Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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Eu perdoo você, que não me conhece e não gosta de mim,
Eu perdoo você, que me julga pela aparência,
Eu perdoo você, que não estava ali quando eu precisei,
Eu perdoo você, que já me fez sofrer,
Eu perdoo você, pelas mentiras que já me contou e/ou inventou ao meu respeito,
Eu perdoo você, que um dia falou mau de mim, sem motivo algum, e se eu te dei... EU peço perdão!
Eu peço perdão pelas brincadeiras de mau gosto, por te magoar, pela minha ausência, por falar de mais ou por as vezes simplesmente não falar...
Eu já me perdoei, agora é a sua vez!

Eu não tou nem ai pra ouvir que os outros falam.....
4,5,6 Preto no opala...

A única coisa que eu queria agora
era colocar a minha mente no modo não perturbe
e desativar os sentimentos,
só por um instante.


Silenciar esse barulho dentro do peito,
deixar o coração em repouso,
como quem fecha uma janela
para que a tempestade passe lá fora.


Não para deixar de sentir para sempre,
mas apenas para respirar um pouco
sem o peso de tudo que transborda.


Porque há momentos
em que a alma só precisa
de silêncio
para não se partir. 🌙

Carta de mim para mim


Um lembrete para que eu não esqueça o quanto sou amada e protegida por Deus, até nos mínimos detalhes.
Mesmo quando, por tantas vezes, não consigo me perceber assim.


Sou especial.
Uma joia única, lapidada pelas mãos Dele, carregando em mim uma essência rara e uma cultura singular que me atravessa e me forma.


Já percebi, em muitos momentos da vida, que sou como as meninas dos olhos de Deus.
Mesmo quando o mundo parece desmoronar, existe um certo cuidado ao meu redor, uma proteção silenciosa que me sustenta.
E eu sei: isso é obra Dele.


Mas às vezes a gente se perde…
fica sufocada em meio a tantas coisas, tantos pesos, tantos silêncios.
É fácil se sentir pequena diante do barulho do mundo, diante das dores que atravessam a alma e confundem o coração.


Por isso é preciso parar.
Respirar.
Lembrar.


Lembrar de tudo aquilo que já atravessei.
Lembrar das vezes em que pensei que não suportaria e, ainda assim, fui sustentada.
Lembrar que há uma presença cuidando de mim, mesmo quando meus olhos cansados não conseguem enxergar.


Então deixo este lembrete.
Esta carta de mim para mim mesma.


Para que, nos momentos de escuridão, quando a fé vacilar e o coração se apertar, eu consiga trazer à memória o meu valor.
Que eu me recorde de quem eu sou, de quem me sustenta e do amor que me guarda.


E que, mesmo nos dias em que tudo parecer desmoronar, eu nunca esqueça:
sou profundamente amada,
cuidada em silêncio,
e protegida por Deus.


E ainda assim reforço a mim mesma: sou amada e protegida por Deus até nos mínimos detalhes.
Mesmo quando o mundo parece desmoronar ao meu redor, há um cuidado silencioso que me envolve, uma presença que me sustenta quando minhas próprias forças vacilam. Já percebi tantas vezes que sou guardada como as meninas dos olhos de Deus.


Mas a vida, às vezes, pesa. Há dias em que a alma se sente sufocada em meio a tantos ruídos, tantas dores que tentam me fazer esquecer quem sou.


É nesses momentos que preciso parar.
Respirar.
E lembrar.


Lembrar que existe uma mão invisível me guiando, um amor que me protege mesmo quando não consigo ver.


Por isso deixo mais uma vez este lembrete, esta carta de mim para mim mesma.


Para que, quando a escuridão tentar me envolver, eu consiga trazer à memória o meu valor, recordar o quanto sou amada e reconhecer, mais uma vez, que nada do que sou nasceu por acaso.
Fui pensada, cuidada e guardada por Deus, até aqui. ✨

Carta para quem talvez nunca tenha imaginado o quanto

Eu não sei exatamente em que momento você começou a morar aqui. Talvez tenha sido antes de eu perceber. Talvez tenha sido naquele primeiro instante em que alguma coisa em você me chamou a atenção de um jeito que eu não soube explicar. Não foi necessariamente uma frase, um gesto, uma beleza específica. Foi qualquer coisa mais difícil de nomear. Uma espécie de reconhecimento sem memória. Como se meus olhos tivessem encontrado alguma coisa que meu coração já conhecia.

