Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
No tente advinhar meu pensamento.
Eu vivo.
Vivo essa breve vida de forma intensa.
Tento aproveitar os caminhos que se apresentam,
Tenham eles sombra ou raios de sol.
Carlso Santos
Se é assim, então ta
Nem sei o quanto é belo
O por que me desespero
Só sei é que eu quero
Se não chegar...
Ainda assim te espero.
Então aqui eu choro
Se não me der, imploro
Se me queres, demoro
Se me amar, adoro.
Sabe, se me deixar eu falo
Se não puder continuar, eu paro
Se eu te incomodar
Apenas me calo.
Ah!!!
Só sei que é assim
E quando o sol baixa la estará a minha espera, e nada do que fiz importara si eu te amar, nada do que eu fala ira si vira contra mim, porque eu sei que em você Jesus eu posso confiar e o meu mundo não si abalara!
E eu, que tanto tinha a dizer, estou juntando pequenices que agarraram-se a cada palavra de frases feitas por mim no passado, em amores e necessidades antigas enterradas apenas pelo tempo - e sem vontade própia - para sentir metade do que sentia antes. Eu, que queria “sentir nada” me tornei “nada”.
"Ontem eu saí pra rua.Quiz ver um comêta que ia passar.O comêta passou e eu ví, que ele era voce disfarçado de brilho".
Me deu uma vontade louca de chorar mas, eu resisti as lágrimas... Acabei percebendo que mesmo caminhando junto, às vezes, me sinto sozinha...
AUSÊNCIA
Eu julgava ser a ausência
Uma divisão dolorosa do corpo,
Ou coisa sentida como prenúncio de morte,
Um buraco negro, sem fim sob meus pés.
Depois vi que a ausência
É uma companhia necessária,
Comigo, inteiro em dois, ela permanece,
A provar minha sanidade,
A dar-me os sentidos que não sabia,
A cativar-me como a melhor amiga.
E me acostumei com ela, tanto,
Que tanto faz o burburinho das ruas,
Ou o balbuciar risonho de um amor,
Colado aos meus ouvidos,
Que dou mais atenção a ausência.
Com ela a cadência do passo é mais livre,
A gente estanca, e abraça como quer,
Livre das dores que traz o abraço,
Distante dos olhares obrigatórios,
Que a companhia exige.
Alforriada dos escândalos
Quando queremos liberdade.
Hoje eu eu a ausência somos ímpares,
Um que se sente só mas seguro
Pelas duas mãos ocupadas,
Outro que se sente acompanhado,
Por um coração, guardado.
Mas eu sou fã das formiguinhas, que nunca fizeram auto-escola, e mesmo assim sabem direitinho qual o rumo certo a seguir.
EU E MEU PAI
Quando perdi meu pai
Foi como perder o meu lugar
On ele estava eu estava
Cavei com Ele covas no campo.
Selei cavalo, amansei burro
Queimei monturos
Pra outro fazer no lugar.
Fiz a escolha por ele como Pai.
Herói foi só uma tendência minha
A admirar tudo o que Ele fez
Um homem, não um aprendiz, de brincadeiras.
Quando deixei de ver meu Pai
Passei a enxergá-lo muito mais
Hoje tudo o que faço e sinto
Está ele a dizer baixinho:
- Quê que é isso rapaz,
E se a vida pensa que O me tirou,
Errou mais uma vez, comigo,
Ela O me deixou.
E mais íntimo, mais cauteloso,
Uma fala que escuto, um coração que perscruto,
E amo, amo demais, essa solidão do meu Pai.
Que susto !
Um dia eu estava sentada na cadeira de balanço, que fica na sala, lendo um livro, e do nada eu saio de si, começo a ver o oposto da minha situação sentimental, é como se tudo virasse flores do nada assim, e eu chego a pensar :
- Como isso esta a acontecer comigo, logo a mim ?
Fico feito uma louca sem saber o que fazer, derramo lágrimas em minha face no momento em que eu vejo coisas na minha frente, tento ficar calma e transparecer que estou bem, mas não consigo, por quê eu fiquei em choque, estataláda e nem a cadeira que é de balanço chega a balançar, e fico ali sentada, volto a ler o livro como se nada estivesse acontecendo, não sei só sei que parei de ler liguei a TV e isso tudo exitou minh'alma deixando-a alerta para as situações de pavor e medo constante que acontece na madrugada, eu não sei se gostei do que ouve, ou se admirei a bela paisagem, ou se derramei lágrimas de desespero, só sei que eu não entendo o que esta a vendo comigo.
Estava caminhando, eu e o vento, ele me levava para frente e para traz, para o lado e para o outro, eu vi os galhos das árvores se mexendo como numa canção, e como se a árvore fosse a estrela e os galhos os dançarinos, era engraçado e estranho, terminou o vento indo embora e o sol o substituindo e as árvores secaram e eu fiquei parada no meu lugar, sendo derretida pelo sol que em minha direção brilhava.
Era lindo o seu brilho, porem muito forte e seco, ele me fazia suar e estragar minha pele.
Estava como um azul opaco,
sem luz, sem brilho, estava eu estatalada,
desligada e acorrentada pela amargura,
estava eu no estava.
Presente estou,
pelo azul vivo que em minha face aparece,
ligada nas situações ao meu redor e livre,
Estou eu feliz no presente que vivo.
Ao nosso primeiro beijo, eu desejo o teu desejo...desejo sentir vc se entregando por completa nesse primeiro beijo, quero sentir sua alma envolvendo-se completamente nesse beijo, quero sentir vc perder o chão, sem saber onde aterriçar, pois eu farei vc aterriçar completamente em meu território, sem permissão para voltar...
Sim, eu tenho ciúmes de você, deve ser por isso que odeio todos que te cercam, vai ver assim posso te proteger, ou vai ver isso é só mais uma forma de alimentar minhas falsas esperanças.
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