Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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Quando Jesus disse para as mulheres de Jerusalém "Não chores por mim. Chorai por vós" suas palavras profetizavam o governo do Senhor Juscelino. Penado de agruras para o povo brasileiro. Penado que o pobre há de comer o que encontrar no lixo ou então dormir com fome. Você já viu um cão quando quer segurar a cauda com a boca e fica rodando sem pegá-la? É igual o governo Juscelino!

Agora que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer
Você só me ensinou a te querer
e te querendo vou tentando te encontrar...

Talvez eu seja pequena,
Lhe cause tanto problema
Que já não lhe cabe me cuidar,
Talvez eu deva ser forte,
Pedir ao mar
Por mais sorte
E aprender a navegar.

...e se eu lhes dissesse que não havia carta? Éramos tantos os amigos e coubemos todos no envelope vazio apoiado ao lado do corpo.

Ninguém me introduz como: "Katy Perry, a hétero" e eu espero que no futuro nós não precisemos viver com esses rótulos.

SÓ POR HOJE NÃO VOU TOMAR MINHA DOSE DE VOCÊ

Ah como eu queria poder te dizer que te amo!
Que meu coração acelera quando te vejo.
Que fico contando as horas para te encontrar novamente!
Que basta pensar em você para meu dia ficar perfeito!
Que amo cada mensagem que me manda!
Que não largo do celular esperando você me chamar!
Mas eu não posso, preciso preservar meu coração.
Já me declarei, já demonstrei meu carinho.
Mas não mandamos no coração alheio.
Sei que gosta de mim, mas apesar de ter o corpo muito quente, parece que tem um coração de gelo.
Pois se guarda de uma forma, que não se abre por completo.
Você me domina em todos os sentidos.
Lê meus pensamentos, advinha meus passos.
Mas não me diz que o que sinto é recíproco!
Então para não sofrer, vou me guardar!
Vou calar a voz do meu coração!
Como dói!
Eu quando gosto é pra valer, se entro em um relacionamento é de cabeça.
Quero viver tudo exagerado.
Mas nem todo mundo é assim, pena você é um deles!
Todo certinho, com seu mundinho controlado.
O que sei de você? Apenas o que me diz!
Já você tem meu mapa astral na mão, sabe até a hora que to com fome.
Não posso mais te dizer pessoalmente, por isso escrevo para deixar registrado.
É tanto amor aqui dentro do meu peito, que preciso de alguma forma de me declarar!
Como eu queria poder viver intensamente todo esse amor!
Um dia de cada vez, será assim, entrei para os apaixonados anônimos!
Como os alcoolatras dizem, SÓ POR HOJE não vou "tomar minha dose de você".

Eu tinha que ficar deprimido, parceiro, só que eu não fiquei, a minha missão é mais importante do que meus problemas pessoais.

Eu não sei para onde rios vão
...Eu não sei quão distante...não
sei como vem
.Mas eu vou morrer acreditando,
Que cada passo que eu dou
Não vale o chão no qual caminho...

Não é fácil ser assim, ser do tipo que vai e se entrega, mas é o que sou.

Eu sei que pra ti pode ser muita pressão e que não entenda o que sinto
Também sei que nos conhecemos por pouco tempo e que nossa relação não tem nome
Mas quero que saiba que eu lhe amo muito
Amo-te por ser única, por ser tudo que eu sempre quis
Sei que pra você ser assim é normal, que sempre foi assim, e não vê o que vejo em ti
Mas é estranho dizer que nesse pouco tempo eu me vi em você? Que com você eu seria alguém melhor?
Sim, é estranho.
Infelizmente isso só está em mim, todo este turbilhão de emoções só existe aqui
Em você sou só mais um que conheceu
E o que sinto você nunca vai saber.

Ninguém te disse que ela não está respirando, olá, sou eu sua mente, dando alguém para você conversar.

Cada qual é feliz da sua maneira, eu por exemplo sou muito feliz, por tudo que não tive e também por tudo que não fui.

Você nunca me disse: "Te amo"
Mas também não disse que não...
Enquanto eu fazia tantos planos
Que você nunca vai saber...

