Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Eu sou fã de certas pessoas. Mas algumas delas nem sabem disso. E nem vão saber nunca. Admiro, de longe.
'Quando eu era criança fechava os olhos quando sentia medo, ou quando imaginava monstros por baixo da cama.Porém quando você fica mais velho percebe que fecha os olhos só pioram as coisas, e que os monstros são reais, não tem aparência medonha com dentes afiados e olhos vermelhos.São pessoas como eu. E aprendi que não posso fugir dos meus medos, porque até nossos sonhos os tem como companhia e fechar os olhos para o que esta a nossa frente só torna as coisas mais escuras.
Decreto de amor
Decreto neste instante
Que fico eu proibido de me apaixonar
Por outro alguém que não seja você
Prometendo-lhe amor constante
Carinhos abundantes
Beijos incessantes
Apertos e abraços
E muitos afagos
Chega sábado e domingo, a minha familha se reuni.
Eu faço uma cara bem legal, mais acho tudo muito chato e banal.
Eu falo uma das línguas dos homens, mas se eu falasse a língua dos anjos, perguntaria anjo: pq a vida tem que ser assim?
E lembrando das cartas. Sim! AQUELAS que eu escrevi para quando encontrasse o amor da minha vida.
Lembrei-me disso:
Tenho desejado te encontrar tão ardentemente até agora, que abri espaço para que algumas coisas me machucassem.
Agosto de 2009
Será que ainda permito? Será um erro acreditar que uma nova pessoa pode ser você? Por que quando for como eu saberei?
Eu gosto de falar e pensar sobre “quem sou”.
Nasci sob o signo da insatisfação inexplicável, num mundo prestes a explodir por nada; revolta, emoções aprisionadas, sinergia, coragem, silêncio, música, indignação, essa poesia em ruídos.
Minha geração estava condenada a triste perspectiva experimental, provamos de tudo e nada nos alimentava a alma, nada parecia vivo e sólido o suficiente para nos equilibrar, energias leves e pesadas, luzes multicoloridas, magnetismo, formas fluídicas, experimentação, vários mundos dividiam o mesmo espaço e todos esses mundos estavam em guerra.
A geração anterior clamava por paz, nós andamos aos cantos buscando algo que, escondido, revelasse quem somos. Por isso, talvez, seja tão difícil entender quem são nossos filhos, não são os filhos da insatisfação, nasceram livres da nossa dor, nós livramos o mundo clamando por liberdade; nossos filhos andam mais rápido, ou mais devagar, tanto faz; apenas percebo que não foi o nosso mundo que os recebeu, porque nossa missão não era a de construir um mundo para os nossos filhos, mas sim a de destruir o mundo que nos recebeu.
- Missão cumprida! Sejam todos bem vindos aos caos!
Agora o que há é a expectativa pelo fim e seu inevitável recomeço.
Os dias de hoje são os de espera.
Não sei se fizemos o certo, mas estou certa de que fizemos o que tínhamos que fazer. Talvez morramos com essa infelicidade arriscada de quem quer tudo e algo mais sem pagar nada por isso.
Tomamos o mundo e ele aí está, a beira do amanhã.
Eu estou livre exatamente aonde eu queria estar, vivendo uma vida que sempre esteve em primeiros planos. Sim, eu estou bem, mas me sinto incompleta, sinto que ainda falta algo. Um vazio que vem me atormentar mais precisamente pela noite, e esse vazio talvez tenha um nome, é algo abstrato, mas que faz tanto mal: a saudade!
Será ela esse bicho de sete cabeças? Foi a primeira pergunta que me fiz antes de entrar no avião! Agora nesse exato momento me vem em mente os meus pais, pra ser mais exata aquela intorturável despedida, um abraço apertado, um beijo na testa, e escorrendo dos olhos a dúvida, o medo, e a esperança de um sonho realizado! Logo depois lembro dos amigos, da despedida inesperada de só 3 meses, lembro do olhar e das palavras nítidamente de cada um. Ah a saudade! Só não é um bicho de sete cabeças, como também uma enfermidade que só se torna curável metafóricamente quando se come a presença, ou algo que alimente essa fome insaciável!
Mas eu tenho a convicção que farei valer a pena!
Logo, logo estarei de volta...
Aquele tal sedentarismo mental - Eu me perco nos meus próprios pensamentos, aonde as minhas vontades se contradizem em querer ir mais além, ou de cair na preguiça do universo que tanto me consome a maior parte dos meus dias, sem nem ao menos pedir licença pra ficar!
Hoje eu tava pensando, mas só pensando, sobre toda a minha vida até chegar aqui. Sobre os momentos que eu passei, sobre pessoas que passaram, sobre o quanto eu queria poder voltar no tempo pra reviver alguns momentos, mas apenas reviver, não mudaria abstolutamente nada! Cometi erros sim, mas os vejo como um atalho para um ser melhor mas pra lá do tempo... foram com os meus erros que eu aprendi, foram dos erros e do arrependimento, que eu tirei o aprendizado e a famosa e verídica frase " tudo passa "...
