Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
EM MARINA..... ANOS 60
Jovem, eu a vivi com paixão
com aquele ingênuo senso de emoção e ainda reconheço os seus perfumes, os seus tantos sabores, as suas cores.
O azul do seu mar, as oliveiras verdes,
o escuro das rochas e os seus pores do sol, que como fogo queimavam no céu.
Era Bela, era Jovem, Selvagem
Eu vivia cada canto seu, cada praia sua, cada gruta sua, cada segredo seu,
te sinto ainda no meu coração inquieto.
Adulto de longe com o pensamento
no passado, te procuro, te revejo,
vejo aqueles dias, de Juventude Infinita, de liberdade, de sonhos e de amizade, de música, de amor, de aventura,
de madrugadas, o nosso mar, a natureza.
Eu habitante, “ turista”, “pescador”,
Um pouco Amante e um pouco Sonhador.
Tenho no meu coração ainda o seu calor. Tenho no meu sangue gotas do seu mar
Você nos Criou no seu maravilhoso Mundo... Simples e Verdadeiro, profundamente Humano
Mundo que ainda levamos dentro..... Você,........ Pequeno Vilarejo Cilentano...
SE.....
Se eu tivesse fechado o coração algumas vezes Se tivesse dito amor menos vezes...
Se a alma escutasse o meu pensamento Se tivesse usado o Tempo e não o Céu
Sofrer hoje seria menos amargo, O amor hoje seria mais sincero...
E o Tempo voaria com o Céu... E o Coração não teria este véu...
Ansiedade é um apego ao futuro, eu prefiro estar aqui e agora. O vivente deve viver no presente. Só o presente existe, o passado existiu, e o futuro (talvez) existirá.
"Quem vem lá "
Eu sou o abandono
Eu sou a negligência
De um eu te amo sem certezas
O final caótico da destreza
Tristeza , profunda e insana tristeza
Embaixo da pele havia
Uma miserável incerteza
Tristeza , destreza
Sinopse perfeita
Em tons escuros ,
Amargos esmagados
Junto as cinzas
Da mais bruta madeira
Miserável incerteza
Vem lá adiante
Passando por mim
Reluzentes diamantes
Reluzindo firmemente
Hospedeiro da tristeza
Miserável, miserável destreza...
Decidi me aventurar por uma floresta, nela achei uma flor
eu comecei a contempla-la. Em determinado momento a flor me chamou, admirara-la não bastava, eu tinha que toca-la. Quando a peguei, ela
me espetou, naquela hora entendi que mesmo as coisas
mais belas e amáveis podiam causar dor.
Paixão
Intensa, irresistível, pesarosa
Antes eu era triste
Agora, infeliz
Como voltar ao triste?
Pergunta sem resposta
A vida não tem retorno
Sob o flagelo das paixões somos forjados
Só espero ser uma boa liga
A maior angustia é somente saber ao final
O que sairá da forja?
Deus dos desgraçados!
Mãe dos Favelados
Eu peço justiça para todos esses pecados
Entro na favela e vejo corpos empilhados
Sei que essa chacina é autorizada pelo o Estado!
A vida é feita de escolhas
E eu sei bem como é difícil jogar Xadrez,
as vezes você precisa arriscar um peão
para salvaguardar a vida do Rei.
Vivi o momento e rapidamente ele se foi com o vento
Eu paro e te olho lembrando do tempo
Memórias perdidas, é com elas que me esquento
Sentei-me aqui, mas já não existe lugar pra mim, não é pesadelo, a realidade é assim
Os segundos contam, os minutos também, cada milésimo e hora
Esqueci-me do tempo, pena que ele não volta mais
Não se esqueça também, o tempo passa, e como o vento ele não volta atrás.
Eu te digo como ando me sentindo
Ocupado o bastante, e bastante
Sem nenhum momento ou instante
Pra descansar, ou pensar
Estou me sentindo, com o humor retraindo
Com alegria ausente
Tristeza e estresse presente
Sem poder gargalhar
Estou me sentindo, como se estivesse me traindo
Com convicções ultrapassadas
Com pensamentos e ideologias passadas
Sem que merecessem eu raciocinar
Estou me sentindo com a ira me possuindo
Vendo pessoas fúteis realizadas
Com seus prazeres alicerçadas
Com suas estórias a dialogar
Por isso posso dizer
Me sinto mal
Sem ter poder
De me manter desigual
Pensar diferente, é um combate
Vai de gritos a sussurros,
Dos que miam aos que latem
Aos que se libertam atrás dos muros
Do crescer da antagonia
Do alinhar das narrativas
Do buscar a harmonia
A ideia particularizada coletiva
E ao que se resume
Esse sentimento a que não estou imune
Resumidamente presente
Está em mim inerente
Um asco da hipocrisia
O sacro elocubrar
De um tempo, um dia
Desse espírito aldrabão me livrar
Nesse poema eu falaria das
folhinhas que se banham de sol,
dum pedacin de céu ou até
mesmo duma nuvenzinha.
Eu falaria de um mar de amor,
das coisas tuas no meu coração.
Mas nesse poema eu só vou falar,
que eu queria beijar sua mão.
Sou tão única que até meu nome é exclusivo e singular, onde ouvires falar sobre mim, será eu, sem cópia, sem clone, sem outras de mim!
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