Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
O destino não é o fim da estrada, mas o horizonte que se desdobra sobre um planeta hostil precisamente quando caminhamos além da imaginação.
Reno Fioraso
Nunca desista dos seus sonhos, ainda que na busca por eles tenha um fracasso momentâneo, não se prostre, prossiga sem desistir, eis a grande diferença entre os que realizaram grandes feitos, a PERSISTÊNCIA.
Seja amor onde for
Problema todos tem
Não seja o de alguém
Leve a paz
O bem sempre faz
Acalma
A alma
Aflitos tem demais
Ore agradeça
Jesus
Fonte de luz
Produz
O alimento
Material
Espiritual
E no porvir
O celestial
Glória a Jesus
Nossa eternal fortaleza
Fonte de riqueza
Sem fim
Jubila oh minha alma
Exalta o rei do universo
Que com o mundo conversa
A respeito de um glorioso plano
Salvação
Redenção
SALVAR NOSSAS ALMAS. Gloria a Deus
Soberano pai celestial.
Renunciar aos prazeres efêmeros em vista da glória eterna não é perda; é o sábio abandono do que é temporal por aquilo que permanece para sempre.
O amor não se compra, o tempo não se vende, e o presente não paga o preço
(melhor chuteira, melhor bola, melhor game). Nada se compara ao amor e ao tempo, lhe dado. O amor é único, a ausência dos pais podem trazer um grande vazio na alma.
Tem gente que passa a vida carregando a bagagem do vazio, e pesa!
Quando Aprendi a Ajustar as Velas
“Não podemos escolher a direção do vento, mas sempre é possível ajustar as velas.”
Durante muito tempo, eu quis negociar com o vento.
Queria que a vida soprasse exatamente na direção dos meus desejos. Fazia planos, criava expectativas,
imaginava caminhos e, silenciosamente, esperava que Deus concordasse com todos eles.
Eu dizia que confiava.
Mas, no fundo, queria controlar.
Queria escolher o vento, a velocidade, o caminho, o momento da partida e até o porto onde deveria chegar.
Talvez uma das minhas maiores dificuldades tenha sido compreender que fé não é receber de Deus o controle sobre o oceano.
Fé é continuar navegando mesmo depois de descobrir que nunca tivemos esse controle.
Demorei para entender isso.
Quando as coisas aconteciam como eu desejava, era fácil agradecer.
Quando o vento estava favorável, eu chamava aquilo de bênção.
Quando as águas estavam tranquilas, dizia que Deus estava comigo.
Mas bastava o céu escurecer para minhas certezas começarem a desaparecer.
Se alguma coisa dava errado, eu perguntava:
“Deus, onde estás?”
Hoje percebo a contradição daquela pergunta.
Eu reconhecia Deus na calmaria, mas tinha dificuldade de reconhecê-Lo na tempestade.
Talvez porque eu ainda acreditasse que a presença de Deus deveria significar ausência de sofrimento.
A vida me ensinou outra coisa.
Existem tempestades que acontecem mesmo quando Deus está no barco.
Existem perdas que a oração não impede.
Existem portas que permanecem fechadas.
Existem pessoas que partem.
Existem sonhos que não se realizam da maneira que imaginávamos.
Existem perguntas que atravessam anos sem encontrar resposta.
E existe um momento em nossa caminhada em que precisamos decidir:
ou passaremos a vida inteira brigando com o vento, ou aprenderemos a ajustar as velas.
Foi então que comecei a compreender a maturidade de outra maneira.
Maturidade não é ter domínio sobre aquilo que acontece.
É possuir humildade suficiente para reconhecer aquilo que não podemos controlar.
E talvez a fé comece exatamente nesse lugar.
Na fronteira entre aquilo que posso fazer e aquilo que preciso entregar.
Posso ajustar as velas.
Mas não posso ordenar ao vento que sopre.
Posso segurar o leme.
Mas não posso acalmar todos os mares.
Posso escolher algumas direções.
Mas não posso conhecer antecipadamente todas as tempestades.
Posso fazer planos.
Mas não posso exigir que o amanhã os obedeça.
Essa descoberta poderia parecer assustadora.
Curiosamente, para mim, começou a se transformar em liberdade.
Porque percebi o quanto estava cansado.
Cansado de tentar controlar pessoas.
Cansado de querer controlar acontecimentos.
Cansado de imaginar o futuro.
Cansado de discutir mentalmente com coisas que já haviam acontecido.
Cansado até de tentar explicar Deus.
Havia transformado minha vida numa embarcação pesada demais, carregada de culpas,
expectativas, medos e perguntas.
E talvez Deus nunca tivesse pedido que eu carregasse tudo aquilo.
Talvez Ele estivesse apenas esperando que eu soltasse algumas coisas.
Foi quando comecei a entender que entregar não significa desistir.
Entregar significa reconhecer limites.
Há uma diferença enorme entre abandonar o barco e confiar enquanto continuamos navegando.
A fé não me ensinou a ficar parado esperando milagres.
Ensinou-me a fazer aquilo que está ao meu alcance e entregar a Deus aquilo que minhas mãos não conseguem alcançar.
Eu ajusto as velas.
Ele conhece os ventos.
Eu seguro o leme enquanto posso.
Ele conhece o oceano que eu ainda não atravessei.
