Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Trump diz que o Estreito de Ormuz será totalmente reaberto na sexta-feira! Só não mencionou de qual mês e ano!
A pátria vestiu as chuteiras! As esperanças do Brasil na ponta do pé! Não vai faltar fé! Mas digo isso aos manés: faltou o Pelé!
A direita não visa acabar com a pobreza! Procura eliminar o pobre! E não com programas sociais, mas com grupos de extermínio!
Os EUA estão com a moral tão baixa que bombardeiam a si mesmos! Um bombardeiro B-52 caiu e não deixou sobreviventes!
Na copa, o cartão não é amarelo, nem vermelho; só aceitam Visa ou Master! Pix nem pensar! E o dono do apito é o Neymito!
Velho Amigo Pirata
Olhares voltados para um só lugar
Lugar que não se vê, mas existe
Que quando sonhado
Inspira menosprezar o próprio mar
E quanto encontrar tal Perola e toca-la
Momento se tornará musica, sem nota ou cifra!.
Contudo, velho amigo pirata
Já sinto as cordas frouxas e velas enfraquecidas
Espero desacordado, anestesiado pelas ondas
Desesperadamente calmo não conto mais os dias
Minha pele está ferida, rala e branca
E em minha mente, são raras tais lembranças...
O sentido de respirar que me hesitava já não existia
A derivação do espaço, era por algo que já não entendia
E eram tantos os dias, que simplesmente sorri, por algo que realmente sabia
Morri em busca da minha própria morte.
“Os ventos que atingem o foco do olhar,
São os mesmos que dizem quando parar.”
São mais de 8 bilhões de habitantes só no planeta terra e a pessoa correr atrás de quem não a quer? Faça mil favores!
O HOMEM SE ACHAR NO DIREITO DE PUNIR OUTRO HOMEM JUSTAMENTE PELA SUA INCAPACIDADE DE NÃO RECONHECER A SUA PRÓPRIA ESTUPIDEZ.
NÃO COLOQUE EXPECTATIVA EM PESSOAS DE ALTA GANÂNCIA, ELAS SÃO CAPAZES DE VENDER A PRÓPRIA ALMA, PARA DESTRUIR A SUA REPUTAÇÃO.
O que o Dinheiro Não Preenche
Há vazios que o dinheiro conhece, mas não sabe preencher.
Talvez por isso passemos boa parte da vida acumulando.
Acumulamos coisas, títulos, propriedades, roupas, objetos, números numa conta. E, pouco a pouco, quase sem perceber, começamos a chamar de necessidade aquilo que muitas vezes é apenas uma tentativa de preencher alguma ausência dentro de nós.
O problema não está em possuir.
Está em acreditar que possuir é suficiente.
Há uma estranha fome que cresce quanto mais alimentamos a ganância. Quem deseja ter para finalmente se sentir completo descobre, cedo ou tarde, que o “mais” não possui fim. Depois de uma conquista surge outra. Depois de uma compra, outra vontade. Depois de alcançar aquilo que parecia indispensável, o coração inventa uma nova falta.
A ganância tem essa natureza: promete saciedade enquanto fabrica fome.
A generosidade faz o contrário.
Faça um ato de amor.
Não precisa ser grandioso. Divida o pão. Ofereça seu tempo. Escute alguém sem olhar o relógio. Ajude sem anunciar que ajudou. Dê alguma coisa que lhe custe não apenas dinheiro, mas presença.
E observe o que acontece dentro de você.
Por alguns instantes, o desejo de possuir perde força.
Porque quando damos verdadeiramente alguma coisa a alguém, experimentamos uma riqueza que nenhuma propriedade consegue registrar.
Talvez seja essa uma das grandes contradições da existência: há coisas que somente possuímos quando somos capazes de oferecê-las.
O amor é uma delas.
A bondade também.
A compaixão, igualmente.
Ninguém se torna generoso acumulando generosidade para si. É preciso colocá-la em circulação.
Vivemos numa sociedade que frequentemente pergunta: “Quanto você tem?”
Mas raramente pergunta: “Quanto de você existe naquilo que você oferece aos outros?”
E talvez a segunda pergunta diga muito mais sobre nossa riqueza.
Não há pecado em desejar conforto, construir patrimônio ou desfrutar aquilo que o trabalho proporcionou. O perigo começa quando esperamos que as coisas façam o trabalho que pertence à alma.
Uma casa pode proteger nosso corpo, mas não consegue abraçar nossa solidão.
O dinheiro pode comprar uma cama confortável, mas não necessariamente uma consciência tranquila.
Podemos encher os armários e continuar com o coração vazio.
Porque existem espaços dentro do ser humano onde os bens materiais simplesmente não entram.
São lugares reservados à amizade, ao afeto, à compaixão, ao perdão, à presença e à generosidade.
Talvez por isso um verdadeiro ato de amor seja também um ato de libertação.
Quando damos alguma coisa sem esperar retorno, alguma corrente invisível se rompe. Por alguns instantes deixamos de perguntar “o que ainda me falta?” e começamos a perceber “o que eu já tenho para oferecer?”.
E essa mudança de pergunta transforma uma vida.
Porque talvez riqueza não seja possuir muito.
Talvez riqueza seja precisar cada vez menos para ser feliz e ter cada vez mais de si para oferecer.
No fim, quase tudo aquilo que acumulamos ficará.
As casas terão outros moradores. Os objetos passarão para outras mãos. Os números perderão nossos nomes.
Mas aquilo que oferecemos por amor continuará caminhando pelo mundo dentro das pessoas que tocamos.
E talvez seja essa a única fortuna que a morte não consegue confiscar.
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