São seis horas da manhã e eu tenho que lhe contar algo. Sério, você não vai acreditar no que eu tenho para lhe dizer. Está chovendo forte, tem um vento frio que traz os pingos gelados para perto da gente. Eu abri a janela para espiar e o barulho da água rolando no telhado ficou mais alto, muito mais alto, tão alto que fiquei com medo. Sabe aquela chuva que vem com força, parecendo querer lavar a cidade? Então. Está um pouco mais forte que isso. Ainda não amanheceu, acho que esse tempo molhado atrasará a claridade do dia. Eu fiquei olhando para o céu por alguns minutos e me deu uma vontade louca de sair na rua e ser lavado por essa água congelante. Está frio, muito frio. Mas eu fui. Sério, eu fui. Eu abri a porta e saí de casa. É, eu disse que você não acreditaria. Eu sou louco, mas você sabe disso. Você me conhece tão bem sem nem ao menos saber da minha existência. Lá fora, o vento levou meus cabelos para trás e eu fechei os olhos resmungando. Meu rosto estava completamente molhado, senti como se estivesse colocando a cabeça dentro de um congelador. Eu fiquei parado ali perto da grade que fica na frente do quintal olhando para o calçamento da rua que parecia estar resvalando. Sei lá, deu vontade de abrir o portão e dar uma volta. A água vinda dos céus continuava mantendo a temperatura do meu corpo um pouco baixa me fazendo tremer. Você acredita que eu saí portão à fora? Sim, eu saí. Estava escuro, estava chovendo e o frio deixava minha boca roxa. Eu fui até a esquina que tem aqui perto e sentei naquele degrau que eu costumava sentar sozinho há alguns anos atrás. Eu me senti tão sozinho. Minhas roupas estavam totalmente encharcadas e eu continuava tremendo. Não havia nada na rua, nem carros, nem pessoas. Estava tudo deserto. Foi nessa hora que eu fechei meus olhos e pensei em você. Eu não lembro muito bem o que veio à mente, parecia que eu havia me desligado do mundo e entrado na inconsciência. Eu estava com tanto medo. Medo de ficar assim por muito tempo, medo de ser engolida por essa solidão sombria que se perdia no escuro chuvoso da noite. Mas eu vi o seu sorriso. Eu juro que vi. Eu gritei o seu nome na minha mente e você sorriu. Você sorriu para mim. Acho que eu sorri também. Não sei, não lembro, não tenho muita certeza, mas eu senti uma gota quente escorrer pelo meu rosto em meio a água da chuva que me banhava. Sabe, eu senti um aperto no coração. Dá para acreditar? Eu sempre fiz de tudo para ser forte e vencer o meu maior medo sem precisar de ninguém, mas agora eu me encontrei preso em uma gaiola feita de um material muito brusco e forte, eu me encontrei aqui chamando o seu nome. Eu sinto minhas forças irem embora e eu finalmente estou precisando de alguém. Mas não é um alguém qualquer. É você. Eu acho que fiquei ali sentado por uns dez minutos olhando para o nada e ouvindo a sua voz cantando para mim dentro da minha cabeça. Você cantava a nossa música, aquela que me acalma, aquela que você sabe que pode ser usada como antídoto. Você sabia o que cantar porque você me conhece. Você me conhece tão bem sem nem ao menos saber da minha existência. Você me conhece porque nós dois somos um só. O vento aumentou sua velocidade me despertando da fantasia e me forçando a mover meus pés de volta para casa. Demorei um pouco para entrar, fiquei no quintal, perto da minha janela, pensando um pouco mais em nada. Acho que era disso o que eu precisava: viver o irreal. Eu não sei por que eu saí de casa, nunca me dera essas crises loucas antes, eu posso ter pego um resfriado, sei lá, daqui a pouco vou começar a tossir. Mas a chuva, a água que congelava meu corpo, era amena. A água que limpava a cidade, escorria pelo meu corpo tentando levar toda a dor que me habita. Era irreal. Eu juro para você que era. Parecia algo do além, algo curável. O banho quente que eu tomei depois foi como um choque no meu sistema. Eu acordei. Não foi nem um pouco parecido com o momento em que o vento acelerou e me fez voltar para casa, foi algo muito mais que isso. Eu acordei do irreal. Daquela chuva, daquele frio, daquela coisa do além que supostamente tentou levar minha dor embora. Sua voz sumiu da minha mente. Você não cantava mais, você não estava aqui. Eu fiquei sozinho e assustado de novo. Eu continuo precisando de você, eu me rendi, eu admiti que não sou forte, eu gritei. Eu fiz o que pude. Você não ouviu, não me notou. Talvez você fique tão espantada com tamanha loucura que eu obtive de sair por aí sozinho e não se convença. Mas eu disse lá no início que você não iria acreditar no que eu tinha para lhe dizer. São seis e dez da manhã e o céu continua escuro, o barulho da chuva ainda está alto e a janela continua aberta. Eu olho para a água caindo lá de cima e lembro da sensação estranha que eu senti há trinta e cinco minutos atrás quando as gotas bateram no meu corpo e eu estava sozinho pensando em você. Você é minha única saída, é a única pessoa que pode me ajudar. Você está com o pouco de força que ainda me resta. Você pode desacreditar disso também, mas só você pode espantar o medo e a dor que habitam meu coração.