E isso é estranho. Porque eu sempre desconfiei dessas coisas que chegam sem pedir licença. Sempre achei um pouco perigoso aquilo que nos tira do lugar, aquilo que começa pequeno e, quando percebemos, já encontrou uma gaveta dentro de nós onde ninguém mais tinha entrado. Você fez isso. Entrou sem fazer barulho. E talvez seja por isso que demorou tanto para eu admitir. Eu poderia dizer que foi apenas curiosidade. Que gostei de conversar com você. Que achei interessante a maneira como você pensa, a maneira como olha, a maneira como existe no mundo. Poderia. Seria mais fácil. Mas há uma diferença enorme entre aquilo que é fácil de dizer e aquilo que é verdade.

E a verdade é que eu me interessei por você. Mais do que deveria, talvez. Mais do que eu pretendia. E, principalmente, mais do que eu deixei transparecer. Porque existem interesses que são leves. A gente conhece alguém, gosta da companhia, sente vontade de conversar outra vez. E existem aqueles que começam a ocupar um lugar diferente. Você ocupou esse lugar. Comecei a querer saber coisas que não eram necessárias. O que você pensa quando está sozinho. O que te faz sorrir de verdade. O que te entristece e você não conta. O que você procura quando ninguém está olhando. Que tipo de silêncio você prefere. Que música te encontra quando o dia pesa. Que lembrança ainda consegue tocar você.

E comecei a perceber que meu interesse já não era apenas por aquilo que você me mostrava. Eu queria conhecer aquilo que você escondia. Talvez seja aí que o sentimento comece. Quando a curiosidade deixa de ser sobre a superfície e passa a desejar profundidade. Eu quis conhecer você. Não a versão que aparece para o mundo. Você. E isso me assustou um pouco. Porque conhecer alguém é uma forma silenciosa de se colocar em risco. A gente começa querendo descobrir o outro e, quando percebe, está oferecendo partes de si também. Foi assim comigo. Enquanto eu tentava entender você, você foi encontrando caminhos para dentro de mim. E eu nem percebi quando aconteceu.

Há coisas que eu nunca te disse. Não porque não existissem. Justamente pelo contrário. Algumas coisas permaneceram caladas porque eram grandes demais para caber numa conversa qualquer. Eu pensei em você muitas vezes. Em momentos completamente inadequados. No meio de alguma tarefa. Enquanto ouvia uma música. Quando alguma coisa me lembrava uma conversa nossa. Quando eu via determinada paisagem. Quando acontecia alguma coisa que eu imediatamente pensei: isso faria sentido para ele. E talvez você nem imagine a quantidade de vezes em que esteve presente em pensamentos que nunca chegaram até você. É curioso como alguém pode estar tão ausente da nossa rotina e, ainda assim, tão presente dentro dela.

Você não estava aqui. Mas aparecia. E eu acho que esse é um dos mistérios mais bonitos e mais cruéis do afeto. A presença nem sempre precisa de presença. Às vezes, basta uma lembrança. Uma voz. Um jeito de olhar. Uma frase. Uma possibilidade. Sim, uma possibilidade. Talvez tenha sido isso que mais me prendeu. A possibilidade. O que poderia existir entre duas pessoas quando elas finalmente deixam de medir tanto os passos. O que poderia acontecer se ninguém tivesse medo. Se ninguém tentasse parecer menos interessado do que realmente está. Se ninguém esperasse o outro dar o primeiro sinal. Se não houvesse orgulho. Se não houvesse distância.

Se simplesmente pudéssemos dizer: eu gosto de você. Eu quero conhecer você. Eu tenho curiosidade sobre nós. Eu penso em você. Eu sinto sua falta. Eu gostaria que você estivesse aqui. Talvez seja muito. Talvez seja exatamente o necessário. Eu não sei se você percebeu algumas das minhas tentativas. Talvez tenha percebido. Talvez tenha interpretado como outra coisa. Talvez eu mesma tenha feito questão de esconder tão bem que até você acreditou que não havia nada ali. Mas havia. Havia interesse. Havia expectativa. Havia aquele pequeno movimento interno toda vez que seu nome aparecia. Havia a vontade de prolongar uma conversa que já poderia ter terminado. Havia a vontade de saber mais. Havia aquela espera disfarçada de indiferença.

