Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
O mundo supera a marca de oito bilhões de pessoas, mas continua recheado de idiotas se achando a última bolacha do pacote.
Dificilmente o ser humano conseguirá deixar um Mundo Melhor para os seus, sem _antes_ conseguir imitar os Animais.
Quando a Humanidade perceber que pode esperar o Fim do Mundo sem o destruir, ela desacreditará no seu Fim.
Há tanto espertalhão caminhando com as pernas do outro, que se o mundo terminar em barranco, haverá confusão generalizada na fila do inferno.
Se as mulheres tivessem permanecido somente onde o homem queria, certamente a esperança do mundo se libertar do machismo não existiria.
Fomos tão seduzidos pelo universo digital ao ponto de romantizar um mundo onde digitais influencers brincam de governá-lo.
O mundo só estenderá o tapete para as Mulheres desfilarem com a liberdade que elas merecem, educando os homens.
Num mundo onde é mais fácil romantizar até a tragédia do que garantir o direito à vida da mulher, ver mulheres contra mulheres é mais uma tragédia.
Normalmente, os confusos que gostam de agradar todo mundo confundem a bravura dos multifacetados e bem resolvidos com arrogância, por puro capricho.
Normalmente, os confusos que gostam de agradar todo mundo, confundem a bravura dos multifacetados e bem resolvidos com arrogância, por puro capricho.
Mas os bravos preferem ser julgados por uma dúzia, que carregados por meia.
Em tempos de polarização, no Brasil e no mundo, tudo se divide — até o pensar.
De um lado, quem pensa. Do outro, quem acha que o faz.
Num mundo onde quase tudo se polariza — Discurso de Ódio se confunde com Liberdade de Expressão, Arrogância com Bravura, Confusos com Multifacetados e a Cegueira com a Sensibilidade, é melhor ficar com Nostradamus…
Nostradamus sempre disse, e continua dizendo, e eu não quero dizer o que Nostradamus disse, para não dizerem que sou injusto.
O choro de uma criança ao ver uma reflexão do que vai passar no mundo de saciamento, onde pessoas pusilânime vende seu coração para esbanjar a sua riqueza na miséria de pessoas injustiçadas, o ódio, uma ferida que levará para sempre em seu coração, ao ver um de sua espécie se derretendo de fome no chão, é como sonhar um pesadelo e nunca mais acordar, "maldita hora que fui chorar".
O tabuleiro de xadrez é o mundo, as peças são os fenômenos do Universo, as regras do jogo são o que chamamos de Leis da Natureza. O jogador do outro lado está oculto para nós.
Os valores vigentes estavam todos virados do avesso. O mundo, em suma, está. A conotação de amor é bem distinta do que se dizia muito antes ou eu é que abracei um sentimento que não existe, ao menos não da maneira que pensava. Amor era para sempre, um mútuo comprometimento, centrado na entrega total. Não se pediria nada em troca porque na matemática do amor nunca se perde quando as portas do coração estão abertas. Entretanto, os amores mais bonitos tinham o fim mais trágico, duravam a eternidade porque os laços se rompiam antes que a decepção metesse as colheres.
Os amores de plástico e suas frases clichês eram a mediocridade pairando nas redes sociais. Aquele amor machista, determinado, calculado, não aquele amor a transbordar pelos lábios dos amantes, aquele amor visceral, sem efeitos e enquadramentos, jamais tendo o sentido aprisionado em uma frase de 140 caracteres. O amor a que brevemente menciono é aquele que já se perdeu. Com base no companheirismo, no sentido bruto do incondicional, esse amor eu não encontro mais porque a moda é postar as boas ações, afinal, elas valem curtidas, compartilhamentos e quem sabe um convite para sentar na poltrona daquele programinha fútil que vai ao ar antes do almoço. A caridade tem um preço, uma intenção, mas não desprendida. Esse mundo não é para mim.
O tal do certo e errado não cabia mais em nenhum julgamento. A justiça era vista como um ato de loucura porque quando não se encontra uma explicação cabível para o que não se entende, acusa-se, ajuntando os argumentos mais concisos, ainda que não o sejam. Eu estava coagida e tomada pela dolorosa sensação de injustiça que descia amargamente pela garganta, a corroer o pouco de fé e estima a que me agarrava para não cair.
Dilemas de um quase amor
Os valores vigentes estavam todos virados do avesso. O mundo, em suma, está. A conotação de amor é bem distinta do que se dizia muito antes ou eu é que abracei um sentimento que não existe, ao menos não da maneira que pensava. Amor era para sempre, um mútuo comprometimento, centrado na entrega total. Não se pediria nada em troca porque na matemática do amor nunca se perde quando as portas do coração estão abertas. Entretanto, os amores mais bonitos tinham o fim mais trágico, duravam a eternidade porque os laços se rompiam antes que a decepção metesse as colheres.
Os amores de plástico e suas frases clichês eram a mediocridade pairando nas redes sociais. Aquele amor machista, determinado, calculado, não aquele amor a transbordar pelos lábios dos amantes, aquele amor visceral, sem efeitos e enquadramentos, jamais tendo o sentido aprisionado em uma frase de 140 caracteres. O amor a que brevemente menciono é aquele que já se perdeu. Com base no companheirismo, no sentido bruto do incondicional, esse amor eu não encontro mais porque a moda é postar as boas ações, afinal, elas valem curtidas, compartilhamentos e quem sabe um convite para sentar na poltrona daquele programinha fútil que vai ao ar antes do almoço. A caridade tem um preço, uma intenção, mas não desprendida. Esse mundo não é para mim.
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