Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Não, eu não te amo.
Só achei que você era o que eu mais procurava. Uma parte de mim.
Mas agora acho que estarei sempre assim, procurando uma parte de mim para me completar, para me conectar, me encaixar. Uma parte de mim sempre irá dizer que já te amei tão profundamente que esqueci de me amar.
Então não, eu não desejo que você seja a minha parte perdida. Nem que você seja esta parte, não irei lhe amar.
Você não me ama.
Uma parte de mim, que, ainda, não conheço, se revela, quando eu estou absorta pensando, meditando, orando...
Eu não quero nada mais
Que a minha parte
A minha parte de direito
A minha parte da vida
É só o que quero
A minha parte
Nada mais.
Somos feitos de um único material. Porém, alguns querem ser mais que os outros. Bom, esses são os famosos resíduos.
Achamos que Deus nos dar uma caminhada muito longa, mas é a nossa fé que aumenta ou diminui o tamanho dos nossos passos.
As coisas acontecem porque tem que acontecer!
se foram boas ou péssimas, constrangedoras ou inesquecíveis
não importa, elas precisavam acontecer.
Me entende, eu não quis, eu não quero, eu sofro, eu tenho medo, me dá a tua mão, entende, por favor. Eu tenho medo, merda! Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas. Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda-roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei. Apronto agora os meus pés na estrada. Ponho-me a caminhar sob sol e vento. Vou ali ser feliz e já volto.
- Querida, vamos trepar?
- Não quero.
- De certa forma, eu também não queria. Aliás, foi por isso que perguntei.
Não seu onde eu tô indo, mas eu sei que eu tô no meu caminho. Sempre soube.
(Raul Seixas)
Te vejo e é como escutar uma música numa tarde ensoladara
Cada sorriso seu é um refrão que não sai do meu pensamento
me vejo pensando "será que você sente o mesmo?ou será que sou só mais um verso perdido no silêncio do esquecimento?"
Quero te trazer segurança,ser o arco-íris depois da tempestade
Ser aquele abraço que a música descreve e o coração entende
Mas as vezes entre um acorde e outro me vem a dúvida,se sou a canção que você também quer cantar
Meu peito é um sertanejo feito de amor e esperança
Rezando para que podemos fazer um dueto
Que nossa música soue no ouvido de todos,de novo e de novo
apenas nos dois
Sem saber se quando falamos sobre aquela pessoa
o teu coração bate em compasso com o meu
Mas mesmo assim,ainda escrevo o seu nome em todos os meus pensamentos
Se for para ser só sonho,que seja o sonho mais bonito
Se for para ser nos dois,que seja eterno
Enquanto ainda houver canção pra gente cantar
Eu juro de dedinho
Fazer do meu amor por você,ser a trilha sonora mais sincera que você já ouviu
Me deparo em momentos na vida, que vale a pena parar,e pensar,será esse mesmo o caminho que eu quero?Será esse futuro que eu quis pra mim? Será que este sou eu mesmo?
Escrever as vezes é tão natural que penso se vale a pena fazê-lo, então percebo que ai estão meus momentos mais sinceros de ser, meus momentos mais eu, fria e puramente.
Nunca superestime ninguém. Nem mesmo você. Evite se sentir a última bolacha do pacote, sob pena de descobrir que não passou de farelo que, jogado ao vento, não serve nem para alimentar os pássaros, pois, sequer sabe onde vai cair...
Um pouco de voo...
Um pouco de asa
Um pouco de pena da asa do Arcanjo!
Meu guardião!
Um pouco do vento, batendo em meu rosto
E, lá vou eu, no sonho
O espaço é meu!
Peregrino eu,
Peregrino na noite!
Na jornada, ainda menino!
Ora piso nas pedras que ferem
Que matam meus pés
Não sei desviar...
Ora piso em nuvens macias...
Como o doce algodão
Do vendedor da minha rua.
Aquele, ao qual nunca ouvi
Vejo a voz...
Pela fresta do portão.
Me perdoe, vendedor!
Ainda vou comprar seu algodão...
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