Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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E se eu chegar lá e encontrar o nada, ao invés do tudo que eu tô esperando que eu vá encontrar?

Quanto mais perto dos 30 anos — e além, acredito eu —, mais relações podemos acabar perdendo ao longo do caminho, e isso pode nos desencantar. Por outro lado, também podemos criar novas relações.

⁠Hoje eu sonhei com a reconstrução
Mas tinha algo errado com ela
Ela também tinha sonhado com a reconstrução e, em seu semblante a reconstrução estava destruída.

Eu vejo o caminho lindo pela frente, mas às vezes o muro me atrapalha, me engana a visão, me faz eu me sentir sem saída.

"Tenho horror ao pessimismo!
Minha ojeriza é tal, que nunca pergunto:
' - SERÁ QUE EU VOU?'
Ao invés disso, afirmo:
' - JÁ ESTOU LÁ!'"

" Eu pensava que vive a minha realidade, mais no fim descobrir que tudo ao meu redor era feito de mentiras e traições "

CONFESSO


Confesso que te amei desde o começo,
sempre que você fala dela, eu me estremeço.
Você fala que ela é bonita e blá, blá, blá...
Para mim pode ser só blá, blá, blá...
Mas para você ela é sua alma gêmea.

Queria que você levantasse um dia
e me achasse bonito.
Mas sei que nunca vai acontecer.
Só queria te dizer que eu penso em você até o anoitecer.

Pode não parecer,
mas eu tento te esquecer.
Sempre que você chega perto, eu quero desaparecer,
mas eu não consigo nem me mexer.

Quando eu converso com você,
parece que o cupido me acerta com tudo
e eu me iludo.

Até queria confessar,
mas o que isso vai dar?
Então vou ter que lidar
e não confessar.

Confesso, às vezes eu te observei.
Mas o que um garoto como eu poderia fazer?
Isso é apenas um amor não correspondido.
Eu até poderia dizer,
mas sei que você nunca irá entender.


Vitor Hugo Raaber

se eu ainda choro, é porque minha vontade de viver é tão grande que ela transborda pelos meus olhos

" Eu Acho que estamos a ser liderados por Doidos que até aceitam decapitação de um ser igual a ele "

Pra ser quem eu sou hoje
Eu paguei um preço muito alto
Perdi muitas coisas perdi caminhos perdi pessoas.


Perdi até a mim mesmo!


Mas eu me refiz em silêncio carregando dores que ninguém viu vencendo batalhas que ninguém nunca soube


Então por favor não venha me dizer: Há você não era assim?


Você não sabe o que eu vivi
Cada mudança em mim tem uma cicatriz


Eu não mudei por escolha eu mudei por necessidade
A vida me moldou na marra no impacto na perda.


E hoje eu sou o que restou depois de muito me despedaçar e mesmo assim eu sigo em frente com a cabeça erguida.

Eu nunca quis amar você, mas tudo bem.
Eu sempre soube que você me abandonaria, de qualquer modo. Eles sempre disseram que você me machucaria.
Você sempre parecia como se tivesse mais alguma coisa na mente, mas quando eu tentei dizer a você, você me disse 'deixa pra lá'.Mas, querido, quando eu te vejo, eu me vejo.

Kurt Cobain emerge das cinzas grunge, voz partida: "Eu sou o grito primordial contra o nada, alma selvagem engolida pelo ruído urbano, buscando salvação no caos da pele ferida". Noé responde da sua arca espectral: "Eu guardei as sementes vivas do apocalipse, navegando dilúvios de lagrimas, para que raízes antigas brotem novamente em terras esquecidas". Mahatma Gandhi, com mãos calejadas de marchas infindas, declara: "A resistência pacífica é o sal da terra; nela, povos originários florescem invictos, dissolvendo correntes com a força do espírito desperto". Renato Russo, legionário das noites brasilianas, confessa: "Nas veias urbanas pulsa um pulsar proibido, herança de guerreiros das matas, clamando por um país que ouça o coração silenciado". Maria Quitéria, visionária das profundezas temporais, irrompe: "Na quarta dimensão, o tempo se dobra como lâmina invisível; ali, lutadores ancestrais transcendem o plano, libertando-nos em espelhos da eternidade rebelde". Suas vozes se entrelaçam num manifesto etéreo: a humanidade resiste, primordial e multidimensional, contra o vazio que nos cerca.

