Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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A vida, às vezes, pode não ser justa. Quando queremos muito algo, mas não podemos ter, é triste. Agora, já parou para pensar em gostar de alguém, querer essa pessoa e saber que ela também quer você, mas, ainda assim, sentir medo?

Medo de machucar essa pessoa, de que suas inseguranças atrapalhem a vida dela ou de que seus próprios problemas acabem ferindo alguém que você só queria ver feliz. Às vezes, nem somos nós que causamos os problemas, mas ainda assim temos medo de que eles afetem quem amamos.

Às vezes, tudo isso parece difícil demais. Em outros momentos, parece simples. Mas, apesar de tudo, a vida é linda.

E agora, como alguém que tantas vezes fugiu e colocou os próprios problemas à frente das soluções, quero dizer algo a você que está lendo este texto:

Não tenha medo de amar. Amar é lindo.

Eu nunca senti que fui amado de verdade. Muitas vezes, fui trocado, deixado para trás e precisei lidar com sentimentos que nem sempre soube explicar. Mas, mesmo assim, não há um dia em que eu não pense em amar alguém de verdade e também ser amado.

Às vezes, gostamos de quem não gosta de nós, e tudo bem. Somos imperfeitos, e nem sempre conseguimos aquilo que queremos. Em outras ocasiões, o sentimento é recíproco, mas o medo de falar, de tentar ou de se entregar acaba nos impedindo de viver algo que poderia ser bonito.

Por isso, jamais deixe que seus medos impeçam você de ser quem realmente é. Não deixe que suas inseguranças tirem de você a oportunidade de amar quem ama ou de demonstrar o que sente por alguém. Seja você mesmo, sempre.

Você é uma pessoa maravilhosa, mesmo que nem sempre consiga enxergar isso. E, por mais difícil que seja acreditar, pode existir alguém que goste de você exatamente pelo seu jeito de ser. Alguém que talvez também tenha medo de falar, de se aproximar ou de revelar o que sente.

Então, não seja como eu tantas vezes fui. Não deixe que o medo faça você assistir, de longe, à partida de alguém que gostaria de ter por perto. Se houver reciprocidade, se existir carinho e se ambos quiserem tentar, tenha coragem. Lute pelo que sente, cuide dessa pessoa e demonstre que ela é importante para você.

Eu sei que, às vezes, amar de longe é tudo o que nos resta. Sei que nem sempre podemos estar presentes como gostaríamos, abraçar quando queremos ou cuidar da maneira que sonhamos. Mas, mesmo de longe, continuo torcendo pela felicidade de quem gosto.

E, embora eu saiba que talvez não seja eu a pessoa que ela escolherá, não existe um dia em que eu não deseje que seja. Não há um dia em que eu não tenha medo de perder alguém que se tornou tão importante para mim.

Talvez eu ainda esteja aprendendo a enfrentar meus próprios medos. Talvez ainda tenha muito a melhorar. Mas, se existe algo que aprendi, é que não podemos permitir que o medo de sofrer nos impeça de viver aquilo que faz nosso coração bater mais forte.

Porque, no fim, o arrependimento de não ter tentado também dói. E, às vezes, passamos tanto tempo tentando nos proteger da dor que acabamos nos afastando justamente daquilo que poderia nos fazer felizes.

Por isso, ame. Demonstre. Cuide. Fale o que sente. Não espere ter todas as respostas para dar o primeiro passo. Você não precisa ser perfeito para viver algo bonito, só precisa ter coragem para ser verdadeiro consigo mesmo e com quem está ao seu lado.

Enfim, como costumo dizer em meus textos:

“A vida acaba, mas o que sentimos nas lembranças continua vivendo dentro da gente.”

E talvez seja justamente por isso que valha tanto a pena amar enquanto temos tempo. Porque, no final, não são os medos que queremos guardar, mas as lembranças de tudo aquilo que tivemos coragem de viver.

As guerras não têm memória e ninguém se atreve a compreendê-las até não haver vozes para contar o que aconteceu, até chegar o momento em que já ninguém as reconhece e regressam, com outra cara e outro nome, para devorar o que deixaram atrás.

A vida não é como os romances, sabe? Na vida há que tomar partido. E está à vista aquele que o senhor escolheu. O dos que perdem por serem burros.

"Interpretações literárias, mas não condizem com a linguística. Acreditam nos próprios conhecimentos, mas esquecendo da diversidade cultural."

"Entrei na livraria, mas não mostraram as seções. Inclusões distorcidas, na eternidade de uma espiritualidade perdida."

"Visualizações não expressivas,
onde as interpretações foram emotivas.
Momentos não compreendidos,
cujo os boatos foram de igualdade.

Tempo que corre,
nas andanças de uma falta.
Paisagens reflexivas,
nos pensamentos altruístas.

Mas mudamos nossas ideologias,
nos ambientes de uma vida.
Passado de interativismo contemplativo,
nas trilhas de um universo esquecido."

"Dislexia que se expressa na agnosia visual, mas não contemplamos uma deficiência intelectual. Deficiências cognitivas, onde a capacidade motora se modifica."

"Erupção de um vulcão adormecido, mas o tempo não cultivava vossas uvas. Pressões descritas por Isaac Newton, na eterna maçã que caía no infinito."

"Leitura específica, mas não acreditamos no tempo de vida. Atitudes que ajustam o relógio, onde os movimentos são essências de uma intensa forma de vida."

"Dificuldades no processo de aprendizado, onde as escolas não evolucionistas, apresentaram vossos evolucionismos, não cooperativistas."

"Confusão na disseminação de uma ideia, e a Revolução Francesa não tem tela. Horas prestando atenção nos detalhes, para tentarem entender a humanidade."

"Torcida holandesa, mas não esperamos as tristezas. Pomar que combate doenças, cuja a irrigação demonstra as teses de defesas."

"Indicaram a lêr o livro de Johannes Sobotta, só não pensavam nas mentalidades."

"Árvores destruídas, mas as pessoas em situação de rua não se contentam. Dificuldades respiratórias, no pulmão de expressão exemplar. Moedinhas para ajudar nos pesares, mas falta energia nos maquinários."

"Leio mas não reproduzo, pois o tempo se tornou incluso. Deficiências sensoriais, mas acreditam na normalidade dos ideais."

"Raiva na loja de brinquedos, mas a birra não entram no contexto. O tempo foi passando, mas esqueciam da proteína que moldaram vossos pensamentos. Memória falhando e não percebi as trocas de dizeres inconstantes."

"Alegrias de um momento não vivenciado, mas tristezas relatadas por uma insatisfação temporária. Buscaram ajudas, mas apresentaram o Freud de um seriado. Expressões artísticas difundidas, em mais um teatro da vida."

"Caráter e as personalidades instrutivas, mas o tempo não demonstra as vivências. Passado de um presente não vivido, e o Alzheimer se torna imperativo."

"Visualizei na natureza uma transformação, só não imaginava que seria uma fase interpretativa."

"Seria o tempo relativo, a verdadeira perfeição astrológica de um passado não expressivo?"