E havia também medo. Medo de gostar mais do que deveria. Medo de demonstrar e descobrir que o sentimento não era correspondido na mesma medida. Medo de criar uma história inteira a partir de pequenos sinais. Porque quem sente também inventa. Às vezes, inventa futuros. Inventa encontros. Inventa conversas que nunca aconteceram. Imagina como seria ouvir determinadas palavras da boca de alguém. Imagina uma mão encontrando outra. Um abraço demorando um pouco mais. Um olhar que não precisa fugir. Um silêncio que não constrange. Eu também imaginei. Mais do que você poderia imaginar.

E talvez essa seja uma das minhas maiores confissões. Eu imaginei você perto. Não necessariamente de uma maneira grandiosa. Não precisei imaginar grandes acontecimentos. Às vezes eu só imaginava você chegando. Sentando perto. Falando qualquer coisa. Me olhando daquele jeito que talvez você nem saiba que tem. E eu descobria, dentro da minha própria imaginação, que algumas presenças não precisam fazer nada extraordinário. Elas simplesmente tornam o lugar diferente. Você tem esse efeito em mim.

Eu também pensei nas coisas que não aconteceram. E isso é estranho porque normalmente sentimos saudade do que vivemos. Eu sinto, às vezes, saudade de coisas que nem chegaram a existir. Saudade de uma intimidade que não tivemos. De conversas que não terminamos. De encontros que poderiam ter acontecido. De momentos que ficaram apenas na possibilidade. Talvez exista uma espécie de saudade do futuro. Uma saudade antecipada daquilo que poderia ter sido. E talvez seja isso que acontece quando alguém desperta em nós uma possibilidade bonita demais para ser ignorada. A gente começa a sentir falta antes mesmo de possuir.

E eu não quero possuir você. Essa talvez seja outra coisa que preciso dizer. Eu quero encontrar você. Há uma diferença enorme. Possuir é querer garantir. Encontrar é querer conhecer. Eu não quero colocar você dentro de nenhuma definição. Não quero transformar o que sinto em cobrança. Não quero transformar carinho em obrigação. Não quero que você fique porque percebeu que alguém gosta de você. Quero que fique se também houver em você essa vontade. Porque, para mim, reciprocidade sempre foi mais bonita do que insistência. Eu não quero convencer ninguém a me escolher. Quero ser escolhida.

Talvez por isso eu tenha ficado tantas vezes em silêncio. Não por falta de sentimento. Mas porque algumas coisas perdem a beleza quando precisam ser imploradas. Você sabe o que é mais curioso? Eu não queria gostar de você desse jeito. Não havia nenhum plano. Nenhuma decisão. Nenhuma intenção. Foi acontecendo. E talvez seja justamente isso que torna tudo tão verdadeiro. Eu não sentei diante da vida e disse: agora vou gostar dessa pessoa. Não. Aconteceu enquanto eu estava vivendo. No meio de outras coisas. Enquanto tentava entender meus próprios caminhos. Você simplesmente apareceu em algum lugar entre um pensamento e outro. E ficou.

Talvez tenha sido por isso que eu demorei tanto para chamar pelo nome. Porque nomear um sentimento é também reconhecer que ele existe. E eu não estava pronta. Ainda não sei se estou. Mas hoje consigo dizer. Eu gostei de você. Eu gosto de você. E existe alguma coisa em mim que ainda gostaria de descobrir até onde isso poderia chegar. Pronto. Está dito. E olha como o mundo não acabou. Talvez algumas verdades só pareçam assustadoras enquanto permanecem presas dentro da gente. Quando saem, respiram.