Eu hoje tenho a consciência de que os problemas servem para serem solucionados, não entregados de mão beijada a aquela terrível conspiração do universo, aonde nos perdemos pela escuridão! Não, isso jamais! Óh tempo, seja legal, conto contigo pela madrugada! Eu, os meus pensamentos, as minhas lembranças, a minha saudade, saudade do que eu fui, do que eu sou e quem sabe até do que eu serei! Tempo, por favor, volte nesse túnel e me traga novamente apenas por 4 minutos a minha infância. Áh... linda infância! Lindos sentimentos, lindos coleguinhas, lindo rabisco amarelo naquele papel opaco, vendo pelo lado " caetano " das coisas, eu realmente tive uma linda infância! Lembro que eu era tudo. Na minha infância eu era o que eu quisesse, podia ser um médico ou o paciente, podia ser modelo ou fotógrafa, podia ser a mãmãe ou a filhinha daquela voz infantil e enjoativa, ou podia ser um passaro azul a um patinho feio! Foi aí, na minha infância que eu passei a discernir o bem do mal e o certo do errado. Logo em seguida surgiu a puberdade, aquela fase em que eu ja estava prestes a adquirir o conhecimento sobre a consciência de um ser racional, mas um racional virado ao avesso. O que eu quis dizer com isso, é que na fase da puberdade eu tinha um estranho prazer de fazer as coisas ao contrário, como por exemplo, lembro da minha mae falando "- Menina, saia daí você vai cair... " lembro também do meu pensamento ainda inocente " Áh, ela fala isso porque quer que eu fique parada, mas eu não vou ficar, porque eu faço o que eu quero ". Desobedecia, ia, e caía... acontece que no fundo eu sempre soube que mãe tem a razão em qualquer das situaçoes! Já na fase da puberdade, eu aprendi que é preciso ir e cair, pra depois não sair derrapando em qualquer rua e chegar ao auto-falecimento, é preciso se perder para se encontrar! E a adolescência? É, essa tal adolescência... é por ela que eu passo agora, dizem que é a pior de todas as fases! Eu não sei bem como a definir, se é a pior, ou confusa, ou conturbada, sinceramente não sei! A vejo como uma mistura de sentimentos, de pensamentos, ideias, e de incertezas! Eu tenho a consciência que mudo de ideia e humor como quem pisca os olhos! Isso é confuso, como entender? As vezes nem eu me entendo... e o aprendizado disso? Áh, lembra daquele velho amigo tempo? Ele me dirá o que eu aprenderei dessa minha bela adolescência, na qual eu vivo feliz, triste, rindo, chorando, parada ou dançando! Disso tudo o que eu levo comigo sao as lembranças. As lembranças de cada minuto que eu passei, independente do que eu aprendi e sigo aprendendo! Porque a vida é um eterno aprendizado, estamos aqui em um processo de evoluçao, mas isso já faz parte da religião, e a religião já é algo pessoal demais. Nao quero partir pra este tema! Somos uma incógnita no espaço, entregados nas mãos daquele famoso e mistérioso destino, e claro do nosso querido amigo, TEMPO! O que eu aprenderei? O que eu serei? O que acontecerá? Morrerei ou viverei? Não se preocupe, tudo tem a sua hora. O tempo um dia nos responderá a todas essas perguntas! Mas chega logo, tal futuro! (esqueci de dizer também que na fase da adolescência a ansiedade fala mais alto do que um grito fino e agudo de qualquer criança, e eu passo por isso constantemente). Eu tento viver pra sentir, e aprender com as meras sensaçoes jamais descritas.
Pudera eu, ter o poder de afastar todos os pensamentos malignos, que me fazem sentir uma fracassada!
Eu queria perder ó medo doque sinto,queria peder ó medo doque aconteça ,e perder ó medo de mim e da minha consciencia
Nunca o tinha visto, mas parecia que eu o conhecia há anos. Minhas pernas ficaram trêmulas, uma ansiedade tremenda tomou conta de mim. Um perfume natural, que jamais havia sentido igual. O que era aquilo, meu Deus? Que sensação esquisita era aquela? De imediato corri ao banheiro, tentando entender o que se passara há alguns minutos. Era uma mistura de felicidade e medo. Mas de quê? Nunca trocamos uma palavra sequer. De você, eu nada sabia, mas te desejava, e como eu te desejava. Voltei, encarei, novamente, para ver se era tudo uma loucura nada sã desda minha mente doida. E de repente, em meio aquela multidão, o silêncio entre nós pairou. Era o nosso olhar flertando e os nossos lábios desejando se encontrar. Para onde correr? Eu fuji, desviei, mas no dia seguinte estava lá, e assim foi por semanas seguidas a me esperar no mesmo lugar, parado, com o pensamento distante, me seduzindo com o olhar.
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