Que o Aniversariante do dia me perdoe, mas eu não gosto do Natal. Eu acho o dia internacional da Falsidade… Todo mundo abraçando até quem não gosta, presentinho pra quem a gente não tem muito afeto, mas foi sorteado como seu amigo segredo. O pior ainda e quando você tira aquele que te ferrou o ano todo no seu serviço… Dá aquela vontade de dar um tapa na Cara. Mas não pode! E acabamos dando três beijinhos: Ahh feliz natal tudo de bom e bla bla bla bla bla…

Pra ser sincero eu não espero de você, mais do que educação, beijo sem paixão, crime sem castigo, aperto de mãos... apenas bons amigos

Porque é que eu não nasci um pouco rico ao invés de extremamente bonito.

TANTO

Coveiros gemem tristes ais
E realejos ancestrais juram que
Eu não devia mais querer você
Os sinos e os clarins rachados
Zombando tão desafinados
Querem,eu sei,mas é pecado
Eu te perder

É tanto,é tanto
Se ao menos você soubesse
Te quero tanto

Políticos embriagados
Dançando em guetos arruinados
E os profetas desacordados
A te ouvir
Eu sei que eles vem tomar meu
Drinque em meu copo a trincar
E me pedir pra te deixar partir

É tanto,é tanto
Se ao menos você soubesse
Te quero tanto

Todos meus pais querem me dar
Amor que há tempos não está lá
E suas filhas vão me deixar
Por isso não me preocupar
Eu voltei pra minha sina
Contei pra uma menina
Meu medo só termina estando ali
Ela é suave assim
E sabe quase tudo de mim
Ela sabe onde eu
Queria estar enfim

É tanto, é tanto
Se ao menos você soubesse
Te quero tanto

Mas seu dândi vai
De paletó chinês
Falou comigo mais de uma vez
Não, eu sei, não fui muito cortês
Com ele,não
Isso, porque ele mentiu, porque
Te ganhou e partiu
Porque o tempo consentiu
Ou se não porque

É tanto, é tanto

Nem bem acordo
Já espio teu retrato
Faço um trato com o espelho
Hoje eu não quero sentir dor
Hora do almoço
Falo teu nome
Santo nome em vão
O que consome
Meu corpo moço
Fome ou solidão

Não quero nada
Essa estrada eu já sei aonde vai dar
Vai dar em nada,
Não quero ir, nem voltar

Cinco da tarde
Tudo arde
Coração e céu
Fico com ar de
Quem espera
Um aceno um sinal
Já noite alta
Não sinto sono
Não te esqueço mais
Viro do avesso
Adormeço
Cansada de mim sem paz

Não quero nada
Essa estrada eu já sei aonde vai dar
Vai dar em nada,
Não quero ir, nem voltar

Hoje eu não quero dor
Hoje eu não quero flor
Não quero nada
Que rime com o amor

Eu posso ter defeitos, viver ansiosa, chorar e ficar irritada algumas vezes, mas não me esqueço de que minha vida é o maior tesouro do mundo. Ao mesmo tempo vivo amando, sorrindo, sonhando... Por isso, não me preocupo com o que vou fazer amanhã, vivo hoje e sou feliz.. Muito feliz! Porque a vida é um show fantástico!

Nada escapa à perfeição das coisas, é essa a história de tudo. Mas isso não explica por que eu me emociono quando Otávio tosse e põe a mão no peito, assim. Ou senão quando fuma, e a cinza cai no seu bigode, sem que ele note. Ah, piedade é o que sinto então. Piedade é a minha forma de amor. De ódio e de comunicação. É o que me sustenta contra o mundo, assim como alguém vive pelo desejo, outro pelo medo. Piedade das coisas que acontecem sem que eu saiba.

Clarice Lispector
Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.