Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
O que eu preciso, eu faço eu mesmo. E eu nunca mais volto pra miséria de novo.
Somos Mar
Eu sou feito de mar e de vento,
De silêncio, coragem e alento.
Carrego na alma a maré,
Que vem, que recua, que é fé.
Tem dia que sou calmaria,
Noutros, só vejo agonia.
Sou onda que bate na pedra,
Sou força que nunca se entrega.
No peito, carrego segredos,
Profundos, tal quais os meus medos.
Histórias que afundam no tempo,
Memórias levadas no vento.
Meus olhos são farol aceso,
Meu riso é um porto indefeso.
Mas dentro de mim tem tormenta,
Que chega, que arrasa, que enfrenta.
Sou brisa que passa de leve,
Sou mar que se agita e se atreve.
Não sou de caber em ribeira,
Nasci pra ser vasto — fronteira!
Ninguém me decifra de todo,
Sou feito de espuma e de lodo.
Sou livre, profundo e real,
Sou mar — sou beleza e vendaval.
Se tentas prender meu caminho,
Me faço furacão, desalinho.
Pois sou como o mar no seu tom:
Indócil, imenso e sem dom.
Voltando pra casa do hospital hoje me veio em mente:
.
Eu só sei que, em minha busca incessante por Deus e pela Fé, em verdade descobri, que tudo é relativo e que isso é absoluto.
Que inesperado foi te conhecer.
E imediatamente me reconhecer em você.
A verdade é que eu jamais pensei nisso.
Não planejei, não esperava.
Mas agora tô aqui, te respondendo do bom dia ao boa noite e achando tudo isso… curioso.
Tem momentos que eu releio nossas conversas.
Outros, só fico lembrando das suas respostas mais engraçadas.
E das suas gentilezas.
E às vezes me pego sorrindo sozinha,
como se tivesse alguma coisa acontecendo, mesmo sem a gente entender direito.
Na verdade eu queria saber se tudo em você é verdade,
ou se é só mais um daqueles discursos prontos que eu já ouvi com outros nomes e outros rostos.
Um deles inclusive lembra o seu.
De qualquer forma, te ver foi rápido, mas ficou.
A troca de olhares me marcou mais do que eu imaginava.
Não sei até onde vai,
e tem uma parte de mim que ainda teme que algo atrapalhe.
Algum resquício de passado, algum clima chato.
Mas a outra parte de mim prefere nem pensar nisso agora.
Porque, por enquanto, só tem sido bom.
Não há mais certos segredos escondidos entre nós.
A verdade é que eu tô gostando de te conhecer devagar,
de rir com você,
de ouvir certas músicas e lembrar das nossas conversas.
Eu penso como será quando estivermos perto.
O teu abraço, teu cheiro, tua voz.
Fico imaginando o toque das tuas mãos,
e até como será o teu beijo.
Se tudo isso que existe ou parece existir entre a gente vai mesmo fazer sentido quando acontecer.
É cedo pra qualquer certeza,
mas sei que ainda é só começo da história.
Quase nada
Na luz de dia eu sonho
No escuro da noite penso
Algum dia te vejo
Troco pelas noites a dentro
Vazio não é o que vejo
Com milhares em silêncio
A minha mente eu estendo
Já foi meu desejo intenso
Trens perdidos no tempo
Ouvi um outro mundo
Aonde ele está?
Ou escrevi sem pensar?
Eu queria alguém que me ame, me aceite, me respeite, me acolha, me ame sem preconceito. Alguém que me ame sendo autista, que não ligue pros meus transtornos, que me ame independente disso. Que me ame e me aceite como eu sou. Que me entenda como eu sou. Que me acolha como eu sou. Que me respeite como eu sou. Que me inclua como eu sou. Que me deseje como eu sou.
Quando me perguntarem sobre conexão, eu de certeza contarei nossa história, uma dor sentida em dueto, uma ansiedade sentida em dueto, inexplicavelmente sentido por duas pessoas mas de uma única alma.
Amor inexistente
Será que sou eu?
Será que sou eu?
Será que sou eu?
Ou tu estás diferente
O teu ego cresceu
E nunca mais morei na tua mente
Será que o cego sou eu?
Por te amar loucamente
Eu acho que aqui quem perdeu
Foste tu, me perdeste para sempre
Não nego que quem mereceu
Fui eu digo-o indiscretamente
Devia ter visto antes que o amor desapareceu
Na verdade ele não se pode ver só se sente e agora sou eu quem se sente
Leva o que é teu
A dor que te fez diferente
Não leves o que é meu
O amor, aquele que sempre esteve presente
Eleva-te no céu
E faz dele papel de parede
Do teu quarto, onde eu estou ausente
Não deixas mais que eu entre
Será que sou eu?
Ou tu estás diferente
O teu ego cresceu
E nunca mais morei na tua mente
Será que o cego sou eu?
Por te amar loucamente
Eu acho que aqui quem perdeu
Foste tu, me perdeste para sempre
Já nada te prende
Tudo o que prendia, perdeste
Não soubeste ter, não me surpreende
Vais sempre pelo caminho mais fácil, o que te ofende
Eu acho que tu não entendes
Agora falando a sério, se é para morrer por julieta, romeu
E se por agradecimento ninguém se estende
Só resta virar costas e dizer adeus, erro meu
Leva o que é teu
A dor que te fez diferente
Não leves o que é meu
O amor, aquele que sempre esteve presente
Eleva-te no céu
E faz dele papel de parede
Do teu quarto, onde eu estou ausente
Não deixas mais que eu entre
Será que sou eu?