Também preciso confessar que houve momentos em que eu quis que você percebesse sem que eu precisasse dizer. É uma expectativa meio infantil, eu sei. Mas existe. Eu queria que você notasse uma mudança na minha voz. Um cuidado diferente. Um silêncio mais comprido. A maneira como eu olhava. Queria que você entendesse certas entrelinhas. Que percebesse quando uma pergunta era, na verdade, vontade de proximidade. Quando uma conversa aparentemente casual escondia a vontade de ficar mais um pouco. Quando um simples "como você está?" queria dizer: me conta tudo. Me deixa entrar. Me deixa conhecer esse lugar onde você se esconde.

Mas talvez eu tenha esperado demais dos seus olhos. Talvez ninguém seja obrigado a decifrar aquilo que não foi dito. Talvez eu tenha confundido delicadeza com comunicação. Porque amar ou gostar também exige coragem. E eu nem sempre tive. Algumas vezes eu fui covarde. Fingi não esperar. Fingi não me importar. Fingi que tanto fazia. Quando não fazia. E você talvez nunca tenha sabido.

Há uma parte de mim que gostaria de perguntar: Você também pensou em mim? Em algum momento, meu nome apareceu no seu pensamento sem motivo? Você já quis me procurar e desistiu? Já abriu uma conversa e ficou olhando para a tela? Já teve vontade de me dizer alguma coisa e decidiu guardar? Já imaginou como seria se a gente tivesse mais tempo? Já sentiu falta sem saber exatamente de quê? Eu gostaria de saber. Não por vaidade. Por humanidade. Porque existe uma solidão muito particular em sentir algo sozinho.

E talvez eu esteja escrevendo esta carta justamente para atravessar essa distância. Não para exigir respostas. Mas porque, às vezes, a verdade precisa existir fora da nossa cabeça. E a minha verdade é que você me despertou. Despertou curiosidade. Desejo. Ternura. Vontade. E uma espécie de esperança que eu não pedi. Você me fez olhar para algumas partes de mim que estavam quietas. E isso, por si só, já significa alguma coisa.

Eu não sei o que faremos com tudo isso. Talvez nada. Talvez esta carta seja apenas uma carta. Talvez amanhã a vida continue exatamente como estava. Talvez você leia, sorria, fique em silêncio e siga seu caminho. E eu seguirei o meu. Mas existe uma beleza estranha em saber que, pelo menos uma vez, eu não escondi. Eu não diminuí. Não disfarcei. Não fiz parecer menos importante para parecer mais segura. Eu simplesmente disse.

Eu gostei de você. Eu me interessei. Eu pensei. Eu imaginei. Eu quis. Eu esperei. Eu senti. E talvez tenha sido uma das coisas mais bonitas que me aconteceram. Porque nem todo sentimento precisa virar história para ter sido verdadeiro. Alguns sentimentos existem para nos lembrar que ainda somos capazes de ser tocados. Ainda somos capazes de desejar. Ainda somos capazes de esperar. Ainda somos capazes de olhar para alguém e sentir que existe alguma coisa ali que não sabemos explicar.

E talvez você tenha sido isso para mim. Uma coisa inexplicável. Uma dessas pequenas desordens bonitas que a vida provoca quando quer nos lembrar que ainda estamos vivos. Se um dia você me perguntar quando tudo começou, talvez eu não saiba responder. Talvez eu diga que foi aos poucos. Talvez tenha sido naquele primeiro olhar. Talvez numa conversa. Talvez em alguma coisa que você nem percebeu que fez. Ou talvez tenha começado antes, naquele lugar misterioso onde as pessoas se encontram antes mesmo de saberem que estão se encontrando.

Não sei. Mas sei quando percebi. Foi quando comecei a esperar. E esperar por alguém é uma das formas mais silenciosas de confessar interesse. Porque a gente pode dizer que não espera. Pode ocupar as mãos. Pode seguir a rotina. Pode conversar com outras pessoas. Pode fingir que não olha o telefone. Mas o coração sabe. Ele sabe exatamente quem espera. E eu esperei você algumas vezes. Talvez ainda espere. Só não sei mais se devo chamar isso de espera.

Talvez seja apenas uma porta que eu não fechei. Porque ainda existe em mim uma curiosidade bonita sobre nós. Não uma promessa. Não uma exigência. Uma possibilidade. E, se algum dia você quiser atravessá-la, talvez encontre alguém que não estava procurando por você, mas que ficou feliz quando você apareceu. Alguém que não precisa que você seja perfeito. Que só gostaria que você fosse verdadeiro. Alguém que não quer ser perseguido nem perseguir. Que gostaria apenas de sentir que existe vontade dos dois lados.