Se o tempo esquecesse meu nome, eu continuaria anônima, fumando um cigarro de hortelã dentro de uma caverna onde constelações respiram entre morcegos e uma estrela cadente cai lentamente sem fazer barulho, lembrando que o belo é breve como a vida das borboletas que vivem apenas o suficiente para ensinar o amarelo ao girassol e o azul ao céu.
No meio do mar existe uma porta aberta, e eu entro nela como Alice atrás do coelho, atravessando algas coloridas e peixes alienígenas que guardam civilizações antigas, onde talvez eu me afogue e minha alma se dissolva na fórmula da água cintilante que colore o invisível e abriga um pássaro que nunca nasceu.
A estrela que caiu antes de nascer germina como um vaga-lume verde piscando na galáxia com altivez silenciosa, porque dois elefantes não fazem uma girafa e dois e dois são quatro apenas quando a vida vale a pena e o humor permite respirar dentro do absurdo; então guardo essa estrela no frasco do perfume da minha alma sinuosa.
Se uma palavra pudesse sangrar, eu protegeria a palavra vida para que as sementes continuassem sonhando em brotar entre arranha-céus de vidro impecável nas cidades cinzentas onde as línguas mastigam fel e o silêncio dos poetas transfunde sangue nas bocas numerosas que esqueceram como se conter diante do abismo.
Antes de eu nascer, um espelho já lembrava a avidez fatal do óvulo e do espermatozoide que decidiram minha existência no deserto concorrido dos poetas, onde a escravidão mata a racionalidade enquanto o azul permanece celeste e os pássaros planam com a tranquilidade de um homem que se debate entre o amor e a embriaguez.
E assim continuo atravessando portas abertas no oceano invisível, carregando estrelas em frascos de perfume, protegendo palavras feridas, enquanto um pássaro que nunca nasceu aprende lentamente a respirar dentro da água que lembra meu nome antes do tempo existir.

Quanto mais me esforço em esquecer, mais eu sinto.
E por querer dolorosamente, mais eu penso, resisto.
No pensar eu repito, todo esse ciclo.
Me pego voltando de onde nunca sai.
Neste ponto percebo que nunca fui, não realmente.
Sempre estive e assim fiquei, somente afundei.
Ao afundar recomeço esse vício, sinto tudo como no início.
Me viciei em tentar esquecer.

Pedi para Ficar


Eu fiquei mesmo sabendo que doeria.
Amei sem garantias, sem retorno certo.
Não me escondi quando o medo chamou meu nome.
Atravessei o silêncio com o peito aberto.
Não fui coragem — fui verdade.
Não fui escudo — fui pele.
Carrego marcas onde havia promessas.
Permaneço mesmo quando tudo pede fuga.
Se pareço comum aos olhos do mundo,
é porque ele não conhece o peso de sentir.
Não pedi perfeição.
Pedi para ficar.


— Naldha Alves

Eu Quiseras

Eu quiseras amar, sem medo, sem fim,
Mergulhar no abismo que leva a ti.
Eu quiseras voar, tocar o luar,
No brilho dos sonhos, contigo estar.

Eu quiseras me entregar ao teu calor,
Perder-me inteira no teu amor.
Eu quiseras delirar, me dissolver,
Ser tua sombra, teu ar, teu ser.

Eu quiseras morrer no infinito,
Ser brisa leve no teu suspiro.
Eu quiseras, eu quiseras sem temer,
Ser tua, ser nós, ser só prazer.

Eu faço a minha vida
Eu faço o meu futuro
Se eu quiser chorar eu choro
Se eu quiser sorrir eu sorrio
Os outros que chorem
Mas não deixei que o chorem dentro do seu sorriso

Olho para cima e penso
Como será quando eu morrer
Depois eu sento
Sinto o sopro do vento
E espero acontecer

"E sem perceber, eu estava tão mal Pisicologicamente, que bastou um problema tão pequeno pra minhas lágrimas caírem do meu olho"

O Senhor é a nossa Bandeira.


Deus tu és tudo que eu tenho.
Bom dia Bahia, bom dia Brasil.
Por mais que tentem nos calar,
o Senhor é, e sempre será a nossa
Bandeira.