Eu vejo alguns metros à minha frente.
Ele conhece aquilo que existe depois do horizonte.
Talvez seja por isso que algumas coisas que considerei derrotas tenham acabado se transformando em caminhos.
Algumas portas fechadas me obrigaram a procurar outras.
Algumas quedas diminuíram meu orgulho.
Algumas perdas me ensinaram a amar melhor.
Alguns silêncios me ensinaram a escutar.
Algumas tempestades arrancaram de mim certezas que talvez nunca tivessem sido fé.
E alguns ventos contrários me levaram para lugares onde eu jamais teria chegado por vontade própria.
Hoje olho para trás e percebo quantas vezes reclamei da direção do vento sem perceber que estava sendo conduzido.
Nem sempre para onde eu queria.
Mas muitas vezes para onde eu precisava ir.
Essa talvez seja uma das maiores confissões que posso fazer:
eu quis controlar a vida porque tinha medo de confiar.
Controle, muitas vezes, é apenas o nome elegante que damos ao nosso medo.
Queremos garantias porque temos dificuldade de caminhar pela incerteza.
Queremos respostas porque o silêncio nos incomoda.
Queremos mapas porque o desconhecido nos assusta.
Mas Deus raramente me entregou o mapa inteiro.
Quase sempre me mostrou apenas o próximo passo.
E talvez seja justamente isso que torna a fé tão difícil e tão bonita.
Se eu conhecesse todo o caminho, talvez não precisasse confiar.
Se soubesse antecipadamente cada resposta, talvez não precisasse esperar.
Se pudesse controlar todos os ventos, talvez nunca aprendesse a rezar durante a tempestade.
Hoje já não peço apenas:
“Senhor, muda o vento.”
Algumas vezes ainda peço, porque continuo sendo humano e existem tempestades que realmente assustam.
Mas aprendi também outra oração:
“Senhor, se o vento não mudar, ensina-me a ajustar as velas.”
Essa oração mudou muita coisa dentro de mim.
Porque existem momentos em que Deus não muda imediatamente as circunstâncias.
Muda o marinheiro.
Fortalece as mãos.
Acalma o coração.
Ensina paciência.
Diminui o orgulho.
E nos faz perceber que aquilo que imaginávamos ser o fim talvez fosse apenas uma mudança de rota.
Continuo não sabendo para onde todos os ventos da minha vida me levarão.
Ainda tenho medo.
Ainda faço planos.
Ainda me decepciono.
Ainda gostaria que algumas coisas fossem diferentes.
A fé não retirou de mim a humanidade.
Mas hoje existe uma diferença.
Já não preciso exigir que o oceano inteiro obedeça à minha vontade para acreditar que Deus continua comigo.
Se vier a calmaria, agradecerei.
Se vier o vento favorável, abrirei as velas.
Se vier a tempestade, tentarei permanecer no barco.
Se precisar mudar a rota, mudarei.
Se tiver de esperar, esperarei.
E quando minhas forças já não forem suficientes, procurarei lembrar aquilo que levei tanto tempo para aprender:
eu nunca fui o senhor dos ventos.
Sou apenas um homem navegando.
Talvez amadurecer seja finalmente aceitar isso.
Fazer o que podemos.
Entregar o que não podemos.
E continuar.
Porque a fé não consiste em acreditar que todos os ventos soprarão a nosso favor.
Fé é descobrir que, mesmo quando o vento muda, Deus ainda sabe onde estamos.
E talvez a verdadeira paz comece no dia em que deixamos de pedir o controle do oceano e aprendemos, finalmente,
a confiar n’Aquele que enxerga além do horizonte.
Intocável
Intocável...
Não como um Dalit...
ou como um extraterrestre...
ou como algo que não presta.
Intocável...
ilibado, intacto, íntegro...
imaculado, puro, impoluto...
não por mim, nem por minhas obras...
não pelo meu presente... tampouco pelo meu passado...
mas, única e exclusivamente....
pelo sangue de Jesus por mim derramado.
90% dos meninos nascidos em lares pobres morrem pobres, não importa quão capazes sejam. Mais de 90% dos meninos nascidos em lares ricos morrem ricos, não importa o quão estúpidos sejam. Portanto, o mérito não é um valor.
Não conhecia o paraíso, mas ao tocar seus lábios e mergulhar em seus olhos, senti o mesmo que Van Gogh diante do céu em sua Noite Estrelada: o caos silenciou, e a escuridão aprendeu a brilhar.
Não há um único dia em que você não passe pelos meus pensamentos. Até em meus sonhos você me visita.
Você está atravessando uma fase da vida em que não existem atalhos.
Você precisa atravessar com os próprios pés.
Então vem a tempestade.
A ponte balança, quebra, a água cai violentamente e você sente medo de que tudo desabe enquanto ainda está sobre ela...
Enquanto o resultado não chega, a mente cria cenários.
"E se for alguma coisa?"
"E se der errado?"
"E se eu não conseguir?"
A mente odeia espaços vazios. Quando não possui informação, muitas vezes tenta preenchê-los com possibilidades.
talvez...
não existe cura, existe apenas o tempo.
o verdadeiro não acaba, não cessa, não resta, ele fica.
envolve momentos, deixa pegadas. eleva a alma afagando a razão.
doce e o instante que em pensamento sinto a falta da paixão.
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