Alguém que não quer uma história inventada. Quer presença. Olho no olho. Conversa. Cuidado. Desejo. Riso. Silêncio. Abraço. Verdade. Talvez seja simples. Talvez seja tudo.

E agora que escrevi tudo isso, sinto vontade de apagar. Não porque não seja verdade. Mas porque algumas confissões ficam enormes depois que saem da gente. Enquanto estavam dentro, pareciam pequenas. Agora ocupam sete páginas. E talvez seja isso que o sentimento faça. Ele começa como uma palavra. Depois vira pensamento. Depois saudade. Depois vontade. Depois silêncio. E, quando finalmente encontra coragem para sair, percebemos que sempre foi muito maior do que imaginávamos.

Então não. Eu não vou apagar. Vou deixar que exista. Como existem todas as coisas que, de algum modo, tocaram a nossa vida. Você existiu em mim. Existe. E talvez amanhã exista de outra maneira. Mas hoje, pelo menos hoje, eu queria que você soubesse: eu não fui indiferente. Nunca fui. Só fui cuidadosa demais com aquilo que sentia.

E talvez, no fundo, eu estivesse esperando que você tivesse coragem de descobrir sozinho. Agora você sabe. O resto... o resto eu deixo para a vida. Porque algumas histórias não precisam ser empurradas. Se forem verdadeiras, encontram um jeito de continuar. E, se não continuarem, ainda terão sido verdadeiras enquanto existiram.

Quanto a mim, fico com a parte mais bonita: a de ter encontrado alguém que, sem sequer perceber, fez meu coração sair um pouco do lugar. E talvez você nunca saiba o tamanho disso. Mas agora, pelo menos, sabe que aconteceu. E isso já é uma forma de encontro.

Jorgeane Borges
Publicado em 8 de outubro de 2026

Consequencias
Tenho até dó de quem brinca comigo...eu não consigo odiar, pois ódio e amor são irmãos. Eu ignoro mesmo! Falsidade se paga com Indiferença!

Eu não acho que tudo é inveja ou recalque (tem muita gente que não gosto e, honestamente, não sinto um pingo de inveja, simplesmente NÃO GOSTO). Mas acho, mesmo, que tem gente sem nada pra fazer. Então vou dar uma dica: se você não gosta de mim não precisa fingir. Não precisa ser falsa, não precisa me seguir, não precisa ser minha "amiguinha" nas redes sociais. Se você não gosta de mim é só fingir que não existo. Sem drama, sem raiva, sem neura, sem guardar energia ruim. Acho bem mais saudável. Pra mim e pra você.

Eu não conheço a palavra fim.
Fim do amor, fim da amizade,
fim da felicidade. Eu conheço
o fim da tristeza, o fim da corrupção,
o fim da mentira. Eu sou do começo:
do começo de uma outra história
do começo de mais amor do começo
de uma vida nova.

Talvez eu me vá perder em palavras
tentando explicar o que sinto,
quando isso não tem explicação;
está no fundo do coração, guardado,
trancado a sete chaves, a mil chaves; que
hoje se abre apenas em um sorriso seu,
gosto de você, mas não como todos gostam,
ou alguém possa ter gostado,
te gosto com carinho, com paciência,
em um amor de quem sabe esperar,
pois o meu amor não se cansa, vive na esperança,
de que um dia tudo vá mudar e eu resolva-me
declarar, falar do meu amor, dizer o que é fingir
e nada sentir, quando a realidade chega até doer,
pois no fundo no fundo;
eu amo você.

Para não sofrer eu vou me drogar de outros, eu vou me entupir de elogios, eu vou cheirar outras intenções.

Sinceramente não me provocam as caras feias e os narizes retorcidos quanto a minha conduta...Eu não vim para agradar, nem bancar a babá de bebê chorão...Eu vim buscar meu lugar ao sol e não to nem ai se eu costumo ofuscar quem permanece à sombra!

