Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Acho que eu não era daquelas que pensavam que o colégio deveria ser uma grande festa. Eu queria me esforçar para que o resto da minha fosse bom.
Ó AMOR ...
Se eu peço a este amor que felicidade
não seja agonia ao sentimento gentil
ages ao coração com uma sensação vil
sabotando o desejo, e cheio de vaidade
Ora, donde vem tanta individualidade
quando quem te ama dizes ser sadio
civil na emoção e, um encanto sutil
feito dum carinho com cumplicidade
O sonho na desventura, então, chora
há suspiros de aflição e dor, e assim,
tal um pecador, ao teu olhar implora
Por juízo e uma cumplice comunhão
Imaculado, desenhado só para mim
Ó amor, pois tu és razão, pois não? ...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
10/04/2021, 09’23” – Araguari, MG
Tortura......
E quando a minha hora chegar
não adianta implorar
Porque eu não vou olhar para traz.
Tá escrito, como sempre foi.
Hoje eu sou cordeiro amanhã eu volto leão.
Pode apostar isso é tortura PSICOLÓGICA.
QUANDO EU, TRISTURA, EM TI DRAMA PONHO
Quando eu, tristura, em ti drama ponho
Sinto o que não senti nunca, nem desejei
Que houvesse cá, a apertura que nem sei
E, que vou tresvariando em algo medonho
Isto incomodando, e passando, suponho
Me quero risonho, fausto, e então serei
Pronto pra haver poética, e leve estarei
Entre choro e riso, e não me avergonho
Que, um sofrente ante ti, ó tristura, tal
Um moribundo d’alma e emoção muda
De que me valerei se não viver visceral?
Esperando que ti, causar, então acuda
E o amor me acode, em um sentir total
Assim, na sensação, não mais me iluda!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
Junho, 2021, 26, 10’27” – Araguari, MG
Se as meninas do Leblon não olham mais pra mim
(Eu uso óculos!)
E volta e meia eu entro com meu carro pela contramão
(Eu tô sem óculos!)
Se eu tô alegre eu ponho os óculos e vejo tudo bem
Mas se eu tô triste eu tiro os óculos
Eu não vejo ninguém.
CARECENTE
Se eu peço ao verso para ter piedade
que não seja hostil a uma trova dócil
dizes que sou tão rude e um tanto vil
querendo um rimar com sensualidade
De onde vem tão pouca serenidade
se pouco o poetizar aparenta gentil
mais atento e amável, terno e sutil
sem aquele tom com voracidade?
Meu suspirar dolente e tolo chora
nos versos que vem e vão e, assim,
embalados em tristura, vêm afora
Parece então que tudo é apenas dor
pondo o versar triste diante de mim
carecente de apego, emoção e amor!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
15/10/2024, 14’16” – cerrado goiano
Para meus leitores imaginários, sim, eu sou hipócrita, como não seria sendo gente? Feliz ou infelizmente, as pessoas acabam por se contradizerem, mudarem de caminho, como muitos dizem "o mundo da volta" ou "a ocasião forma o ladrão". Mas, claro que eu sou hipócrita com limites, são hipocrisias sutis, eu diria, como mandar indiretas, julgo muito quem o faz, mas também o prático.
Já faz muito tempo que não escrevo aqui, muito mudou, diria que achei mais paz em ser eu mesmo, meu respeito a Deus aumentou, mas sigo lutando contra o relógio. Se eu tivesse uma frase para usar seria saiba como e quando se portar, às vezes evitar o conflito te leva a um conflito quando não se porta devidamente.
NÃO FOI SÓ O QUE EU QUIS
Não foi só ilusão que eu quis. Só estar
Para na imaginação ter sensação divina
De um amor que faz a emoção palpitar
De um coração tão cheio de adrenalina
Não foi a sedução que eu quis. Só amar
Ter um olhar no sentimento, na rotina
Que valha e que assoalha, afável achar
Na felicidade que a sina, então, destina
Não foi só um capricho, pois, quis mais
Numa ânsia de uma poética emocional
Tão completa de desvario e de paixão
Apenas ter por ter nas faltas são iguais
Não foi só haver que eu quis, quis aval
Descalçando-me do eirado da solidão...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
27 setembro, 2022, 15’26” – Araguari, MG
CHAMO
Sou eu! Não me ouves, poesia? Piedade
Sinta está sensação que pulsa no pranto
Olha este sentimento que me pesa tanto
Que brada, dói, que me faz pela metade
Pois, não vês a poética que traz saudade
E meus versos com versos sem encanto
E que o canto traz tristura no seu canto
Portanto, ouça-me, e não seja maldade
Quero prosa e agrado, não de centavos
Quero bravos, ver o verso maravilhado
E em cada versar um versar com ardor
Eu tenho mais que somente os agravos
Tenho o ritmo na alma tão cadenciado
E no coração a exatidão doce do amor!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
05 novembro, 2022, 17’20” – Araguari, MG
Quando eu entro no hospital para fortalecer um paciente, não importa a sua idade, eu tenho uma regra: não posso falhar.
Então preciso estar forte, tanto físico, para usar o manto que pesa 25 killos e com a sensação térmica de 50 graus, quanto emocionalmente, para lidar com a dor de outras pessoas, e também forte espiritualmente, para enfrentar o que muitas vezes eu desconheço…
Eu sou de carne e osso, igual ao Batman, a única diferença é que eu não sou uma ficção.
Ler e amar livros são minhas impressões digitais. Não importa quanto eu mude, isso será sempre igual, um lembre perene de quem realmente sou.
RECOMEÇO
Pensava eu, não mais versejar o amar
E a poesia vazia de tão doce melodia
Pensava eu, a viver com a poética fria
Mas a prosa, ousou novo prazer brotar
Cada verso, agora, o afeto é impresso
Após tantas as sensações fracassadas
Vejo o versar em prosas apaixonadas
É poética de uma paixão eu confesso
Ó poema tão repleto de tanta ternura
Trazendo agrado a quem já foi sofrido
Dum remoto tempo de ilusão e agrura
Que dizer eu, deste canto de sensatez
Que na inspiração adiante tem sentido
Ao enrabichado que ama mais uma vez...
© Luciano Spagnol poeta do cerrado
01, outubro, 2021, 18’00” – Araguari, MG
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