Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Eu não matei a minha poesia
Assassinei a inspiração
Fiz poesias para uma pessoa
Que não as reconheceu seu verdadeiro sentido
Reconheceu o sentido literário, isso pra mim é insignificante
Hoje,volto a me inspirar,no passado,pois esse pode se tornar presente.
Estranho seria se eu não me apaixonasse por você. O sal viria doce para os novos lábios,
Colombo procurou as índias mas a terra avisto em você. E o som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário.
Nos ares só rejeito os úrubus na terra os cucurus mijando de cócoras não sendo perereca eu pego todas
Ainda olho o mar pensando em você, as gaivotas a voar, eu não sei te esquecer, lá longe o céu se alumia num relâmpago, e meu pensamento clareia na convicção de que realmente te amo.
Era primavera e a primavera se fez verão, essas palavras definem o começo deste sentimento no meu coração.
Eu florescia ainda, mas você me trouxe todo o calor que eu precisava. Agora é Outono e eu sinto toda a esterilidade deste meu sentimento.
Ser forte pode significar ter estômago para ver toda essa desgraça sem nenhuma reação. Eu não! Eu sou fraco! Não aguento, me movo.
Agora eu olho e vejo tudo mais claro,eu vejo o que as palavras não me revelam,eu vejo um olhar mais sincero,eu vejo.Agora eu sinto,eu sinto um cheiro mais forte,não mais repugna,e sim fragrância de um mundo de criança onde o tempo se faz eterno e feliz.Agora eu toco,eu toco em algodões,suaves lenços de seda,não mais linho,onde só se passa o frio,agora eu toco,toco este ser macio,tua boca,que um dia apenas falou de amor e nunca revelou que este amor sou eu.
Tudo bem, não foi diferente, acabou só tendo eu no assunto, só eu no meu relacionamento tão unilateral, fui a única que acreditei que existiu alguma coisa não é? Se você souber o que eu escrevo a você, não me ache patética, eu te peço. Você vai ficar sabendo um dia que tem textos sobre você espalhado para tudo que tem canto. Cadernos do ano passado, textos nos meus antigos fotolog's que agora deram tchau... junto a você e com o sentimento que nunca existiu.
E agora, tentando te esquecer, não sei mais nem o que eu escrevo, você era o motivo de tudo acontecer ... agora eu sou o motivo para tudo desabar.
Talvez eu goste da dor e a minha amiga diz que não concorda. É, ela tem razão, nenhuma pessoa em sã consciência gosta muito da dor. Eu tenho o meu lado cruel mas também eu tenho um lado de menina, de ingênua e de mimada. Basta você saber lidar com esses lados.
E eu tive a segunda chance de te deixar e tchau, adeus. Mas insisto no jogo, se e perdeu, não importo, eu quero chegar até aonde penso e torço para que isso aconteça.
Eu não sei qual será a sua reação ao saber disso, ao saber que uma menina como eu escreveu a tanto tempo e você talvez nunca havia percebido que você seria o meu tema, o tema que eu sempre tive e sempre vou ter facilidade de escrever.
Você sabia que eu odeio escutar teu nome? Não é que eu odeio. Tá, eu odeio! E você não sabe, você nunca vai saber também. Vou proteger como numa caixa com um cadeado bem grande, assim, daqui uns tempos, eu posso te entregar a chave e você vai poder ler tudo que eu escrevo ao seu respeito.
Eu deixo o caminho mais curto para você e você quer alongar como se não tivesse um final para isso. Não quero deixar um até nunca mais para você, até porque não teria forças e nem coragem, poderia até dizer, mas depois, soltaria uma risada, como se fosse levar na brincadeira.
Não tenho o que reclamar sobre você, não há nada que possa falar que eu te odeio, mas ainda quero te odiar... vai ver que assim, tudo não volte ao normal? Amor e Ódio sempre andam tão lado a lado, que era mais fácil gostar de você. Eu quis te esperar parada, eu quis... E não soube o que você queria.
Desde criança fui seletiva, se eu não tivesse a tal boneca, brincaria com outra. Se eu não tivesse o tal chiclete, teria um pirulito que manchava a língua. Ou então, desde pequena, ciumenta, egoísta, querendo tudo e todos. Mãe, eu quero aquela Barbie Rapunzel. Mãe, aquela menina tem a blusa igual a minha. Talvez, a criança que há dentro da gente, nunca morra. Sempre sobra aqueles restos, aquelas pequenas partículas de uma vida pequena, um sonho pequeno e um amor mais pequeno ainda.
Antes, eu poderia ter a desculpa do meu celular vibrando para poder ficar segurando, agora que não há celular vibrando sozinho, o meu celular fica bem longe de mim. Por que afinal deixaria ele comigo? Ele está desligado e não sinto vontade alguma de ligar. A dor que eu sinto é pequena, é como se fosse uma cólica, mas não é tão pequena para mim, porque todas as minhas cólicas são fortes, me dão vômitos e não consigo nem comer, só quero ficar deitada e esperando o teto desabar em cima da minha cabeça a qualquer minuto
Quando eu pude ver que você não queria sentir a mesma coisa, quando percebi que você queria apenas anular o fato de estarmos tão ligados, sabia que iria começar a jogar, que a minha presença seria cada vez mais junto a sua, que a minha respiração aumentaria o ritmo, que o coração aceleraria toda vez que o meu celular tocasse e fosse o toquinho, mas não seria você.
E acaba mais uma vez, eu sozinha tentando procurar alguma coisa que me tira desse vazio, mas não acho, você era o meu vazio que me fazia bem, agora que esse sentimento acabou, não há mais nada, vácuo por completo.
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