Eu não sou igual as outras mulheres que você conhece, então não me trate igual, como se eu fosse uma mercadoria. Eu não quero saber se você tem carro, desde que a falta dele não seja empecilho e desculpa para não me ver. Eu não me iludo com isso, se eu achar que nós dois podemos dar certo, eu ando de mãos dadas e a pé, junto com você. Carro só impressiona mulher fútil que se preocupa com as aparências. Eu to mais interessada em saber quem você é, e não o que você tem. Eu não quero saber se você tem dinheiro, se a sua conta bancária é recheada, desde que você seja um homem trabalhador e honesto. Eu não me iludo com presentes caros, eu não estou à venda. Dinheiro só impressiona mulher pobre de caráter, que quer subir na vida da maneira mais fácil. Eu tenho força, tenho garra e se você quiser, a gente constrói o que é nosso juntos. Eu não sou um corpo a procura de outro corpo qualquer, eu tenho sentimentos. O cara pra ficar comigo não precisa ter carro, grana, status. Pra ficar ao meu lado basta gostar de mim, me aceitar como eu sou, querer ficar ao meu lado sem pensar em ir embora um dia. Eu não sou igual as outras, não precisa ter medo, eu só vou me aproximar de você se eu realmente gostar de você, do que você é, sem máscaras, sem farsas, sem mentiras e sem nenhuma outra intenção. Meus olhos não brilham para a futilidade. Eu não quero carro se não tiver amor, eu não quero dinheiro se não tiver respeito. Eu to mais interessada no bem que você pode me fazer, do que em bens materiais. Eu não me importo e nem me iludo com isso, porque se um dia tudo acabar eu não vou ficar com carro e nem com dinheiro, mas eu vou ter pra sempre as lembranças dos momentos bons que podemos passar juntos.

Minha área é tudo o que eu tenho, a minha vida é aqui e eu não consigo sair, é muito fácil fugir, mas eu não vou, não vou trair quem eu fui, quem eu sou!

Entre amar e ser feliz eu prefiro amar. Pois quem ama é feliz. Não existe felicidade sem amor.

‘Eu espero que você entenda, não estou mais disposta a me humilhar, sofrer apenas pra poder te amar. Eu não quero mais saber, eu quero viver, agora eu quero só pensar em mim. Você me decepcionou tanto, e para que? Pra depois voltar atrás e perceber que no fundo realmente gostava de mim. Mas e daí? Agora quem não quer você sou eu.’
Eu não costumava mentir sabe? Mas depois de você as coisas mudaram, e eu tenho utilizado palavras falsas com muita freqüência. Essas foram algumas delas, mas o pior é ter que mentir para as pessoas que sempre estiveram comigo, é ter que dizer “eu to bem, migux” e abrir um sorriso, lindo, fingido, falso e cortante para fazer as pessoas acreditarem. É frustrante, e você nem imagina o quanto machuca.

Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate (não)
Dentro de ti...

Skank

Nota: Trecho da música Sutilmente.

Por mais que eu finja estar tão bem, meu bem, eu não sei mais de mim. Eu não sei.
Eu não sei se sou quem sou, se fico ou vou.
Eu já não sei mais te dizer se sou mais eu ou você. Pode ser, eu não sei, talvez seja melhor nem saber

Desculpe, mas eu tenho que escrever isso.
Eu não aguento mais viver assim.
Eu não tenho sorte em nada que eu faço, nada!
Uma coisa tão simples aos olhos dos outros, para mim passa a ser tão complicado...
E eu não sei porque isso.
Acho que é porue faço as coisas pensando nos outros, e deixo de fazer o que eu quero para mim.
Eu preciso do abraço dele.
Só assim eu consigo me encontrar.
Por pior que ele seja, é por ele que meu coração bate mais forte.
Quando eu fico assim, não consigo fazer nada.
Eu saio do meu mundo e só sei chorar...
Isso me distancia cada vez mais do mundo real.
Eu preciso respirar!

Sinto-me mal não pelas coisas que vem me acontecendo mas oque eu faço delas. É uma tal incompreensão dos fatos que vivo assim friamente sem sAber qual caminho tomar, vou indo e vindo sem saber onde chegar.

Não quero ser sempre certo. Só quero ser sempre eu mesmo