e sem considerar suficientemente a participação das famílias, o mínimo que se espera é diálogo, transparência e respeito ao pluralismo de ideias.
A democracia não deveria ser o governo de poucos sobre muitos, mas o equilíbrio entre poderes, instituições e sociedade.
Afinal, quando o poder deixa de ouvir a sociedade, a pergunta deixa de ser apenas jurídica e passa a ser filosófica: quem realmente governa em uma democracia — as instituições ou o povo que lhes conferiu legitimidade?
dona.
Há músicas que a gente escuta.
E há aquelas que parecem ter guardado uma parte da nossa vida dentro delas.
Talvez seja por isso que, quando essa música toca, eu não escute apenas uma melodia. Eu escuto uma voz. A sua voz. Como se o tempo, por alguns minutos, esquecesse de continuar e devolvesse aquilo que um dia foi nosso.
Você cantava pra mim.
E talvez você nunca tenha percebido o tamanho disso.
Porque enquanto você cantava, eu não estava apenas ouvindo uma música. Eu estava vivendo uma pequena eternidade. Havia alguma coisa naquele momento que fazia o mundo parecer menos urgente. As coisas podiam esperar. A noite podia durar um pouco mais. E, por alguns instantes, parecia que nós dois éramos suficientes para preencher tudo aquilo que existia.
A música fala sobre sermos donos do amanhã se estivermos juntos.
E eu acho bonito pensar que, naquela época, nós realmente acreditávamos nisso.
Não porque éramos iguais, nunca fomos. Talvez justamente porque não éramos. Havia diferenças demais entre nós, distâncias demais, caminhos que às vezes pareciam apontar para lugares completamente diferentes. Mas existia uma coisa estranha e bonita mesmo sem sermos iguais, conseguíamos dividir o mesmo idioma, os mesmos sonhos.
As mesmas noites.
As mesmas ruas.
Os mesmos silêncios.
E, principalmente, a mesma história.
Hoje eu entendo que algumas pessoas entram na nossa vida como quem chega a uma cidade desconhecida e, sem perceber, começa a colocar placas nas ruas. Depois de um tempo, você já não sabe mais onde termina a cidade e onde começa a pessoa.
Você esteve em muitos lugares da minha.
Talvez seja por isso que lembrar de você nunca tenha sido simplesmente lembrar de alguém.
É lembrar de uma época.
De quem eu era.
De quem você era.
Daquilo que acreditávamos que seríamos.
E de tudo que ainda não sabíamos que perderíamos.
A vida, depois, colocou seus dragões na nossa frente.
Vieram as distâncias, os erros, as palavras que deveriam ter sido ditas e não foram, as verdades que demoraram a chegar, os caminhos que se separaram sem pedir licença. E nós fizemos o que quase todo mundo faz quando precisa sobreviver, seguimos andando.
Mas algumas histórias não desaparecem quando terminam.
Elas apenas mudam de lugar.
Deixam de morar no presente e passam a morar em algum canto silencioso da memória, onde continuam existindo sem exigir nada.
Você ficou ali.
Não como uma promessa.
Não como uma espera.
Mas como parte daquilo que fui.
E talvez essa seja uma das formas mais bonitas de amar alguém que já não caminha ao nosso lado, aceitar que a pessoa pode deixar de pertencer a nossa vida sem deixar de pertencer a nossa história.
Porque você foi história.
E algumas histórias não precisam continuar para terem sido verdadeiras.
Às vezes eu penso naquela frase sobre a lua dançar.
E penso que talvez a lua tenha visto tudo.
Tenha visto duas pessoas jovens demais para entender a dimensão do que estavam vivendo, acreditando que algumas noites nunca terminariam. Tenha visto você cantar para mim enquanto eu guardava aquilo sem saber que um dia sentiria falta até da sua voz dizendo coisas que, naquele momento, pareciam tão simples.
Hoje, se eu pudesse voltar aquela noite, eu não pediria para mudar nada.
Nem os erros.
Nem o fim.
Nem aquilo que machucou.
Eu apenas ficaria mais alguns minutos.
Prestaria mais atenção.
Olharia para você enquanto cantava.
Porque existem momentos que só descobrimos que eram eternos depois que se tornam passado.
E você foi um desses momentos.
Talvez eu nunca mais encontre exatamente aquilo que existia entre nós. Não porque tenha sido perfeito, mas porque era nosso. E coisas verdadeiramente nossas não possuem substitutos.
Podemos amar novamente.
Podemos sorrir novamente.