Ou tu estás diferente
O teu ego cresceu
E nunca mais morei na tua mente
Será que o cego sou eu?
Por te amar loucamente
Eu acho que aqui quem perdeu
Foste tu, me perdeste para sempre
Uns escondem suas histórias, em segredo. Eu as compartilho, sem medo.
Erros e acertos, na jornada, são sinais.
Não importa a origem, destinos ou fins.
Como tratamos os outros revela quem somos, afinal.
Livro: O Respiro da Inspiração
Luz que machuca
Nem toda luz cura.
Algumas só iluminam
o que eu implorava pra deixar escondido.
Ser visto é uma dor.
Ser ignorado, outra.
📖 Diário Público Oficial de Aline Caira
🗓️ 10 de julho
Hoje eu e minha filha, Theodora Anthoniella, despertamos por volta das 9h da manhã. Tivemos uma conversa leve e gostosa ao acordar, e em seguida, partilhamos nosso café da manhã — que, para nós, tem se tornado uma refeição mais robusta, quase um almoço. Isso tem nos ajudado na adaptação da rotina alimentar da Theodora, que com coragem e disciplina vem buscando alcançar sua meta de emagrecimento de forma saudável.
O dia transcorreu com simplicidade, mas cheio de paz. Ambas com saúde, graças a Deus, e nossa companheira de quatro patas, a doguinha Princess, também estava animada e bem.
À noite, fomos à missa na Paróquia São Pedro. Foi um momento de profunda emoção e comunhão. A celebração foi fraterna, acolhedora, repleta de abraços sinceros — senti a presença de Deus em cada gesto, em cada olhar. Me emocionei tanto que por um instante perdi as palavras. O ambiente estava repleto de unção, amor, bondade... uma verdadeira manifestação da graça do Pai Altíssimo. Foi um culto de união e espiritualidade que ficará gravado no meu coração.
Após a missa, como forma de carinho e partilha, levei minha filha para comermos pizza na Pizzaria Castelo. Confesso: não estávamos mais suportando o bom e velho miojo. Escolhemos uma brotinho de frango com catupiry, acompanhada de suco de uva para ela e uma Coca-Cola para mim. Foi um pequeno passeio, mas para nós duas foi um alívio, uma pausa do recomeço que temos vivido — cercadas de caixas, no meio da mudança de lar, entre cansaços e esperanças.
Sim, eu comi pizza. Guardei os medos por uma noite, e celebrei o presente. Fiz parceria com minha filha, rimos, conversamos, nos reconectamos. Às vezes, o milagre está em pequenos gestos.
Voltamos para casa a pé. O frio me cortava como lâmina, mas o calor do momento vivido me sustentava. Ao chegar, tomei um banho quente, me agasalhei e preparei uma vitamina. A sensação foi de acolhimento, de cuidado comigo mesma.
Sigo firme, acreditando que as promessas de Deus vão se cumprir. Ele é bom o tempo todo.
E deixo aqui minha prece:
> Que Deus abençoe cada um de vocês,
que suas famílias estejam envoltas em paz, harmonia, fraternidade e comunhão.
Que o amor seja o elo mais forte da vida.
Como escapar da própria pele?
Por mais que eu tente me afastar de mim, mais perto fico.
Na travessia pelo mar da vida, deparo-me com um castelo de areia frágil, efêmero, mas incrivelmente belo.
Imagino seus cômodos, suas histórias não vividas, um universo inteiro que brota no silêncio da mente.
Por um instante, um único segundo de imaginação se faz vida: tão real quanto o toque do vento.
Mas então, sem aviso, a chuva despenca.
Molha-me. Pesa. Incomoda.
A areia gruda na pele, a realidade se impõe como tempestade.
Abro os olhos
E tudo que resta é uma poça onde antes havia um sonho.
Existe uma pessoa na qual eu amei muito a anos atrás e mesmo dps de tanto tempo eu ainda o amo tanto.
Porém um dos motivos pelo qual paramos de se falar foi eu ter namorado outra pessoa mesmo amando dele, até tentei correr atrás mas fui totalmente ignorada por ele.. e mesmo dps de anos eu ainda o amo tanto e sinto que espero por ele todos os dias.
Muita das vezes quando eu começava a conhecer alguém, eu me machucava pq ainda amava ele e consequentemente eu machucava todas as pessoas as quais eu cheguei a me envolver pois apenas ele ficava em meus pensamentos, e por mais que eu conheça alguém sinto que eu jamais amaria alguém como eu amei aquele menino.. e por isso eu n consigo entrar em relacionamentos pois ainda me sinto tão apaixonada por ele mesmo dps de 5 anos.
Eu, você e nossa distância
Na distância nos encontramos
Diariamente caminhamos
Com palavras nos conhecemos
Para onde não sabemos
Mas juntos aqui estamos
Na amizade da tua foto
No bom dia da manhã
No respeito do teu comentário
Nas palavras de inspiração
Juntos viramos razão
Eu, você e nossa distância
Hoje, venho lhe dizer
Que é difícil entender
Você minha amiga sem saber
É o que me inspira a escrever
Por muito tempo eu andei desfeia, mas, hoje olho para mim com amor e carinho. Seja gentil com você! Encare o espelho com coragem. Acolha-se! Ame-se!
Eu concordo com isso também. O certo, lógico, racional e óbvio, é que o ideal — e até mesmo salutar — seria que morrêssemos, sim, mas de forma que nenhum vício fosse o causador disso.
Procura, então, a satisfação de ver os teus vícios morrerem antes de ti.
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