Podemos construir outras histórias.
Mas nunca conseguimos voltar a ser exatamente aquelas duas pessoas que dividiram aquelas noites, aquelas ruas e aqueles sonhos.
E tudo bem.
Talvez crescer seja aprender que algumas pessoas não ficam.
Algumas pessoas nos atravessam.
E você me atravessou.
Deixou marcas que o tempo não apagou, apenas tornou mais silenciosas.
Por isso, quando essa música tocar, talvez uma parte de mim ainda procure a sua voz no meio dela.
E talvez eu sorria.
Porque um dia você esteve aqui.
Porque um dia nós fomos jovens, fomos intensos, fomos imperfeitos e fomos felizes de um jeito que só conseguimos compreender depois.
E se existe alguma coisa que eu gostaria de brindar hoje, não é ao que poderíamos ter sido.
É ao que fomos.
A nossa história.
As noites que ninguém pode nos devolver, mas também ninguém pode nos tirar.
E, principalmente, a menina que um dia cantou essa música para mim e, sem saber, fez com que ela deixasse de ser apenas uma música.
Ela virou memória.
Virou saudade.
Virou um pedaço de céu guardado dentro de uma canção.
E talvez seja por isso que, mesmo depois de tantos caminhos, quando eu ouço aquelas palavras, ainda existe uma pequena parte de mim que olha para a lua e pensa:
que bom que, em algum momento da vida, você esteve aqui.
Nossa história.
Nossa história.
E, onde quer que o tempo tenha levado cada um de nós, essa parte ninguém consegue apagar.
Você fez eu gostar mim,
Dona.
Dona do meu pensamento.
Você.
Nossa história. e se puder, me faça tocar o céu, Lua... venha sorrir de novo pra mim.
O lixo digital já programou grande parte da população, roubando suas vidas e tornando-as inquilinas do seu próprio corpo.
Uma parte ruim de se ter mestrado ou doutorado é que, se você for um idiota, será um idiota com titulação.
No calvinismo, o mal e o pecado acabam sendo vistos como parte da vontade decretada de Deus, o que levanta o problema da teodiceia: como Deus pode ser justo ao punir algo que Ele mesmo determinou? Em contrapartida, a Bíblia e a Ortodoxia defendem que o pecado resulta do livre-arbítrio e da rebelião da criatura. O mal, portanto, é consequência da queda humana, e jamais da vontade ativa do Criador.
“Quando o cidadão precisa temer o Estado para respeitar a lei, a lei já perdeu parte de sua autoridade.”
A grande massa da ciência física, grande parte dos fatos essenciais da ciência financeira, e infindáveis problemas sociais e políticos só são acessíveis e pensáveis para aqueles que tiveram um sólido treinamento em análise matemática; e pode não estar muito distante o tempo em que será compreendido que, para a iniciação completa como um cidadão eficiente de um dos novos e complexos estados que estão se desenvolvendo agora, é tão necessário ser capaz de computar, de pensar em médias e máximos e mínimos, quanto é agora ser capaz de ler e escrever.
A ideia que temos de amor é, grande parte das vezes, a confusão que fazemos sobre o sentido de “paixão”.
A paixão é um vendaval! É aquele misto de sentimentos inexplicáveis, que nos impede de racionar coerentemente. Que nos tira o fôlego e tira nossos pés do chão. É aquilo que nos faz querer estar juntos o tempo todo , vivendo e respirando a outra pessoa. E que por vezes até nos rouba de nós mesmos.
O amor, diversamente da paixão, é paz! Ele chega e se mantém, com um misto não só de sentimentos, mas de relações, sendo a principal delas, a AMIZADE. O amor nos faz ou nos auxilia a pensar racionalmente. Nos devolve o fôlego da vida e até nos faz voar alto, mas também é capaz de nos ensinar o quanto ter os pés no chão é importante. O amor real, é o sentimento que nos permite saber que, embora não estejamos próximos fisicamente, ainda assim o sentimento, as lembranças, os momentos partilhados e o cheiro, estão onde o amor mora: no coração ! E uma vez aí estando, permanece. Ainda que além do universo…
Sinto medo desde que era criança! Piorou quando descobi que medos fazem parte de nossas lembranças, logo me lembro de sentir, não é apenas instinto. Agora, vejo herói, todos os que nem conhecem o medo.
Despedida
Desfazer de estações
Singular parte de ecoar
Os últimos momentos
Intensidade demasiado das sensações
Abraça o Adeus tão esperado.
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